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A partir de segunda-feira começam a circular no mercado as notas de R$ 2,00 e R$ 5,00 da segunda família de cédulas do real. A informação foi publicada ontem (sexta-feira) pelo Banco Central por meio do comunicado 24.249, assinado pelo chefe do Departamento do Meio Circulante, João Sidney de Figueiredo Filho. Há um ano, passaram a circular as novas notas de R$ 10,00 e R$ 20,00 e, em dezembro de 2010, as de R$ 50,00 e R$ 100,00.

No caso das cédulas de R$ 2,00, a cor continua a ser predominantemente azul, mas as dimensões agora são de 121mm x 65mm. Num dos lados, segundo o comunicado, segue a efígie da República como figura principal; o número ’2′; a marca tátil; as expressões ‘República Federativa do Brasil’ e ‘Deus seja louvado’; as legendas ’2 reais’ e ’2010′ (ano de aprovação do design da cédula); o quebra-cabeça; o número escondido e o elemento fluorescente.

Já o reverso apresenta a tartaruga-marinha como figura principal; as expressões ‘dois reais’ e ‘Banco Central do Brasil’; o número ’2′; o quebra-cabeça; as microchancelas e a dupla numeração da cédula, uma localizada no canto inferior esquerdo e a outra, fluorescente, no canto superior direito.

No caso da nota de R$ 5,00, a cor que prevalece é o lilás e as dimensões são de 128mm x 65mm. De um lado, a cédula apresenta a efígie da República como figura principal; o número ’5′; a marca tátil; as expressões ‘República Federativa do Brasil’ e ‘Deus seja louvado’; as legendas ’5 reais’ e ’2010′ (ano de aprovação do design da cédula); o quebra-cabeça; o número escondido e o elemento fluorescente.

De outro, apresenta a garça como figura principal; as expressões ‘cinco reais’ e ‘Banco Central do Brasil”; o número ’5′; o quebra-cabeça e a dupla numeração da cédula, uma localizada no canto inferior esquerdo e a outra, fluorescente, no canto superior direito.

Fonte: Agência Estado

Pressionado pela alta do dólar e seu impacto na inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reuniu nesta quarta-feira (10) e decidiu aumentar a taxa básica de juros da economia brasileira de 8% para 8,5% ao ano, uma alta de 0,5 ponto percentual.


Esse foi o terceiro aumento consecutivo na taxa Selic, que vem subindo desde abril deste ano, o que elevou os juros para o maior nível desde abril de 2012 – quando estavam em 9% ao ano.


A decisão também levou o Brasil à vice-liderança no ranking mundial de juros reais (após o abatimento da inflação prevista para os próximos doze meses), calculado pelo MoneYou, com taxa de 2,5% ao ano, perdendo apenas para a China (2,9% ao ano). No fim de maio, na reunião anterior do Copom, o país estava em quarto lugar nos maiores juros reais de todo mundo.

Com o aumento de 0,5 ponto nos juros básicos da economia, o Copom também confirmou a aposta quase unânime dos economistas do mercado financeiro. Os analistas projetam ainda mais duas elevações neste ano para a taxa de juros, que, segundo suas estimativas, deverá fechar 2013 em 9,25% ao ano.


Ao fim do encontro, foi divulgada a seguinte frase: "Dando prosseguimento ao ajuste da taxa básica de juros, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic para 8,50% ao ano, sem viés. O Comitê avalia que essa decisão contribuirá para colocar a inflação em declínio e assegurar que essa tendência persista no próximo ano".


Sistema de metas e objetivo do BC
Pelo sistema de metas que vigora no Brasil, o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas, tendo por base o IPCA. Ao subir os juros, o BC atua para controlar a inflação e, ao baixá-los, julga, teoricamente, que a inflação está compatível com a meta. Para 2013 e 2014, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Deste modo, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.


Entretanto, o próprio Banco Central tem previu, no relatório de inflação divulgado no fim de junho, um IPCA próximo de 6% neste ano. Os dados mostram que a instituição manteve a taxa básica de juros inalterada na mínima histórica, em 7,25% ao ano desde outubro do ano passado, elevando-a somente em abril, mesmo com a deterioração do cenário de inflação registrado no primeiro trimestre deste ano. Em doze meses até junho, o IPCA somou 6,7%.


"Mesmo com o BC apertando a política de juros, acho que a inflação vai continuar perto de 6% neste ano e em 2014. Se não apertar, piora. Eu acho que o BC, depois de ter promovido uma queda muito grande anteriormente nos juros, sem ter a garantia de que a inflação estava sob controle, demorou muito para começar a subir a taxa básica", avaliou Alcides Leite, economista e professor da Trevisan Escola de Negócios.


A alta de juros, segundo economistas, também pode impactar, entretanto, o crescimento da economia brasileira, que tem sido constantemente revisado para baixo. No fim de 2012, o mercado financeiro estimava que o Produto Interno Bruto (PIB) do país avançaria 3,30% neste ano. Na semana passada, a previsão já havia recuado para um crescimento de 2,34% e já há economistas falando em 2% de alta.
Alta do dólar e mercado de trabalho


O economista Alcides Leite avaliou que o fator que mais influenciou o Copom a subir os juros nesta quarta-feira é a alta do dólar - que opera próximo de R$ 2,30 devido à sinalização dos Estados Unidos em retirar os estímulos monetários nos próximos meses, e também por conta de dúvidas sobre a condução da política econômica no Brasil. Até meados de maio, a moeda norte-americana oscilava ao redor de R$ 2.


"Não podemos desconsiderar que quase 25% dos produtos consumidos em nossa economia são importados, e assim, o dólar elevado acentua pressão inflacionária mais intensa", avaliou Sidnei Nehme, da NGO Corretora.


Analistas do mercado analisam que uma alta de R$ 0,10 no preço do dólar poderia ter um impacto de, no máximo, 0,2 ponto no IPCA deste ano. Deste modo, se o dólar estava em cerca de R$ 2 antes da sinalização do BC norte-americano e passou, atualmente, para um valor próximo de R$ 2,30, o impacto seria de até 0,6 ponto percentual no IPCA. Entretanto, o dólar teria de permanecer neste patamar.
Antes da alta recente do dólar, a expectativa dos economistas dos bancos era de que o aumento dos juros total previsto para este ano seria de um ponto percentual, passando de 7,25% para 8,25% ao ano no fim de 2013. Após a disparada do câmbio, os economistas passaram a prever um ciclo bem maior de alta dos juros: para 9,25% ao ano no fim de 2013.


No fim de junho, o Copom também reafirmou, no relatório de inflação, que um "risco importante" para a inflação tem origem no mercado de trabalho - que mostra "estreita margem de ociosidade" (dados do IBGE mostram o desemprego próximo da mínima histórica). "O Comitê reafirma que um aspecto crucial nessas circunstâncias é a possibilidade de o aquecimento no mercado de trabalho levar à concessão de aumentos reais de salários incompatíveis com o crescimento da produtividade, com repercussões negativas sobre a dinâmica da inflação", informou o Banco Central.
Atração de capitais
Além de combater os efeitos do dólar alto nos preços, a alta de juros, segundo analistas do mercado financeiro, teoricamente contribuiria para evitar uma pressão maior de alta na cotação da moeda norte-americana. Isso porque, com juros maiores, poderia haver uma maior atração por capitais em busca de uma remuneração também mais alta, sendo que o Brasil tem, agora, a segunda taxa de juros real mais alta do planeta.


Para o economista Sidnei Nehme, porém, não é possível ter expectativas de melhora de fluxos de recursos externos para o país. "O desgaste de imagem do Brasil, na visão do investidor estrangeiro, tem sido muito intenso. A credibilidade na política econômica em geral, incluindo o BC, é muito baixa, e as perspectivas de atividade econômica são cadentes, refletindo diretamente na perspectiva de crescimento do PIB, que vem sendo vigorosamente revisto para pior por analistas econômicos e pelo mercado financeiro", avaliou ele.


Em sua visão, a balança comercial fragilizada (com o pior resultado em 18 anos no primeiro semestre), além do nível de investimentos externos "insuficientes", de uma política fiscal (contas públicas) severamente criticada (pelo uso de manobras contábeis) em um ambiente de crescente déficit em transações correntes (nas operações do Brasil com o exterior) "fomentam e dão sustentabilidade à tendência de alta do preço da moeda americana".

Fonte: G1

Com o litro da gasolina chagando a R$3,17, Caculé é líder no preço do combustível que chega a ser mais caro R$0,27 se comparado a outros postos da região.

Se de grão em grão a galinha enche o papo, de centavo a centavo a conta da gasolina tem ido lá pro alto. É assim que tem pensado os motoristas caculeenses que nos últimos meses vem pagando pela gasolina mais cara da região, em média R$ 3,15 o litro. Com o último reajuste feito em fevereiro deste ano, o aumento no combustível no primeiro semestre de 2013 já chegou próximo dos 9%, o que para os motoristas significa muito ao se somar a outras despesas com o automóvel.

Em conversa com gerentes de postos de gasolina de Caculé, o Informe Cidade tentou identificar alguns fatores que levam o município a ter o maior valor do combustível na região, entre os município vizinhos como: Ibiassucê (R$2,99), Rio do Antônio(R$3,00), Guajeru (3,10), Licínio de Almeida(R$2,94), Jânio Quadros (R$2,95), Malhada de Pedras (R$3,08), e o distrito de Ibitira (R$2,88). Segundo os gerentes, vários fatores implicam no valor final do combustível, o ‘valor na bamba’ como é conhecido.

Dente esses fatores estariam o próprio reajuste autorizado pelo governo, em fevereiro deste ano, como também as despesas com frete e também os reajustes que foram feitos pelas distribuidoras, onerando para os donos de postos de gasolina o valor de compra do combustível. Eles destacam também que alguns valores apresentados pelo Informe Cidade os preços estão realmente muito abaixo do normal pra região e que não encontram justificativas para os donos dos postos manterem esses valores.

Outro fator apresentado por um dos gerentes se refere ao bandeiramento dos postos. Segundo ele os postos que são bandeirados, ou seja, revendem o combustível da bandeira Ipiranga, Ale, Petrobrás, entre outras, mantêm despesas maiores do que os de ‘bandeira branca’, ou seja, aqueles compram o combustível de qualquer fornecedor. Os gerentes ainda alertam para que os consumidores não coloquem somente na conta o valor que está sendo pago na bomba pelo combustível, mas também a sua procedência, haja vista que não raramente são noticiadas adulterações do combustível, o que faz o motorista pagar menos por um produto de má qualidade.

 

Fonte: Informe Cidade

O nível da atividade econômica medido pelo índice IBC-BR para o primeiro trimestre de 2013 confirmou a expectativa de aceleração da atividade, mas frustrou expectativas em relação ao ritmo da retomada.

Houve expansão de 1,05% nos primeiros três meses deste ano em comparação ao último trimestre de 2012.

Crescimento do país em março mostra recuperação moderada, dizem analistas

O avanço de 0,72% em março em relação a fevereiro (descontados efeitos sazonais) ficou abaixo das estimativas: alguns analistas projetavam alta de até 0,9%.

Outros indicadores recentes, como o resultado da produção industrial, já tinham frustrado as projeções de economistas, contribuindo para uma recente rodada de revisões para baixo nas apostas de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) em 2013, que agora giram em torno de 3%.

A fraqueza do setor manufatureiro, que parece se recuperar, mas a ritmo lento, continua sendo o principal entrave à expansão da economia.

Mesmo com medidas de estímulo dadas pelo governo (como reduções de impostos e do custo de energia) e com a recente tendência de desvalorização do real (que torna os bens produzidos pelo país mais baratos no exterior), a indústria brasileira custa a reagir.

Economistas têm apontado para problemas que, agravados ao longo dos últimos anos, impedem a recuperação da competitividade do setor, como o contínuo aumento dos custos com trabalhadores acima da expansão da produtividade (que é uma medida de eficiência).

 

 

GARGALOS

A isso são somados os gargalos conhecidos na área de infraestrutura e as despesas com a complicada burocracia do país.

Também têm ganhado força no debate sobre os problemas da indústria as críticas em relação à falta de integração do setor brasileiro com as cadeias de produção global, o que impede ganhos mais rápidos na área de inovação e desenvolvimento tecnológico.

Esses não são problemas que se resolvam da noite para o dia.

Mas falta um sinal mais claro de o que diagnóstico é amplamente reconhecido e que serão adotadas medidas para tentar mudar a trajetória do setor.

A ausência dessa sinalização, dizem especialistas, somada ao humor ainda ruim em relação ao cenário externo, têm contribuído para um baixo nível de confiança dos empresários em relação à retomada econômica.

A balança comercial brasileira registrou déficit de US$ 994 milhões em abril, informou nesta quinta-feira (2) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Esse é o pior resultado para os meses de abril da série histórica do ministério.

Até então, o maior déficit para um mês de abril tinha sido registrado em 1997, quando as importações superaram as exportações em US$ 910 milhões.

Com o resultado de abril, o déficit comercial no acumulado dos primeiros quatro meses do somou US$ 6,15 bilhões, contra um superávit de US$ 3,299 bilhões no mesmo período de 2012.

Em março, a balança comercial havia registrado superávit de US$ 161 milhões. Em abril de 2012, o país registrou superávit de US$ 879 milhões.

Apesar do déficit histórico de US$ 6,150 bilhões nos quatro primeiros meses de 2013, o Mdic manteve a projeção de superávit na balança comercial do ano. Segundo a secretária de Comércio Exterior do Mdic, Tatiana Prazeres, a recuperação já se iniciará neste mês.

Importação recorde em abril
As importações totalizaram no mês o valor de US$ 21,626 bilhões e média diária de US$ 983 milhões, números recordes para meses de abril, segundo o ministério. Sobre igual período do ano passado, as importações registraram crescimento de 5,2%, e sobre março, aumentaram 2,6%, pela média diária.

Já as exportações alcançaram US$ 20,632 bilhões, valor recorde também para meses de abril. Sobre abril de 2012, as exportações registraram retração de 4,1%, e de 2,9% em relação a março de 2013.

No fechado do mês, a corrente de comércio alcançou a cifra recorde para meses de abril, de US$ 42,258 bilhões.

No acumulado de janeiro a abril, as importações somaram recorde de US$ 77,618 bilhões, com aumento de 10,1% sobre o mesmo período anterior, pela média diária. Já as exportações apresentaram valor de US$ 71,468 bilhões, queda de 3,11% sobre igual período de 2012.

Destaques nas importações e exportações
Em abril, cresceram as importações de todas as categorias de produtos: bens de consumo (+9,1%), matérias-primas e intermediários (+7,2%), bens de capital (+3,2%) e combustíveis e lubrificantes (+0,1%).

No segmento bens de consumo, segundo o ministério, os principais aumentos foram observados nas importações de produtos de toucador, vestuário, produtos farmacêuticos, produtos alimentícios, objetos de adorno e móveis.

Com relação às exportações, as vendas para o exterior de produtos por fator agregado em abril alcançaram os seguintes valores: manufaturados (US$ 7,245 bilhões) e básicos (US$ 10,472 bilhões), recordes para meses de abril, enquanto os semimanufaturados somaram US$ 2,457 bilhões. Sobre o ano anterior, cresceram, pela média diária, as exportações de semimanufaturados (+1,5%), enquanto decresceram as vendas de manufaturados (-3,9%) e básicos (-5,5%).

Fonte: g1