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Último balanço divulgado pelas autoridades francesas informa que os atentados de sexta-feira (13), em Paris, fizeram 129 mortos e 352 feridos, 99 dos quais estão em estado grave.

O balanço foi divulgado em entrevista coletiva pele procurador de Paris, François Molins, que acrescentou que “sete terroristas morreram durante a sua ação criminosa”, seis dos quais homens-bomba. Um deles já foi “formalmente identificado”, disseram as autoridades.

As primeiras conclusões da investigação sugerem que “pelo menos três equipes” de terroristas perpetraram os atentados. Eles usaram vários veículos, um dos quais com placa da Bélgica e alugado por um francês. Em dos ataques, o casa de shows Bataclan, onde morreram pelo menos 89 pessoas, os terroristas gritaram frases relativas à Síria e ao Iraque.

Nos seis ataques, foram contabilizadas várias centenas de disparos de calibre 7,62 mm, segundo o procurador, que indicou que os atacantes utilizaram metralhadoras ‘kalashnikov’. Molins confirmou que foi encontrado um passaporte sírio junto ao corpo de um dos atacantes que perpetraram o ataque ao Estádio de France.

Também confirmada foi a informação de que um dos terroristas foi identificado como sendo um cidadão francês, de 30 anos, residente em Courcouronnes, nos arredores de Paris, e conhecido das autoridades por pequenos delitos cometidos entre 2004 e 2006.

As autoridades detiveram hoje de manhã três pessoas, uma das quais na fronteira entre a França e a Bélgica.

Do G!, Sãp Pulo

Terroristas invadiram show de rock, causaram explosões perto do jogo da seleção francesa e abriram fogo em restaurante, em bar e outros 2 lugares.

Explosões ocorreram próximo ao Stade de France, em Paris, na noite de sexta (13), durante um jogo entre as seleções da França e Alemanha. Além disso, três tiroteios simultâneos - entre eles um ataque à casa de show Bataclan - deixaram 112 mortos, segundo a prefeitura de Paris. Dezenas de pessoas ficaram feridas em outros pontos da cidade, segundo a polícia parisiense.

O presidente francês, François Hollande, afirmou em declaração em rede nacional que está declarado estado de emergência em toda a França e que as fronteiras serão fechadas.

O vice-prefeito de Paris, Patrick Krugman, afirmou que vários ataques aconteceram ao mesmo tempo. Ele disse que houve "entre seis e sete locais de ataques no centro de Paris e fora.

Às 21h40 (horário de Brasília), a polícia invadiu a casa de espetáculos Bataclan, onde mais de 100 pessoas estavam sendo mantidas reféns, após relatos de que pessoas estariam sendo executadas. Dois terroristas foram mortos na ação. Segundo a refeitura, 70 pessoas morreram no local. A agência France Presse diz que são cerca de 100. Dez minutos antes da invasão, a Reuters afirmava que foram ouvidas cinco explosões perto do local.

Um grave acidente envolvendo um ônibus deixou pelo menos 14 mortos e aproximadamente 30 feridos no início da tarde deste domingo (6), em Paraty, na Costa Verde do Rio de Janeiro. O acidente aconteceu em um local conhecido como “Morro do Deus Me Livre”, na estrada que liga o Centro a Trindade. As primeiras informações são do Corpo de Bombeiros.

Ainda segundo os bombeiros, os feridos estão sendo encaminhados para o Hospital São Pedro de Alcântara, em Paraty. Os corpos serão levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Angra dos Reis, cidade vizinha.

A Guarda Municipal informou que, por volta de 14h30, a estrada, que funciona em mão dupla, estava em sistema “siga e pare” na altura do trevo próximo ao bairro Patrimônio.

Texto: G1

Foto: Belo Campo Notícias

UOL

Poucos governos fazem pleno uso dos impostos sobre o tabaco para dissuadir as pessoas de fumar ou ajudá-las a reduzir o consumo e parar, disse a Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta terça-feira (7), recomendando que pelo menos 75% do preço de um maço de cigarros deva ser de taxas.

No relatório "A Epidemia Mundial de Tabaco 2015", a agência de saúde da ONU aponta que uma pessoa morre de doenças relacionadas ao tabaco aproximadamente a cada seis segundos, o equivalente a cerca de 6 milhões de pessoas por ano. Esse número deve aumentar para mais de 8 milhões de pessoas por ano até 2030 se não forem tomadas medidas fortes para controlar o que a OMS chama de "epidemia do tabaco".

Há um bilhão de fumantes em todo o mundo, mas muitos países têm impostos extremamente baixos sobre o tabaco e alguns não impõem nenhuma taxação sequer sobre o produto, segundo a agência.

"Aumentar os impostos sobre os produtos do tabaco é um dos meios mais eficazes -e de melhor relação custo-benefício- para reduzir o consumo de produtos que matam e, ao mesmo tempo, gerar receitas substanciais", disse a diretora-geral da OMS, Margaret Chan, no relatório. Ela pediu a todos os governos que examinem as evidências e "adotem uma das melhores opções de política ganha-ganha disponíveis para a saúde".

O fumo é um dos quatro principais fatores de risco por trás de doenças não transmissíveis - a maioria dos tipos de câncer, doenças cardiovasculares e pulmonares e diabetes. Em 2012 essas doenças mataram 16 milhões de pessoas com menos de 70 anos, sendo mais de 80% dessas mortes nos países pobres ou de renda média.

Douglas Bettcher, um especialista da OMS sobre a prevenção de doenças não transmissíveis, citou evidências de países como a China e a França, onde a imposição de impostos mais elevados sobre o tabaco levou à redução do consumo e ajudou as pessoas a parar de fumar. 

BN

O número dois do grupo terrorista al-Qaeda, Nasser al-Wuhayshi, foi morto em um ataque aéreo por drone na última sexta-feira (12). De acordo com o Época, a informação foi confirmada pelo braço do grupo no Iêmen. "Os inimigos de Deus devem saber que a batalha de hoje é com uma nação de um bilhão, não com uma pessoa. Matar os líderes da jihad não mataria a jihad e sua vontade", disse Khaled Batarfi, membro sênior do al-Qaeda na Peníncula Arábica (AQAP).

O líder militar Qasim al-Raimi assumiu o lugar de Nasser e, assim como a vítima, também é procurado pelos Estados Unidos, Arábia Saudita e Iêmen. Os Departamento de Estado americano oferece uma recompensa de US$ 10 milhões por sua captura ou morte.

 

O abismo entre ricos e pobres está "em seu nível mais alto em décadas", especialmente nos países ricos, advertem especialistas do Fundo Monetário Internacional (FMI) em estudo publicado nesta segunda-feira (15).

De acordo com o relatório divulgado pela instituição, conhecida por sua defesa da ortodoxia financeira e da liberalização econômica, "a flexibilidade" das regulamentações do mercado de trabalho e a decadência dos sindicatos teriam reforçado a desigualdade de renda, limitando as habilidades de negociação dos trabalhadores.

"Mais flexibilidade nas regras de contratação e demissão, salários mínimos mais baixos (...) e sindicatos menos poderosos estão associados a uma maior desigualdade", indica o estudo, que não reflete a posição oficial do FMI.

Os avanços tecnológicos também teriam contribuído com a penalização de trabalhadores de baixa escolaridade, acrescentam os especialistas.

Segundo cálculos do FMI, o crescimento econômico é menor em médio prazo (-0,08 ponto) quando as receitas dos 20% mais ricos aumentam em 1%. Em contraste, um aumento equivalente na receita dos 20% mais pobres estimularia o crescimento em quase 0,4 ponto percentual.

Além disso, "um período prolongado das desigualdades nas economias avançadas esteve associado à crise financeira (de 2008-2009) ao reforçar o efeito de endividamento (...) e permitir que lobistas pressionassem pela redução da regulação financeira", completa o relatório, que argumenta que a riqueza seria mais bem distribuída se fosse baseada em impostos sobre o patrimônio e sobre a propriedade imobiliária, com o reforço da luta contra a evasão fiscal.

Fonte: UOL

BN

O banco britânico HSBC informou que encerrará duas atividades no Brasil e na Turquia e demitirá cerca de 50 mil funcionários em todo o mundo. O anúncio foi feito nesta terça-feira (9), em comunicado à Bolsa de Valores de Hong Kong, e faz parte do novo plano estratégico que visa reduzir os custos em US$ 5 bilhões. Com a decisão, cerca 10% de seus empregados - entre 22 mil e 25 mil pessoas - serão demitidas das filiais ao redor do planeta, além dos 25 mil que serão dispensados das agências brasileiras.

Segundo o The New York Times, a empresa cortou outros 37 mil empregos entre 2011 e 2014.O banco britânico é hoje o sexto maior em ativos no Brasil, focado em clientes de alta renda, além de ter a financeira Losango, que financia compras na agência de turismo CVC e nas lojas Hering e Colombo.

Os planos agora são se desfazer da financeira – à venda há quatro anos com um valor considerado muito alto -, manter apenas o atendimento a grandes empresas e acelerar os investimentos na Ásia, com foco na China e no sudoeste do continente. Além disso, deve aumentar investimentos nas operações no México e Estados Unidos.Especulações de que o HSBC sairia do país aumentaram em março, após a divulgação de um prejuízo líquido de R$ 549 milhões em 2014 no país.

Além disso, uma série de escândalos sobre sonegação de impostos que teriam sido favorecidas por sua filial na Suíça, a Swissleaks, prejudicou a imagem da companhia no Brasil e no mundo.

 

Suíço, recém-eleito, não suporta pressão nascida do escândalo de corrupção e entrega cargo quatro dias após ser reeleito. Novo pleito será entre dezembro e março.

É o fim de uma era. O presidente da Fifa, Joseph Blatter, surpreendeu o mundo do futebol ao entregar seu cargo nesta terça-feira. Ele convocou novas eleições ao comando da entidade - que preside desde 1998 - e informou que não concorrerá neste novo pleito. Até lá, porém, seguirá no cargo, para o qual foi reeleito na semana passada - superou Ali Bin Al-Hussein, príncipe da Jordânia, por 133 votos a 73.

 

- Tenho o mandato, mas não sinto que esse mandato seja de todo o mundo do futebol, de torcedores, jogadores, clubes, das pessoas que vivem, respiram, amam futebol tanto quanto nós na Fifa. Por isso, decidi entregar meu cargo a um congresso de um comitê extraordinário. Continuarei exercendo minhas funções como presidente da Fifa até lá - disse Blatter em pronunciamento nesta terça-feira em Zurique, na Suíça.

As novas eleições serão entre dezembro deste ano e março de 2016, de acordo com Domenico Scala, do Comitê de Auditoria da Fifa. Ele é o homem que coordenará o processo da nova eleição - terá, portanto, muito poder. O próximo congresso ordinário da entidade estava previsto para maio do ano que vem, no México, mas o presidente achou melhor não esperar até lá.

- Seria um atraso desnecessário - resumiu.

Blatter, enquanto isso, diz que respeitará os regimentos da entidade e que tentará criar novos mecanismos internos no órgão, que vive a pior crise de sua história.

- Isso terá que ser feito de acordo com o estatuto da Fifa, e devemos dar tempo aos melhores candidatos para apresentar-se e fazer sua campanha.

O suíço antecipou que pretende reduzir o tempo de mandato da presidência. Curiosamente, ele próprio foi reeleito quatro vezes.

- Precisamos de limites para o mandato não apenas para o presidente, mas para todos os membros do Comitê Executivo. 

Na semana passada, sete dirigentes da entidade, entre eles o ex-presidente da CBF José Maria Marin, foram presos em Zurique, suspeitos de participar de um esquema de corrupção. O Departamento de Justiça dos Estados Unidos afirmou que Blatter é um dos investigados, mas que não houve indícios contra ele. Michel Platini, presidente da Uefa, vinha pedindo a renúncia de Blatter.

Logo depois do anúncio do presidente, o Comitê de Ética da entidade divulgou um comunicado afirmando que seguirá nas suas funções e que tratará a lisura do órgão, seja quem for o próximo presidente, como prioridade máxima.

Fonte: Globo Esporte