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Sexta, 18 Janeiro 2019

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Bahia Notícias

O juiz federal Sérgio Moro determinou nesta terça-feira (18) a prisão do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ). De acordo com a Globo News, o ex-deputado foi preso nesta quarta (19) em Brasília pela Polícia Federal.

O pedido de Moro, responsável pela Operação Lava Jato, foi de prisão preventiva – ou seja, por tempo indeterminado. A PF chegou a procurar o peemedebista no Rio de Janeiro. Ele deve ser encaminhado para a Superintendência da PF em Curitiba ainda nesta quarta. Cunha perdeu o mandato de deputado federal em setembro, após ser cassado pela Câmara. Assim, perdeu o foro privilegiado e seu processo deixou o Supremo Tribunal Federal (STF).

Estadão

Quatro dias depois de o juiz da Lava Jato em Curitiba, Sérgio Moro, aceitar a ação penal contra o ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB) a Justiça Federal em Curitiba emitiu nesta segunda-feira, 17, o pedido de intimação do peemedebista encaminhado à Justiça Federal no Rio de Janeiro, onde ele mora.

Com isso, caberá a um oficial de Justiça do Rio localizar e entregar a intimação ao deputado cassado que, a partir daí, terá dez dias para entregar sua defesa ao juiz da Lava Jato. Nesta ação, Cunha é acusado de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão fiscal pela manutenção de contas secretas na Suíça que teriam recebido propina do esquema na Petrobrás. Como a ação já havia sido aberta pelo Supremo em junho, Moro apenas deu 10 dias para o peemedebista apresentar sua defesa.

O processo foi remetido para a primeira instância em Curitiba, pois Cunha perdeu foro privilegiado desde que foi cassado pela Câmara, por 450 votos a 10, no dia 12 de setembro. Com isso, na semana passada o Supremo remeteu esta ação contra o peemedebista para a Justiça Federal em Curitiba, sede da Lava Jato.

Bahia Notícias
Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) sofreu um acidente e caiu logo após a decolagem durante a tarde deste domingo (9), em São Paulo. De acordo com informações do G1, os dois pilotos e os seis passageiros da aeronave que estavam a bordo não se machucaram.

Segundo informações da FAB, o avião teve problemas no trem de pouso e nos motores. Os pilotos perderam o controle da aeronave pouco depois de sair do Campo de Marte. O grupo retornava para Florianópolis. A Força Aérea ainda usou espuma sobre o avião para evitar incêndio.

Estadão - BRASÍLIA

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), deferiu pedido feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e autorizou o fatiamento do maior inquérito da Operação Lava Jato que tramita na Corte. Agora, serão quatro inquéritos separados, um destinado ao envolvimento de políticos do PP, outro relativo ao PT, um terceiro sobre o PMDB no Senado e o último sobre o PMDB na Câmara em uma organização criminosa que atuou no esquema de corrupção na Petrobrás.

No total, 66 pessoas são alvo das quatro investigações, incluindo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Senado, Renan Calheiro (PMDB-AL).

Ao pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) o desmembramento da investigação, Janot disse que políticos do PT, PMDB e PP usaram os partidos para "perpetração de práticas espúrias".
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"Alguns membros de determinadas agremiações se organizaram internamente, utilizando-se de seus partidos e em uma estrutura hierarquizada, para perpetração de práticas espúrias. Nesse aspecto, há verticalização da organização criminosa. Noutro giro, a horizontalização é aferida pela articulação existente entre alguns membros de agremiações diversas, adotando o mesmo modus operandi e dividindo as fontes de desvio e arrecadação ilícita", escreveu o procurador-geral da República.

Bocão News

A nova fase da Operação Lava Jato, a Omertà, centra as investigações sobre o ex-ministro Antonio Palocci e aponta que ele tratava com a empreiteira Odebrecht assuntos relacionados a pelo menos quatro diferentes esferas da administração pública federal. De acordo com a força-tarefa, planilha apreendida durante a operação mostra que entre 2008 e o final de 2013 foram pagos mais de R$ 128 milhões ao PT e seus agentes, incluindo o exministro Palocci.

De acordo com o delegado da PF, Filipe Pace, a planilha especial encontrada na Odebrecht faz referência a Palocci como "italiano" e diz que o ex-ministro "era uma verdadeira conta corrente que a Odebrecht tinha com o Partido dos Trabalhadores". Os repasses eram orquestrados por Palocci.

Diante dos indicativos, o juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, decretou o bloqueio de até R$ 128 milhões em recursos das contas bancárias do ex-ministro Palocci, dos assessores do petista Juscelino Dourado e Branislav Kontic e de duas empresas investigadas na 35ª fase da Lava Jato. O valor diz respeito ao montante que o Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht, conhecido como a central de propinas da empreiteira, teria pago ao PT de 2008 a 2013.

Foram cumpridos nesta segunda-feira, 26 de setembro de 2016, três mandados de prisão temporária, além de 15 mandados de condução coercitiva e 27 de busca e apreensão, destinados a aprofundar investigações sobre a prática de crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção no âmbito da Operação Lava Jato.

Na manhã desta terça-feira (20), a Polícia Federal cumpriu um mandado de busca e apreensão na empresa AudioMix, em Goiânia, segundo informações do Estadão. De acordo com o jornal, a ação é parte da operação Maus Caminhos, da PF do Amazonas, que visa desarticular uma organização criminosa que teria desviado cerca de R$ 112 milhões do Fundo Estadual de Saúde do Amazonas. Também é alvo de busca a casa do dono da AudioMix, Marcos Araújo. Segundo a PF, a empresa era utilizada pelo alvo principal do esquema desarticulado pela Maus Caminhos, o empresário Mohamad Mustafa, para lavar dinheiro oriundo dos desvios milionários da área de Saúde do Amazonas.

A AudioMix é uma empresa especializada no gerenciamento da carreiras de grandes nomes da música pop e sertaneja no Brasil, e comercializa shows de artistas como Wesley Safadão, Jorge e Mateus, Guilherme e Santiago, Israel Novaes e outros.

Domingos Montagner, o Santo de "Velho Chico", da TV Globo, morreu nesta quinta-feira (15). Equipes de busca localizaram o corpo do ator de 54 anos, preso nas pedras, a trinta metros de profundidade, perto da Usina de Xingó, na Região de Canindé de São Francisco (SE).

Ele gravou cenas da novela na parte da manhã. Após o término da gravação, ele almoçou e, em seguida, foi tomar um banho de rio.

Durante o mergulho, não voltou à superfície.Camila Pitanga, que estava no local, avisou à produção, que iniciou imediatamente as buscas pelo ator. Helicópteros do Grupamento Tático Aéreo, Policia Militar, Corpo de Bombeiros e pescadores ajudaram nas buscas.

Nesta semana, a novela também teve cenas gravadas em Piranhas (AL).

Ao anunciar a denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula e mais sete pessoas na Operação Lava Jato, o procurador do Ministério Público Federal, Daltan Dellagnol classificou o petista como "comandante máximo" e "grande general" do esquema de corrupção. Em seguida, ele ressaltou em sua fala que a acusação não representa um julgamento sobre o passado do ex-presidente ou do PT.

"MPF não está julgando quem Lula é ou foi como pessoa, se seu governo foi bom ou ruim. A procuradoria imputa a responsabilidade por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro em um contexto específico", afirmou. O petista foi denunciado por conta do repasse de recursos a partir da OAS para o presidente através de um tríplex na cidade do Guarujá, e o armazenamento de um acervo de objetos pessoais.

O benefício total para ele equivale a R$ 3 milhões. A denúncia pede o confisco de R$ 87 milhões movimentados no esquema e o ressarcimento aos cofres públicos de mais de R$ 87 milhões. Além de Lula, também foram denunciados a ex-primeira dama Marisa Letícia, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto, o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, dois funcionários da empreiteira e outros dois investigados.