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Bahia Notícias

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (6) a Operação Bagre, contra o tráfico internacional de drogas. Em nota, a PF informou que o grupo atua na região da fronteira oeste do Paraná, especialmente nos municípios de Foz do Iguaçu, São Miguel do Iguaçu e Medianeira.

Cerca de 70 Policiais Federais dão cumprimento a 13 mandados de prisão preventiva, três mandados de condução coercitiva e 14 mandados de busca e apreensão, todos expedidos pela Justiça Federal em Foz do Iguaçu. Também foi determinado o sequestro de veículos, imóveis e ativos financeiros dos investigados.

De acordo com a PF, as investigações começaram há um ano e meio e apontam que a organização, composta por pelo menos 20 investigados, é responsável pelo ingresso de drogas, vindas do Paraguai e enviadas aos Estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais. O nome da operação faz referência ao principal investigado, apontado como o "cabeça" da organização criminosa.

G1
Por 7 votos a 3, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) declararam nesta quarta-feira (5) inconstitucional o direito de greve de servidores públicos de órgãos de segurança e decidiram proibir qualquer forma de paralisação nas carreiras policiais.

A decisão da Suprema Corte terá a chamada repercussão geral, ou seja, deverá ser seguida, a partir de agora, por todas as instâncias da Justiça. A inconstitucionalidade das greves de policiais foi declarada no julgamento de um recurso apresentado pelo governo de Goiás contra uma decisão do Tribunal de Justiça do estado que havia considerado legal uma paralisação feita, em 2012, por policiais civis goianos.

No processo, diversas entidades se manifestaram contra a possibilidade de greve por agentes de segurança, com base no artigo 142 da Constituição, que proíbe sindicalização e greve de integrantes das Forças Armadas.

Desde 2009, diversas decisões de ministros do STF consideraram ilegais as greves de policiais militares, civis e federais, sob o argumento de que representam risco para a segurança pública e para a manutenção da ordem.

No julgamento desta quarta-feira, votaram para proibir as greves de policiais os ministros Alexandre de Moraes, Luis Roberto Barroso, Luiz Fux, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Cármen Lúcia.

Por outro lado, o relator do caso, ministro Edson Fachin, e os ministros Rosa Weber e Marco Aurélio Mello se manifestaram pela constitucionalidade das paralisações de policiais, desde que fossem impostos limites às greves. O ministro Celso de Mello não participou do julgamento.

Preso preventivamente desde o dia 30 de janeiro, o empresário Eike Batista iniciou a negociação de um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro. Segundo informações do Valor Econômico, as conversas já começaram com o MPF, mas a Procuradoria Geral da República também precisa ser envolvida.

Eike é suspeito de pagar propina ao ex-governador do Rio Sérgio Cabral – também está preso Flávio Godinho, ex-diretor jurídico de uma de suas empresas, a EBX. Ambos estariam negociando a delação, por isso, a expectativa é de que os dois fechem acordos complementares. O advogado de Eike, Fernando Teixeira Martins, nega, no entanto, que seu cliente esteja negociando com o MPF. "Estamos seguindo com os recursos judiciais, os habeas corpus, e no momento não tem negociação. Eu nunca neguei a possibilidade de negociação no futuro.

Mas é necessário que se esgotem os recursos possíveis para que, se ele tem a intenção de delatar, que isso aconteça só mais adiante”. O advogado de Godinho, Celso Vilardi, não foi encontrado para comentar. Se iniciar uma colaboração, Eike poderá detalhar casos relacionados a contratos relacionados a contratos com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Caixa Econômica Federal.

Bahia Notícias
Agentes da Polícia Federal cumprem mandados de nova fase da Operação Lava Jato na manhã desta terça-feira (28). De acordo com informações, há um mandado de prisão a ser cumprido no Rio de Janeiro.

Os mandados foram expedidos pelo juiz Sergio Moro. A ação ocorre uma semana depois de a PF cumprir mandados envolvendo políticos com foro privilegiado, após autorização do ministro relator da operação no Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin. Essa é a 39ª fase da Operação Lava Jato.

Um crime bárbaro chocou a cidade de Canoas, no Rio Grande do Sul. Uma menina de quatro anos foi morta pela mãe com uma facada no coração, no domingo (26).

De acordo com o delegado Valeriano Garcia Neto, da Delegacia de Homicídios de Canoas, o pai havia saído de casa pela manhã e, quando retornou, encontrou a filha morta com uma faca no peito. A mãe, identificada como Neila dos Santos Fagundes, de 30 anos, foi detida em flagrante e, segundo a polícia, não teria mostrado arrependimento.

Segundo o Uol, a mãe ambém foi conduzida à instituição de saúde, onde permaneceu sob cuidados médicos e escolta de policiais militares até a noite deste domingo. Os motivos do crime ainda não foram esclarecidos.

Do G1
Um assalto a um ônibus da linha Alcântara- Niterói tem passageiros reféns na manhã desta terça-feira (21), na BR101, na subida da ponte Rio-Niterói, sentido Rio. Viaturas da Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Militar estão no local. Desde as 8h50, suspeitos fazem os passageiros de reféns e policiais militares e agentes da Polícia Rodoviária Federal tentam uma negociação.

Às 9h50, o criminoso se entregou às autoridades, de acordo com a PRF. Ele era o único criminoso que mantinha os passageiros reféns. Às 9h09, o acesso à Ponte pela Av. do Contorno foi interditado por conta da ocorrência.

Às 9h29, policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) se deslocavam para o local. Uma mulher passou mal e foi liberada pelos criminosos. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, além dela, outras duas pessoas tinham sido liberadas até as 9h30.

Bahia Notícias
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (21) uma nova fase da Lava Jato, desta vez envolvendo políticos com foro. Segundo informações do Bom dia Brasil, da TV Globo, há mandados judiciais emitidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), corte responsável por casos envolvendo pessoas com foro privilegiado.

Há uma operação em curso também em Salvador na manhã desta terça: equipes da PF foram vistas em um edifício do Condomínio Reserva Albalonga, no Horto Florestal. Segundo a superintendência regional da PF, os dois mandados cumpridos na capital baiana são referentes a uma operação autorizada pelo STF, mas ainda não há mais detalhes sobre a ação.

Ainda não há confirmação se o cumprimento de mandados em Salvador tem relação com a 39ª fase da Lava Jato.

Bocão News
Nesta terça-feira (21), a Polícia Federal deflagrou uma operação para desarticular uma organização criminosa especializada em fraudes contra o sistema bancário na internet e crimes cibernéticos. São cumpridos 37 mandados judiciais em Goiás, além dos estados do Pará, Tocantins, Santa Catarina e no Distrito Federal. A estimativa é que o esquema tenha causado prejuízo de mais de R$ 2,5 milhões.

De acordo com a PF, essa é a segunda fase da Operação Darkode. A primeira ocorreu em julho de 2015, cujos alvos eram hackers que se comunicavam por intermédio de um site denominado Darkode. Na época, dois homens suspeitos de participar de um esquema de fraudes internacionais pela internet foram presos em Goiânia.

Cerca de 100 policiais federais cumprem os 37 mandados judiciais, sendo quatro mandados de prisão preventiva, 15 mandados de prisão temporária e 18 mandados de busca e apreensão em residências e em empresas vinculadas ao grupo investigado, com o objetivo de colher provas contra outros integrantes e beneficiários da organização, bem como identificar e apreender bens adquiridos ilicitamente. As diligências são realizadas nas cidades de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Anápolis e Senador Canedo, além do Pará, Tocantins, Santa Catarina e Distrito Federal.

A PF detalha que a organização criminosa cometia fraudes contra o sistema bancário por meio da internet. O homem apontado como líder da organização, cujo nome não foi revelado, cumpre pena no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, imposta por sentença condenatória da 11ª Vara Federal de Goiânia em decorrência da prática de crime cibernético.

Ainda segundo a PF, o nome da operação faz alusão ao fórum internacional intitulado Darkode, criado em 2007, com o propósito de reunir os maiores e os mais especializados hackers e criminosos cibernéticos em um único ambiente virtual.