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Domingo, 25 Agosto 2019
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A votação da proposta de desativação de comarcas de entrância do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) inicial foi suspensa na manhã desta quarta-feira (17) com o pedido de vista do desembargador Sérgio Cafezeiro. Inicialmente, alguns desembargadores rechaçaram o pedido de vista, mas alguns membros asseguraram o direito ao membro do TJ-BA. A ex-presidente do TJ, desembargadora Telma Britto lembrou que o pleno já decidiu que o pedido de vista é um “direito sagrado” dos desembargadores.

O presidente do TJ, desembargador Gesivaldo Britto afirmou que a desativação de comarcas afirmou que não faz isso “por gosto, por prazer de desativar comarca”. “Para mim, dói. Meu pai nasceu em Maragogipe, tenho ligações com a cidade. Mas é uma necessidade”, destacou reforçando que a decisão é do pleno. Inicialmente, a proposta da Presidência do TJ-BA era desativar mais 31 comarcas. No relatório do desembargador Aberlado da Matta, foi apresentada uma proposta para desativar 18 comarcas. O relator votou pela desativação das comarcas de Antas, Cipó, Conceição do Almeida, Governador Mangabeira, Ibirataia, Igaporã, Itabela, Itajibá, Itauna, Laje, Maragogipe, Pindobaçu, Presidente Jânio quadros, São Félix, Sapeaçu, Tanhaçu, Taperoá e Tremedal. O relator decidiu não desativar a comarca de Santana, por ser da região oeste e Teofilândia. As comarcas São Félix e Tremedal somente serão desativadas após promoção e remoção dos magistrados titulares.

Publicado em Bahia

Cinquenta anos depois da chegada do homem à Lua, a promessa da Agência Espacial Americana é levar mulheres ao satélite da Terra. Na segunda reportagem da série especial do Jornal Nacional, os correspondentes Sandra Coutinho e Lucas Louis acompanharam os treinamentos das astronautas.

O passo gigantesco para a humanidade - transmitido em telinhas em preto e branco - ficou conhecido como a chegada do homem à Lua.

Mas, se aquela missão histórica foi batizada de Apollo, a próxima aventura tripulada até o nosso satélite vai ter nome de mulher. A missão Artemis - a deusa grega gêmea de Apollo - deve decolar até 2024 e a Nasa já confirmou que a próxima astronauta a pisar na Lua vai ser uma mulher.


Nos 50 anos da chegada do homem à Lua,
JN relembra a missão Apollo 11


Sala de controle das missões da Nasa: é para onde os astronautas ligam quando eles têm algo a dizer como a famosa frase: “Houston, temos um problema”. Mas também para dividir o sucesso das missões.

É dali de onde partem as instruções sobre cada minuto do dia de cada astronauta no espaço como, por exemplo, a hora das refeições, a quantidade de exercício e até as experiências que eles vão fazer a cada dia.

Pela primeira vez, esse centro nervoso da Nasa é comandado por uma mulher. Além da diretora geral, Holly Riding, só outras 13 mulheres conquistaram o cargo de diretoras de voo – 15% do total.

Uma delas é Pooja Esrani, que já começou a sentir a diferença. “Pela primeira vez, encontrei fila no banheiro feminino”. Agora, ela quer controlar da Terra a próxima viagem à Lua.

“Um dos principais motivos da missão é botar uma mulher na Lua porque nunca estivemos lá. Será um exemplo para as futuras gerações".

A decisão de escalar mulheres também tem uma explicação científica. A escritora Kate Greene passou quatro meses confinada numa réplica de um módulo espacial no Havaí, em 2013.

Ao monitorar o consumo de comida dos três homens e das três mulheres que participaram da experiência, Kate descobriu que eles precisavam de 3.600 calorias por dia. Elas, de apenas 1.400.

“Uma viagem de ida e volta para Marte levaria três anos. Carregar menos comida representa uma economia enorme em peso e volume. Se for só pelo metabolismo, faria mais sentido levar uma tripulação toda feminina para Marte".

Enquanto esse dia não chega, o jeito é se concentrar nas missões até a Estação Espacial Internacional, que orbita a Terra há 20 anos.

Um módulo tem a melhor vista de toda a Estação Espacial Internacional. É o único que tem janelas para todos os lados. Na verdade, o astronauta fica de cabeça para baixo e tem uma vista privilegiada para a Terra. No simulador, é hora de usar um braço robótico para capturar o módulo dragão, que está se aproximando trazendo suprimentos para a Estação Espacial Internacional.

Por trás de toda a programação do braço robótico, uma equipe 100% feminina. Várias mulheres também já operaram o equipamento para valer, lá no espaço.

FONTE: G1

Publicado em Mundo