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Bocão News
Nesta quinta-feira (27), a Polícia Federal deflagrou a 11ª fase da Operação Acrônimo nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal. Nesta etapa, estão sendo cumpridos 20 mandados judiciais, sendo 10 buscas e 10 conduções coercitivas. Os mandados foram autorizados pelo juiz Ricardo Augusto Soares Leite da 10ª Vara Federal de Brasília.

A operação está focada em dois inquéritos policiais que apuram eventos distintos da investigação. Um deles refere-se à cooptação e pagamento de vantagens indevidas para que empresa de publicidade elaborasse campanhas educativas do Ministério da Saúde, Ministério das Cidades e Ministério do Turismo nos anos de 2011 e 2012.

O outro evento investigado nesta fase é fraude em licitação da Universidade Federal de Juiz de Fora, vencida pela gráfica de um dos investigados. Posteriormente, o Ministério da Saúde utilizou a mesma ata fraudada.

As ações de hoje são um desdobramento da investigação que tramita no Superior Tribunal de Justiça. O magistrado relator do caso determinou o encaminhamento de parte da apuração à Justiça Federal de primeira instância, por não envolver investigados com prerrogativa de foro naquela Corte.

O empresário Marcelo Odebrecht e outros 50 executivos da empreiteira que leva o nome de sua família fecharam acordo de delação premiada com a força-tarefa da Operação Lava Jato. Outros acordos ainda estão pendentes de acertos finais entre investigadores e investigados. Uma fonte vinculada à operação informou ao Globo que os acordos estão abaixo da expectativa dos procuradores, mas ainda assim são abrangentes e atingem "de forma democrática" líderes de todos os grandes partidos que estão no governo ou na oposição.

"Não vai ser o fim do mundo, mas são informações suficientes para colocar o sistema político em xeque", resumiu. Dez investigadores estão escalados para interrogar mais de 50 delatores, mas ventila-se a possibilidade de esse número ser ampliado para 68. Não se sabe ainda quantos depoimentos cada investigador terá que conduzir, mas é considerada a estratégia de os delatores serem colocados em fuma fila e serem ouvidos conforme sua relevância na hierarquia da propina, caso faltem investigadores para ouvi-los.

Os interrogatórios deverão ser feitos em Curitiba, Brasília, São Paulo e Salvador. Os acordos firmados há cerca de duas semanas deverão ser assinados no final dos depoimentos, que têm previsão para o final deste ano e início de 2017. Na fase preliminar das negociações, Odebrecht e os demias executivos citaram pelo menos 130 deputados, senadores e ministros, além de 20 governaodres e ex-governadores, entre eles: o presidente Michel Temer (PMDB) e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), José Serra (Relações Exteriores) e Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo); os ex-ministros Antonio Palocci (Fazenda, na época de Lula, e Casa Civil, no governo Dilma Rousseff) e Guido Mantega (Fazenda, nos mandatos de Lula e Dilma); e o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

De acordo com dados da metodologia de cálculo da inflação oficial no país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o cigarro leva uma fatia de 1,08% do orçamento mensal das famílias, participação mais de três vezes superior à da batata, por exemplo.

A fatia do orçamento mensal das famílias destinada ao fumo praticamente equivale à da despendida com o tradicional arroz com feijão carioca (1,12% do IPCA), ou a tudo o que se gasta no mês com manicure, cinema e médico juntos (1,1% do IPCA). De acordo com a Veja, o gasto dos consumidores com cigarro é ainda 13,5 vezes superior ao do cafezinho, a bebida predileta do brasileiro. Por ter um peso relevante, qualquer movimento no preço do cigarro mexe com a inflação no país, mas Eulina Nunes dos Santos, coordenadora de Índices de Preços do IBGE, lembra que a influência já foi maior.

Há vinte anos, o peso do cigarro na cesta de produtos consumidos pelos brasileiros chegava a 1,4%. Como o item ficou 448,17% mais caro desde então, contra uma alta de 252,08% da inflação oficial, o movimento mostra que as famílias cortaram despesas com o item.

Os policiais federais que começaram a sexta-feira (21) no Congresso Nacional estão cumprindo mandados de busca e apreensão no gabinete do senador Fernando Collor (PTC-AL) e nas dependências da Polícia Legislativa do Senado. A operação contabiliza ainda a prisão de quatro policiais legislativos, sob suspeita de usarem a estrutura do órgão para fazer contraespionagem e atrapalhar investigações da Operação Lava Jato.

De acordo com O Globo, as duas instituições de segurança já haviam se estranhado antes, quando o Senado reclamou da ação de policiais federais ao fazerem busca e apreensão em apartamentos funcionais de senadores, entre eles Collor.

AS informações Bahia Notícias

Bahia Notícias

O juiz federal Sérgio Moro determinou nesta terça-feira (18) a prisão do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ). De acordo com a Globo News, o ex-deputado foi preso nesta quarta (19) em Brasília pela Polícia Federal.

O pedido de Moro, responsável pela Operação Lava Jato, foi de prisão preventiva – ou seja, por tempo indeterminado. A PF chegou a procurar o peemedebista no Rio de Janeiro. Ele deve ser encaminhado para a Superintendência da PF em Curitiba ainda nesta quarta. Cunha perdeu o mandato de deputado federal em setembro, após ser cassado pela Câmara. Assim, perdeu o foro privilegiado e seu processo deixou o Supremo Tribunal Federal (STF).

Estadão

Quatro dias depois de o juiz da Lava Jato em Curitiba, Sérgio Moro, aceitar a ação penal contra o ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB) a Justiça Federal em Curitiba emitiu nesta segunda-feira, 17, o pedido de intimação do peemedebista encaminhado à Justiça Federal no Rio de Janeiro, onde ele mora.

Com isso, caberá a um oficial de Justiça do Rio localizar e entregar a intimação ao deputado cassado que, a partir daí, terá dez dias para entregar sua defesa ao juiz da Lava Jato. Nesta ação, Cunha é acusado de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão fiscal pela manutenção de contas secretas na Suíça que teriam recebido propina do esquema na Petrobrás. Como a ação já havia sido aberta pelo Supremo em junho, Moro apenas deu 10 dias para o peemedebista apresentar sua defesa.

O processo foi remetido para a primeira instância em Curitiba, pois Cunha perdeu foro privilegiado desde que foi cassado pela Câmara, por 450 votos a 10, no dia 12 de setembro. Com isso, na semana passada o Supremo remeteu esta ação contra o peemedebista para a Justiça Federal em Curitiba, sede da Lava Jato.

Bahia Notícias
Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) sofreu um acidente e caiu logo após a decolagem durante a tarde deste domingo (9), em São Paulo. De acordo com informações do G1, os dois pilotos e os seis passageiros da aeronave que estavam a bordo não se machucaram.

Segundo informações da FAB, o avião teve problemas no trem de pouso e nos motores. Os pilotos perderam o controle da aeronave pouco depois de sair do Campo de Marte. O grupo retornava para Florianópolis. A Força Aérea ainda usou espuma sobre o avião para evitar incêndio.

Estadão - BRASÍLIA

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), deferiu pedido feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e autorizou o fatiamento do maior inquérito da Operação Lava Jato que tramita na Corte. Agora, serão quatro inquéritos separados, um destinado ao envolvimento de políticos do PP, outro relativo ao PT, um terceiro sobre o PMDB no Senado e o último sobre o PMDB na Câmara em uma organização criminosa que atuou no esquema de corrupção na Petrobrás.

No total, 66 pessoas são alvo das quatro investigações, incluindo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Senado, Renan Calheiro (PMDB-AL).

Ao pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) o desmembramento da investigação, Janot disse que políticos do PT, PMDB e PP usaram os partidos para "perpetração de práticas espúrias".
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"Alguns membros de determinadas agremiações se organizaram internamente, utilizando-se de seus partidos e em uma estrutura hierarquizada, para perpetração de práticas espúrias. Nesse aspecto, há verticalização da organização criminosa. Noutro giro, a horizontalização é aferida pela articulação existente entre alguns membros de agremiações diversas, adotando o mesmo modus operandi e dividindo as fontes de desvio e arrecadação ilícita", escreveu o procurador-geral da República.