Login to your account

Username *
Password *
Remember Me
Sábado, 23 Março 2019
Nublado

25°C

Condeúba

Nublado

Umidade: 65%

Vento: 6 km/h

A Operação Sothis, como foi batizada a 47ª etapa da Operação Lava jato, tem como alvo o ex-gerente da Transpetro, José Antônio de Jesus, que foi alvo de um mandado de prisão temporária (clique aqui) por suspeita de participar de um esquema de corrupção envolvendo a subsidiária da Petrobras. Segundo informações do Ministério Público Federal (MPF) no Paraná, ele recebia 0,5% de um contrato de uma empresa de engenharia como propina – inicialmente ele havia pedido 1%.

“Esse valor foi pago mensalmente em benefício do Partido dos Trabalhadores (PT), de modo independente dos pagamentos feitos pela mesma empresa a pedido da presidência da Transpetro, e que eram redirecionados ao PMDB. O ex-gerente se desligou da subsidiária da Petrobras recentemente”, afirma o MPF em nota. José Antônio e seus familiares são investigados por suspeita de negociar com a empresa de engenharia o recebimento de R$ 7 milhões em propinas. O valor foi pago mensalmente em benefício do PT, entre setembro de 2009 e março de 2014.

A procuradora da República Jerusa Burmann Viecili aponta que “nesse caso houve um dos esquemas mais rudimentares de lavagem de dinheiro da Lava Jato. A propina saía da conta bancária da empresa de engenharia para a conta bancária de empresa do filho, sem qualquer contrato ou justificativa para o repasse do dinheiro”.

Estão sendo investigados contratos da empresa do filho do ex-gerente, que é controlada efetivamente pelo pai, com a Transpetro, “o que pode indicar a inexistência ou falha grave de mecanismos de compliance”. O nome e da operação é uma referência a uma das empresas investigadas, a Sirius – a estrela Sirius era chamada pelos egípcios de Sothis.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) divulgou há pouco o gabarito oficial das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), realizadas nos dias 5 e 12 de novembro.Com o gabarito [CONFIRA AQUI] , os candidatos podem saber quantas questões acertaram.

A operação Backbone, deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta terça-feira (14) para apurar desvios na Caixa Econômica Federal, investiga irregularidades em contratos firmados com a área de Tecnologia da Informação da empresa. A PF aponta que uma organização criminosa formada por empregados da CEF, empresários da área de TI e uma empresa de consultoria de um ex-funcionário do banco desviou quase R$ 400 milhões.

Segundo a Polícia Federal, os empresários de TI repassavam dinheiro à empresa de consultoria por meio de contratos de prestação de serviço a princípio inexistentes. Parte do valor era repassado aos integrantes da organização criminosa. Em troca, as empresas de TI eram favorecidas em contratos com a Caixa.

As investigações apontam que empregados da CEF, juntamente com o sócio administrador da empresa de consultoria, receberam vantagens indevidas repassadas por empresas de TI com a finalidade de cometer irregularidades na formalização e fiscalização dos contratos dessas empresas com a CEF. Os contratos sob investigação totalizam um valor aproximado de R$ 385 milhões. Na área da informática, Backbone faz referência à espinha dorsal de um sistema de rede de computadores.

Na Operação Papiros de Lama, quinta fase da Lama Asfáltica, deflagrada nesta terça-feira (14) há um mandado de prisão contra o ex-governador do Mato Grosso do Sul André Puccinelli (PMDB). A ação é comandada pela Polícia Federal, Controladoria-Geral da União e Receita Federal.

A investigação tem como objetivo desbaratar um esquema que desviou recursos públicos por meio do direcionamento de licitações públicas, superfaturamento de obras públicas, aquisição fictícia ou ilícita de produtos, financiamento de atividades privadas sem relação com a atividade-fim de empresas estatais, concessão de créditos tributários com vistas ao recebimento de propina e corrupção de agentes públicos.

Os prejuízos causados pelo esquema aos cofres públicos, segundo a PF, passam dos R$ 235 milhões.

Um galpão dos Estúdios Globo, em Curicica, Zona Oeste do Rio, foi atingido por um incêndio na noite desta quinta-feira (9). Não houve registro de feridos, de acordo com informações do G1.

Segundo a Central Globo de Comunicação, o fogo começou por volta das 18h, horário de Brasília, e atingiu o galpão de apoio às gravações da próxima novela das 7, “Deus Salve o Rei”. Militares do Quartel de Jacarepaguá participaram da operação para debelar as chamas e ainda estavam no local por volta das 20h20, também pela hora de Brasília.

Um avião de pequeno porte caiu no quintal de uma casa, nesta segunda-feira (9), em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. Segundo o G1, o Corpo de Bombeiros informou que três pessoas que estavam dentro da aeronave, um monomotor da empresa americana Beech Aircraft e está com a matrícula regular junto à Anac, morreram.

O acidente ocorreu na Rua Noruega, ao lado do aeroporto Professor Eribelto Manoel Reino, no Jardim Alto Rio Preto e não há informações sobre moradores feridos.

O avião saiu de Tangará da Serra (MT) e iria pousar em Rio Preto.

Preso neste fim de semana junto com o dono da JBS, Joesley Batista, o executivo da empresa, Ricardo Saud, afirmou em depoimento à Procuradoria-Geral da República (PGR) na semana passada que gravou um encontro entre ele, Joesley Batista e o ex-ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Segundo o pedido de prisão de Joesley e Saud, feito pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot, a gravação foi enviada para o exterior, em “aparente tentativa de ocultação dos arquivos das autoridades”. A medida teria sido orientada pelo ex-procurador Marcelo Miller. De acordo com o documento, Saud contou no depoimento que, em um encontro com Miller, quando ele ainda era procurador, “houve uma briga quando falou sobre José Eduardo Cardozo”. O diretor da J&F relatou que participou de um encontro entre Joesley, Cardozo e o advogado Marco Aurélio Carvalho, sócio do ex-ministro da Justiça. Conforme Saud, nessa reunião que também teria sido gravada, Marco Aurélio quis “vender serviços” de advocacia. Ainda no depoimento, o executivo contou que, quando relatou a Miller que havia gravado Cardozo, o ex-procurador “disse que aquilo daria cadeia, que iriam para cima dele, depoente, e José Eduardo Cardozo”.

O administrador Marcelo Maran, investigado na Operação Custo Brasil por suspeita de integrar um esquema de desvio de dinheiro em contratos de empréstimos consignados no âmbito do Ministério do Planejamento, assinou acordo de delação premiada.

Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, Maran era responsável pela contabilidade do escritório do advogado Guilherme Gonçalves, apontado como o gestor de repasses ilegais destinados a campanhas e gastos pessoais da presidente nacional do PT, a senadora Gleisi Hoffmann (PR), e de seu marido, o ex-ministro de Planejamento Paulo Bernardo. Ainda de acordo com Folha, Maran contou aos membros da força-tarefa da Procuradoria-Geral da República em Brasília como funcionava o esquema de propina – desde abril ele atua junto aos procuradores para identificar o conteúdo de planilhas, documentos e manuscritos apreendidos no escritório de advocacia. Maran informou quais notas fiscais foram forjadas para justificar as despesas de Gleisi e apontou a destinação do dinheiro vivo que teria sido sacado na boca do caixa.

Uma pessoa envolvida no acordo, que aguarda homologação do ministro José Antônio Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), uma pessoa envolvida com o acordo, os depoimentos do delator, gravados em vídeo, corroboram as acusações feitas pela Procuradoria contra os petistas. O delator indicou ainda que além do dinheiro desviado dos contratos de crédito consignado, o delator também falou sobre corrupção envolvendo empresas de transporte público do Paraná.