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Um mês após a morte de Arthur Araújo Lula da Silva , de sete anos, neto do ex-presidente Lula , a Prefeitura de Santo André informou que a causa da morte não foi meningite, como informado inicialmente pelo Hospital Bartira.

Arthur morreu no dia 1 de março após dar entrada no hospital por volta das 7h14 com febre, náuseas e dores abdominais. Segundo a Prefeitura de Santo André, o quadro evoluiu para confusão mental e o menino morreu por volta de 12 horas. A causa atribuída pelo hospital foi meningite.

"Apesar da notificação, o resultado do exame de líquor realizado no mesmo dia pelo próprio Hospital Bartira, acusou bacterioscopia negativa", informou a Prefeitura de Santo André.

As amostras de sangue foram, então, enviadas para o Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo. O laudo, emitido nesta segunda-feira, aponta que o resultado descartou todos os tipos de meningite como causas da morte.

A Prefeitura de Santo André, contudo, não informou qual o motivo do óbito do neto do ex-presidente Lula.

"Informações adicionais relacionadas ao caso dependem da autorização expressa da família da criança", segundo o comunicado da Prefeitura.

Após a morte do neto de Lula, a Justiça Federal do Paraná decidiu permitir que o ex-presidente participasse do velório de Arthur.

FONTE: Jornal o GLOBO

Em meio a uma nova onda de insatisfação dos caminhoneiros, a Petrobras anunciou nesta terça (26) mudanças em sua política de preços para o diesel, que passará a ter reajustes em um prazo mínimo de 15 dias.

A companhia anunciou ainda estudos para a implantação de um cartão de pagamentos -batizado de Cartão Caminhoneiro- para a compra do combustível a preço fixo em postos da BR Distribuidora, como proteção contra a volatilidade de preços.

A mudança na periodicidade dos reajustes foi aprovada pela diretoria da estatal em reunião na segunda (25). Diferentemente do que aconteceu em outras ocasiões semelhantes, não há previsão de entrevista para detalhar a medida.

Em comunicado ao mercado, a Petrobras afirmou que manterá a política de acompanhamento das cotações internacionais, mas que os reajustes se darão em "períodos não inferiores a 15 dias".

O Ministério Público Federal em Brasília pediu nesta terça-feira (26) à Justiça Federal para tornar o ex-presidente Michel Temer réu em uma ação penal.

Em 2017, quando ainda estava no mandato, Temer foi denunciado pela Procuradoria Geral da República (PGR) no caso em que Rodrigo Rocha Loures, então assessor especial da Presidência, foi flagrado pela Polícia Federal recebendo de um integrante da J&F uma mala com R$ 500 mil.

Segundo a denúncia, o dinheiro era propina da empresa para o grupo político de Temer. Desde que as investigações começaram, o ex-presidente e a defesa dele têm negado envolvimento com irregularidades e afirmado que o dinheiro não era para ele.

Quando a PGR denunciou Temer, a Câmara analisou o caso – conforme prevê a Constituição – e rejeitou o prosseguimento do processo para o Supremo Tribunal Federal.

Com a decisão, a denúncia ficou parada na Justiça e, com o fim de mandato de Temer, e o fim do direito dele ao foro privilegiado, o caso foi para a Justiça Federal de Brasília.

Quando alguém é denunciado pelo MP em uma instância da Justiça, e o caso vai para outra instância, a denúncia precisa ser ratificada pelo MP para prosseguir. Não há prazo para o juiz federal de primeira instância decidir sobre o pedido.

FONTE: G1

O ex-presidente Michel Temer deixou a superintendência da Polícia Federal do Rio de Janeiro no início da noite desta segunda-feira (25). Ele foi liberado da prisão por determinação do desembargador do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2).

O ex-presidente foi preso na última quinta (21) como parte da Operação Descontaminação. O ex-ministro Moreira Franco, João Baptista Lima Filho, conhecido como coronel Lima, e os outros cinco alvos da ação também foram liberados com a decisão desta segunda do desembargador Antonio Ivan Athié.

Ao justificar a decisão, o desembargador disse que não é contra a Operação Lava Jato, mas disse que a prisão foi baseada em "suposições de fatos antigos". "Tem-se fatos antigos, possivelmente ilícitos, mas nenhuma evidência de reiteração criminosa posterior a 2016, ou qualquer outro fator que justifique prisão preventiva", escreveu.

FONTE: Bahia Notícias

O edital do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) foi divulgado nesta segunda-feira (25) no portal do Inep (Instituto Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), órgão vinculado ao Ministério da Educação. A página, contudo, apresentava instabilidade durante a manhã. 

O exame será realizado nos dias 3 e 10 de novembro. É composto por quatro provas com 45 questões objetivas cada e uma redação de, no máximo, 30 linhas. As inscrições podem ser feitas de 6 até 17 de maio. Para participar, o estudante deve pagar uma taxa de R$ 85 -no ano passado, o valor era de R$ 82. O pagamento pode ser feito em agências bancárias, casas lotéricas ou nos Correios.

Quem quiser pedir isenção da taxa deve fazê-lo entre 1º e 10 de abril. Vale, por exemplo, para pessoas com renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal de até três salários mínimos e estudantes que cursaram todo o ensino médio na rede pública.

A Força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro prendeu, na manhã desta quinta-feira (21), Michel Temer, ex-presidente da República. Os agentes ainda tentam cumprir um mandado contra Moreira Franco, ex-ministro de Minas e Energia.

Os mandados foram expedidos pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio.

Desde quarta-feira (20), a Polícia Federal (PF) tentava rastrear e confirmar a localização de Temer, sem ter sucesso. Por isso, a operação prevista para as primeiras horas da manhã desta quinta-feira atrasou.

O G1 ligou para a defesa de Temer, mas até as 11h25 os advogados não haviam atendido a ligação. Ainda não está claro a qual processo se referem os mandados contra Temer e Moreira Franco.

O ex-presidente Michel Temer responde a dez inquéritos. Cinco deles tramitavam no Supremo Tribunal Federal (STF), pois foram abertos à época em que o emedebista era presidente da República e foram encaminhados à primeira instância depois que ele deixou o cargo. Os outros cinco foram autorizados pelo ministro Luís Roberto Barroso em 2019, quando Temer já não tinha mais foro privilegiado. Por isso, assim que deu a autorização, o ministro enviou os inquéritos para a primeira instância.

Entre outras investigações, Temer é um dos alvos da Lava Jato do Rio. O caso, que está com o juiz Marcelo Bretas, trata das denúncias do delator José Antunes Sobrinho, dono da Engevix. O empresário disse à Polícia Federal que pagou R$ 1 milhão em propina, a pedido do coronel João Baptista Lima Filho (amigo de Temer), do ex-ministro Moreira Franco e com o conhecimento do presidente Michel Temer. A Engevix fechou um contrato em um projeto da usina de Angra 3.

FONTE: G1

 

O primeiro encontro entre os presidentes do Brasil e dos Estados Unidos, aconteceu nesta terça-feira (19) em Washington (EUA), tem na pauta temas econômicos, assuntos relacionados à segurança, defesa e diplomacia na América Latina, além de uma tentativa de alinhar a atuação dos dois países.

"Pela primeira vez em muito tempo, um presidente brasileiro que não é antiamericano chega a Washington", escreveu Jair Bolsonaro no Twitter, depois de desembarcar nos EUA para o encontro com Donald Trump. "É o começo de uma parceria pela liberdade e prosperidade, como os brasileiros sempre desejaram."

"Brasil e Estados Unidos juntos assustam os defensores do atraso e da tirania ao redor do mundo. Os quem têm medo de parcerias com um país livre e próspero. É o que viemos buscar!", completou Bolsonaro.

Essa será a primeira visita de Bolsonaro como chefe de Estado atendendo a um convite de um colega de outro país. Ele ainda tem visitas previstas ao Chile e a Israel ainda neste mês. Bolsonaro foi convidado por Trump a visitar os EUA no dia seguinte ao de sua posse, em janeiro. Desde então, Brasil e EUA têm discutido uma pauta comum.


Há a expectativa, por exemplo, de que os dois países aumentem a pressão contra o regime de Nicolás Maduro na Venezuela e assinem um acordo para o uso comercial do Centro de Lançamentos de Alcântara, no Maranhão.

FONTE: BBC News

O Brasil perderá o certificado de erradicação do sarampo após a confirmação de mais um caso endêmico, ou seja, dentro do território brasileiro em 23 de fevereiro no Pará. As informações foram divulgadas pelo Ministério da Saúde nesta terça-feira (19).

Desafios do Brasil na luta contra o sarampo
O ministério notificou o caso para a Organização Pan Americana da Saúde (OPAS) e informou que já trabalha para controlar a doença e obter novamente o status de país livre do sarampo. O Brasil viveu um surto da doença em 2018 com mais de 10 mil casos registrados especialmente no Amazonas e em Roraima.