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Das 40 empresas investigadas na Operação Carne Fraca, todas burlavam a regulamentação quanto à fabricação de alimentos. Em coletiva na manhã desta sexta-feira (17), a Polícia Federal (PF) revelou que essas empresas faziam uso de substâncias inadequadas, como a salmonela, para melhorar a aparência dos alimentos vencidos. "Eles usavam ácidos e outros produtos químicos para poder maquiar o aspecto físico do alimento.

Usam determinados produtos cancerígenos em alguns casos para poder maquiar características físicas do produto estragado, o cheiro", afirmou o delegado federal Maurício Moscardi Grillo, acrescentando que as empresas não demonstravam qualquer zelo pela qualidade do alimento fabricado. "Não se importavam de forma alguma com o que era colocado na mesa do consumidor", acrescentou. Em alguns casos, a qualidade da carne chegava a ser criticada pelos próprios fiscais, que integravam o esquema. "Eles comentavam entre si que não estava mais dando para receber", pontuou o delegado. Parte desses produtos também era exportada para países, como Itália e Espanha.

Os envolvidos no esquema eram membros do mais alto escalão das empresas. No caso da BRF, que controla marcas, como a Sadia e Perdigão, três executivos foram alvo de mandados e um deles foi conduzido coercitivamente para prestar depoimento na sede da PF, em Curitiba. Já na JBS, que engloba Friboi, Seara, Swift e outras marcas, dois executivos foram alvo de mandados, um deles de prisão preventiva.

Publicado em Bahia

BN
Uma jovem de 18 anos foi morta dentro da academia de ginástica Max Fitness, em Catu, a 85km de Salvador. Diná Carvalho da Silva, conhecida como "Barbie", foi alvejada com 12 tiros de pistola, na noite desta quinta-feira (16).

De acordo com informações da polícia, com base nos relatos de testemunhas, homens com capacetes e armados invadiram o local e ordenou que todos se deitassem com as mãos na cabeça. Em seguida, se aproximaram da jovem, que malhava há cerca de 30 minutos, e efetuaram os disparos. Os atiradores furgiram logo após os disparos.

O corpo de Diná foi levado para o Departamento de Polícia Técnica de Alagoinhas. A Polícia Civil vai investigar as causas e a autoria do crime.

Publicado em Bahia

Bahia Notícias
A Polícia Federal cumpre na manhã desta sexta-feira (17) 311 mandados judiciais em sete estados, pela operação Carne Fraca, apura o envolvimento de fiscais do Ministério da Agricultura, Pecuária, Abastecimento (Mapa) em esquema de liberação de licenças e fiscalização irregular de frigoríficos. Segundo informações da Polícia Federal, algumas das maiores empresas do país são alvos da apuração.

A investigação aponta que os fiscais pediam propina para empresários; estes cediam, mas em contrapartida, chegavam a obter a prerrogativa de indicar quem faria a fiscalização nas empresas. Os mandados serão em São Paulo, Distrito Federal, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Goiás. Ao todo, 1,1 mil policiais participam da ação. Do total de mandados, 26 são de prisão preventiva, 11 de prisão temporária e 79 de conduções coercitivas, além de 195 mandados são de busca e apreensão.

Também há ordem judicial para o bloqueio determinou o bloqueio de bens de todos os investigados no caso, somando R$ 1 bilhão. A nome da operação, Carne Fraca, faz menção à expressão popular, como uma forma de indicar a má qualidade dos alimentos vendidos por essas empresas.

Publicado em Brasil

Bocão News

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Ângelo Coronel (PSD), promulgou um projeto de lei de autoria do deputado Leur Lomanto Júnior (PMDB), atual líder da oposição. Agora, está proibida a permanência ou ingresso de pessoas usando capacete ou qualquer tipo de cobertura no rosto em estabelecimentos comerciais e órgãos públicos do estado da Bahia.

"Nos postos de combustíveis, os motociclistas deverão retirar o capacete antes da faixa de segurança para abastecimento", diz um trecho da lei, que não inclui na proibição itens como bonés, capuzes e gorros, desde que ocultem a face.

Os responsáveis pelos estabelecimentos referidos na lei deverão, em 60 dias a partir desta sexta-feira (17), afixar uma placa indicativa na entrada do local alertando para a proibição do uso de capacete no seu interior.

Publicado em Bahia