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Bahia Notícias
A Odebrecht relatou à força-tarefa da Operação Lava Jato dívida de R$ 90 bilhões, e a demissão de 70 mil pessoas. De acordo com a coluna de Mônica Bergamo, na Folha, a empresa diz estar pressionada pela recessão e pelas investigações da Polícia Federal, que desmontaram esquema de corrupção na Petrobras. A exposição da empresa foi de interesse da força-tarefa, já que os procuradores queriam ter noção do tamanho do grupo e das dificuldades pelas quais passa a empreiteira.

Bahia Notícias

O Ministério do Trabalho lançou nesta sexta-feira (29) uma ferramenta que permite que trabalhadores façam consultas online sobre o abono salarial do PIS/Pasep ano-base 2014. Para fazer a consulta, basta informar o número do CPF ou do PIS/Pasep e a data de nascimento.

O sistema está disponível no site do ministério (acesse aqui) e permite que os trabalhadores consultem se têm direito ao benefício e como fazer para sacá-lo. De acordo com o ministério, cerca de 1,2 milhão de pessoas com direito ao abono este ano ainda não retiraram o benefício, no valor de um salário-mínimo (R$ 880).

Quem tem direito ao PIS deve fazer o saque na Caixa Econômica Federal, e quem tem direito ao Pasep, no Banco do Brasil. Segundo a Agência Brasil, o prazo final para o saque é dia 31 de agosto de 2016. Depois dessa data, o recurso volta para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). O benefício do abono salarial assegura o valor de um salário-mínimo anual aos trabalhadores brasileiros que recebem em média até dois salários-mínimos mensais de empregadores que contribuem para o PIS/Pasep.

BN

O governo federal anunciou, nesta quarta-feira (29), o reajuste médio de 12,5 % nos benefícios do Bolsa Família. A previsão é de que o reajuste passe a valer a partir de 17 de julho. O decreto foi assinado pelo presidente em exercício Michel Temer e também prevê o aumento da linha de extrema pobreza, que passará de R$ 77 para R$ 85. Já a linha da pobreza subirá de R$ 154 para R$ 170.

De acordo com o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, o impacto da medida será de R$ 2,5 bilhões por mês, que serão garantidos por uma reserva de recursos feita pelo governo. No discurso em que anunciou o reajuste, Temer defendeu que o governo não “desmoraliza o passado” e mantém programas “exitosos”.

Apesar de dizer que o Brasil precisa do Bolsa Família, o presidente em exercício avaliou que o ideal seria que ele fosse desnecessário no futuro. "No Brasil, tem gente rica, de classe média, gente pobre e na extrema pobreza.

Enquanto houver extrema pobreza, é preciso ter programas dessa natureza. Mas o objetivo é, num dado momento, ser desnecessário o Bolsa Família, essa é a intenção", afirmou Temer. Atualmente, cerca de 14 milhões de famílias recebem o auxílio do governo, que tem pagamento médio de R$ 164 mensais. O último reajuste foi concedido em 1º de maio de 2014.

Em declarações feitas pelo prefeito de Caculé, José Roberto Neves (Beto Maradona), ao site Brumado Notícias, o prefeito anuncia um abono salarial a todos os professores da rede pública municipal de ensino.

Segundo informou o gestor, a sua administração iria conceder o abono na próxima quinta-feira (15), em que é comemorado o dia do professor, mas devido a questões contábeis, o benefício será incluído no pagamento dos salários em dezembro. “A nossa administração, através da Secretaria de Educação, continuará valorizando os nossos professores, pois temos convicção de que só teremos um mundo melhor com uma educação de qualidade e valorizada”, disse o gestor caculeense.

Maradona ainda ressaltou que na próxima quinta (15) será realizada uma confraternização entre os servidores da educação de Caculé, em alusão ao dia dos professores. “Estarei presente ao evento para poder parabenizar cada professor de nosso município e ressaltar a qualidade de cada educador, que eleva a educação da cidade”. Durante o evento, o prefeito anunciará o abono salarial aos docentes. O gestor não revelou valores.

Agências bancárias em vários estados do país amanheceram cobertas de cartazes e devem ficar fechadas a partir desta terça-feira (6). Após assembleias realizadas na semana passada, os bancários decidiram entrar em greve por tempo indeterminado, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).

Em Condeúba os dois bandos da cidade aderiram às paralisações. Ambos começaram essa terça-feira em funcionamento, primeiramente o Banco do Brasil e seguida o Bradesco suspenderam as operações. A previsão é que ambos acatem às paralisações nacionais e sigam o cronograma.

Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os clientes poderão fazer saques, transferências e outras operações por canais alternativos de atendimento, como caixas eletrônicos, internet banking, aplicativos no celular (mobile banking), telefone, além de casas lotéricas, agências dos Correios, redes de supermercados e outros estabelecimentos credenciados.

Os bancários pedem reajuste salarial de 16% com piso de R$ 3.299,66. A Fenaban apresentou uma proposta de reajuste de 5,5%, com piso de R$ 1.321,26 a R$ 2.560,23. Na última sexta-feira (2), o Comando Nacional enviou um oficio à Fenaban, para oficializar a aprovação de greve nacional unificada pela categoria.

A Petrobrás anunciou na noite desta terça-feira um reajuste nos preços da gasolina e do diesel, válidos a partir desta quarta-feira. O preço da gasolina nas refinarias subirá 6% e o do diesel, 4%. Esse é o primeiro reajuste de preços nos combustíveis na gestão de Aldemir Bendine, que assumiu a petroleira em fevereiro com a missão de recuperar a empresa.

Ainda não há estimativas oficiais sobre o impacto do reajuste para os consumidores. O último reajuste de preços de combustíveis, anunciado em novembro pela ex-presidente Graça Foster, gerou, na época, impacto entre 2% e 2,5%.

De acordo com comunicado da empresa, os preços sobre os quais incidem o reajuste não incluem tributos federais, como Cide e PIS/Cofins. Isso significa que a alíquota dos impostos vai incidir sobre o novo valor, o que pode gerar um impacto maior na bomba de gasolina.

Situação frágil

A decisão foi tomada pela diretoria da empresa na noite desta terça-feira, após reunião em que a pauta principal foi a frágil situação financeira da estatal, agravada pelo efeito da depreciação cambial. Também foram analisadas propostas para novo corte de investimentos. Em junho, a companhia anunciou redução de 37% nos investimentos no período entre 2015 e 2019. Um novo corte, entretanto, não foi definido.

Após discutir o tema com os diretores da companhia, o presidente Aldemir Bendine se reuniu com o novo presidente do conselho de administração da empresa, Nelson Carvalho. Nesta quarta-feira ocorrerá a primeira reunião do colegiado sob o comando de Carvalho, que assumiu o cargo após o afastamento de Murilo Ferreira, no início do mês, por divergências com a cúpula da estatal sobre o tamanho do ajuste necessário para a Petrobrás.

Autonomia e inflação

O reajuste, anunciado de surpresa um dia antes do encontro, é também uma tentativa de sinalizar ao mercado que a companhia possui autonomia para definir sua política de preços. Analistas não esperavam um reajuste neste ano, apesar da fragilidade da companhia. A avaliação é que o cenário político instável, a baixa popularidade do governo e a crise econômica retardariam a decisão. O reajuste terá impacto direto na inflação. A projeção atual dos analistas ouvidos pelo Banco Central é de que a inflação feche 2015 em 9,46%.

Apesar da preocupação com a economia, prevaleceu o diagnóstico sobre a gravidade da situação da companhia. No dia 10 de setembro, a estatal perdeu o grau de investimento da agência de classificação de risco Standard &Poor’s, afetando seu acesso ao crédito no mercado internacional. Desde então, com o agravamento da crise política, a alta do dólar para acima dos R$ 4 agravou ainda mais a situação da petroleira, uma vez que 80% de sua dívida é cobrada em moeda estrangeira. As projeções indicam que a dívida da companhia pode ultrapassar os R$ 500 bilhões.

Ingerência política

O endividamento explodiu desde 2010, quando o governo passou a conter reajuste de preços como forma de evitar uma alta da inflação no País. Por isso, a estatal precisou revender o combustível a preços mais altos que o custo de importação do petróleo, em um momento em que as cotações do óleo estavam acima de US$ 110.

A ingerência política teria causado, no primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, uma perda para a companhia de cerca de R$ 80 bilhões, segundo estimativas da própria estatal.

Ao longo deste ano, entretanto, com a queda à metade da cotação internacional do petróleo, os combustíveis no País passaram a ser vendidos com preços mais caros do que em outros países. A variação positiva para a companhia chegou, em alguns momentos, a mais de 40%, segundo estimativas de analistas. Entretanto, com a desvalorização do real, a situação voltou a piorar e a estatal precisou fazer caixa para manter investimentos prioritários. Para melhorar o caixa, a companhia já vinha reajustando preços de gás canalizado e liquefeito (GLP) para o consumo industrial, principalmente.

Do Estadão

O dólar comercial atingiu os R$ 3,90 nesta quinta-feira (10), pressionado por preocupações com a economia do Brasil após o país perder o grau de investimento pela agência internacional de risco Standard & Poor's
Essa forte valorização do dólar comercial reflete na cotação nas casas de câmbio, que vendem o dólar turismo, valor que é sempre maior que o divulgado no câmbio comercial.

O G1 pesquisou o preço para o valor do dólar em 5 casas de câmbio na tarde desta quarta.

Na RMP Câmbio, em São Paulo, o valor para cada dólar em espécie era de R$ 4,11 e no cartão pré-pago, de R$ 4,37 já com o IOF incluso. Na Confidence, os valores eram de R$ 4,12 e R$ 4,34, respectivamente, e na Cotação, de R$ 4,12 e R$ 4,33. Na AVS, em Curitiba, o preço do dólar em espécie era de R4 4,10 e no cartão, de R$ 4,30. Na Casa Aliança, no Rio de Janeiro, os valores eram de R$ 4,03 e R$ 4,27.

Informações do G1

Com operações em alta pelo quinto dia consecutivo, o dólar atingiu cotação de R$ 3,809 nesta quinta-feira (3). O valor da moeda americana não alcançava esse valor desde 10 de dezembro de 2002 – o maior valor registrado desde o início do plano real foi de R$ 3,99, em setembro do mesmo ano.

A alta foi motivada pela preocupação do mercado com a possível demissão do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e com a potencial aprovação de novos gastos públicos pelo Congresso Nacional. Com a alta, o dólar turismo em espécie ultrapassou a barreira dos R$ 4 em casas de câmbio e, nesta quarta (2), era comercializado por R$ 4,27 em cartões pré-pagos.