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A empreiteira OAS apresentou fatos ilícitos envolvendo ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) e conselheiros dos Tribunais de Contas da maioria dos estados onde a empresa atuava. Executivos da empreiteira relataram que membros de tais cortes atuaram a favor da OAS, sejam em trâmites para dar celeridade a obra como também na liberação de recursos.

Fontes envolvidas na investigação informaram à Folha de S.Paulo que os temas da delação já foram fechados com a Procuradoria-Geral da República (PGR) e com a força-tarefa em Curitiba. A empresa promete delatar também personagens do Judiciário, por meio do diretor jurídico da empreiteira, Bruno Brasil, e o sócio e ex-presidente da empresa, Léo Pinheiro.

Entre os personagens estão os ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Humberto Martins, atual vice-presidente da corte, e Benedito Gonçalves. Ambos negam qualquer irregularidade. A OAS já é investigada no Rio Grande do Norte, em razão da construção da Arena das Dunas, em 2014, para a Copa de 2014.

É investigado se o ex-ministro e ex-presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) atuou junto ao TCU e ao TCE para liberar parcelas do financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social para o estádio. Além do acordo de delação, a empreiteira tenta um acordo de leniência com a força-tarefa.

Procuradores colocaram na mesa um pedido de multa de R$ 500 milhões para a empresa. Os advogados do grupo alegaram que a OAS não tem condições de arcar com o valor e por isso estão tentando diminuir o valor.

O ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) foi preso nesta segunda-feira (3) pela Polícia Federal. A prisão ocorreu em Salvador, onde ele reside. Geddel foi citado nas delações da JBS como interlocutor do presidente Michel Temer para assuntos relacionados à empresa.

A detenção preventiva foi ordenada pelo juiz federal Vallisney Oliveira, no âmbito da Operação Cui Bono, que investiga irregularidades na Caixa Econômica Federal. O peemedebista estaria tentando obstruir as investigações. Em gravação feita pelo empresário Joesley Batista com o presidente Michel Temer, o ex-ministro é classificado pelo executivo como "ponte" entre Temer e a empresa (relembre).

Ele destaca que, quando ministro, Geddel "sempre estava ali". "Mas Geddel também, com esse negócio, eu perdi o contato porque ele virou investigado, agora eu não posso também. Eu não posso encontrar com ele", explica o empresário ao presidente durante o diálogo. Temer concorda com o dono da JBS, afirmando para ele "ir com cuidado" porque isso poderia figurar "obstrução da Justiça".

O empresário, então, questiona qual seria a melhor forma de falar com o presidente, uma vez que por intermédio de Geddel estaria mais difícil. O homem apontado por Temer para fazer essa transição foi Rodrigo Rocha Loures. Dias depois, Loures foi flagrado saindo de uma pizzaria em São Paulo com uma mala contendo R$ 500 mil. A prisão de Geddel já era bastante especulada pelo meio político em Brasília e indica uma aproximação ainda maior das investigações a figuras próximas do presidente Michel Temer.

Até novembro de 2016, o peemedebista ocupava a Secretaria de Governo, porém pediu demissão após se envolver em uma polêmica com o ex-ministro da Cultura, Marcelo Calero, que o acusou de tráfico de influência para a liberação de obras do condomínio La Vue, na Ladeira da Barra, em Salvador - as obras eram em um trecho que exigia autorização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Além da JBS, Geddel também foi citado nas delações premiadas da Odebrecht e pode se tornar alvo de inquérito.

Neste domingo (2), o vice-prefeito de Salvador, Bruno Reis (PMDB), chegou a dizer que o ex-ministro estava "tranquilo" com a escalada de fatos o envolvendo na Lava Jato (veja aqui). No dia seguinte, entretanto, Geddel foi levado preso, sem previsão de quando poderá voltar à liberdade.

Com o propósito de desarticular uma organização criminosa que atuava no roubo e receptação de cargas, a "Operação Desvio de Rota" já prendeu 16 pessoas na manhã desta terça-feira (6). Grande quantidade de dinheiro, além de cargas expressivas de mercadorias roubadas e duas armas de fogo também foram apreendidas.

Segundo informações do Ministério Público da Bahia (MP-BA), responsável por deflagrar a operação, foram expedidos 22 mandados de prisão e um de condução coercitiva contra o grupo que atuava na Bahia, São Paulo e Minas Gerais.

Somente em 2016, eles roubaram cargas no valor de aproximadamente R$ 2 milhões entre produtos de limpeza, carne e pneus. Os mandados foram cumpridos pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Civil.

 

Frente os atos de vandalismo protagonizados por manifestantes em Brasília nesta quarta-feira (24), o governo anunciou que irá enviar tropas federais para o Itamaraty, Palácio do Planalto e Esplanada dos Ministérios.

Cerca de oito prédios, em Brasília, foram danificados, além do próprio Ministério da Agricultura, que teve parte de sua área interna incendiada por manifestantes (veja aqui).

O ministro da Defesa, Raul Jungmann realizou uma coletiva, a mando de Temer, para comunicar que o governo irá enviar reforços para as tropas federais que já se encontravam no Itamaraty.

De acordo com o ministro, as tropas irão garantir que os prédios sejam mantidos incólumes. A solicitação de reforço foi realizada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para Temer.

O goleiro Bruno voltará à prisão. Em julgamento realizado nesta terça-feira (25), a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por maioria, pelo desconhecimento do habeas corpus concedido ao atual arqueiro do Boa Esporte-MG. Os ministros Alexandre de Moraes, Rosa Weber e Luiz Fux votaram contra o jogador; Marco Aurélio Mello foi a favor.

Ele foi condenado em 2013 a 22 anos e três meses de prisão pelo assassinato de Eliza Samudio e sequestro do filho Bruninho. Os crimes aconteceram em 2010, quando ele defendia as cores do Flamengo, clube pelo qual o atleta de 32 anos foi campeão brasileiro, em 2009.

O Exército Brasileiro foi procurado por parlamentares de esquerda sobre a possibilidade de implantar um estado de defesa antes do impeachment de Dilma Rousseff. Foi o que contou o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, durante entrevista dada para a revista Veja.

De acordo com Villas Bôas, a instituição foi sondada para decretar o estado de defesa nos dias anteriores ao impeachment. O exército possui uma assessoria parlamentar no Congresso que foi sondada por políticos de esquerda.

O exército, dentre outros poderes, poderia ser empregado para conter as manifestações que ocorriam contra a então presidente Dilma Rousseff. O Ministério da Defesa teria realizado uma planilha com os possíveis cenários caso o estado fosse decretado e quais seriam as consequências de cada um.

“Foi [um documento] feito no Ministério da Defesa e ficou lá. Todos com quem eu tratei desse assunto tiveram a mesma compreensão que eu - de que era totalmente descabida e perigosa a decretação do estado de defesa”, afirmou o general.

O comandante do Exército afirmou que a instituição agiu sendo “um protagonista silencioso”, tendo como base três pilares: a estabilidade, a legalidade e a legitimidade. “Tínhamos de preservar uma imagem de isenção e imparcialidade porque, caso fôssemos empregados, não poderíamos ser identificados como tendentes a um ou outro lado”, afirmou Villas Bôas.

O estado de defesa é decretado pela presidência da República em caso de “grave instabilidade institucional” e busca a preservação ou reestabelecimento da ordem pública e da paz social. O estado tem a duração total de 30 dias, que são prorrogáveis.

Caso o estado fosse decretado, alguns direitos dos cidadãos são suspensos, como o sigilo de correspondência, de comunicação telegráfica e telefônica e o direito de reunião. Determinados prédios públicos também poderiam vir a ser desapropriados para atender desabrigados.

A Mega-Sena do próximo concurso, que corre na quarta-feira (26), deve pagar uma quantia de R$ 97 milhões. É o maior valor pago neste ano e o sexto maior prêmio em um concurso regular da história da Mega.

A soma perto dos R$ 100 milhões se deve ao fato de ninguém ter acertado as seis dezenas neste sábado (22). Segundo a Caixa Econômica Federal, com exceção da Mega da Virada, as últimas boladas pagas neste volume foram de cerca de R$ 111 milhões, em fevereiro de 2014; R$ 119 milhões, em dezembro de 2010; R$ 135 milhões, em novembro de 2014; R$ 197 milhões, em dezembro de 2015, e R$ 205 milhões, em novembro de 2015.

Os números sorteados no concurso 1.923 foram 09-34-42-45-46-59. Cento e dez bilhetes acertaram cinco dezenas e os proprietários das apostas vão receber R$ 50.376,11. Já a quadra saiu para 9.351 ganhadores, que vão receber R$ 846,56.

O cantor Jerry Adriani morreu neste domingo (23), aos 70 anos, no Rio de Janeiro. O artista enfrentava um câncer e estava internado no Hospital Vitória, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade. A morte dele foi confirmada pela família ao G1. O cantor veio a óbito às 15h30. No último dia 7, Adriani deu entrada na unidade para tratar de uma trombose em uma das pernas.

Na ocasião, o empresário do artista afirmou que a situação dele era “gravíssima”. Ídolo da Jovem Guarda, Jair Alves de Souza nasceu em 29 do janeiro de 1947, no bairro do Brás, em São Paulo. Adotou o nome artístico de Jerry Adriani quando começou sua carreira como cantor, em 1964.

Além da música, o cantor também construiu uma carreira na TV, como apresentador dos programas “Excelsior a Go Go”, da TV Excelsior, e "A Grande Parada", na TV Tupi, todos na década de 60.

Além da TV, Jerry se aventurou pelo cinema. Ele cantou e atuou em “Essa Gatinha a Minha” (com Peri Ribeiro e Anik Malvil); “Jerry, A Grande Parada”; e “Jerry em busca do tesouro” (com Neyde Aparecida e os Pequenos Cantores da Guanabara). Ainda não há informações sobre velório e enterro do cantor.