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Ángela Bachiller, de 29 anos, portadora da síndrome de Down, tomou posse nesta segunda-feira (29) na cidade espanhola de Valladolid, tornando-se a primeira vereadora com a síndrome no país.

Ángela passou a ocupar a 18ª cadeira do Partido Popular (PP), substituindo Jesús García Galván, que renunciou após ter sido acusado por suborno e prevaricação, informa o jornal espanhol El País.

A posse de Ángela foi muito bem recebida pelas associações de pessoas com deficiência, que a apontam como um exemplo de esforço pessoal e superação.

Ela tem como meta ajudar as pessoas com déficit intelectual a romper as barreiras e preconceitos.

As autoridades da Colômbia anunciaram neste sábado que vão deportar Roberto Pannunzi, considerado o maior traficante de cocaína do mundo, para a Itália. Pannunzi foi detido na sexta em um centro comercial de Bogotá.

Segundo as polícias colombiana e italiana, Pannunzi levava para a Europa cerca de duas toneladas de cocaína por mês e era "o único" capaz de vender droga tanto à máfia da Calábria (Ndrangheta) como à da Sicília (Cosa Nostra). Roberto Pannunzi foi detido em uma operação conjunta da polícia colombiana e de agentes de combate ao tráfico de droga dos Estados Unidos (Drug Enforcement Administration - DEA).

O italiano identificou-se à polícia com um nome falso, Silvano Martino, por meio de um documento venezuelano falso. Segundo Nicola Gratteri, procurador-geral adjunto da região de Reggio Calabria, no Sul de Itália, Pannunzi vai ser deportado porque "um processo de extradição demoraria vários meses".

A expectativa é que Pannunzi chegue ainda hoje ao aeroporto de Fiumicino, em Roma.

Agência Brasil

O chefe do exército do Egito, general Abdel Fatah al-Sisi, anunciou nesta quarta-feira (3) a deposição do presidente do país, o islamita Mohamed Morsi, por ele "não ter cumprido as expectativas" do povo. Acompanhe  cobertura em tempo real.

O general, em cadeia nacional de TV, declarou que a Constituição está suspensa temporariamente, durante um período de transição, no qual o governo será exercido por um grupo de tecnocratas.

Morsi, primeiro presidente eleito democraticamente no Egito, no ano passado, não admitiu o golpe e pediu a seus partidários e aos líderes militares que "resistam pacificamente", evitando derramamento de sangue.

No início da madrugada de quinta, fontes afirmaram que Morsi estava sendo mantido sob custódia, e relatavam que havia 300 mandatos de prisão contra militantes da Irmandade Muçulmana, grupo político ao qual ele pertence.

Pelo menos 10 pessoas morreram em confrontos em três cidades, segundo a agência estatal Mena, e há mais relatos de violência pelo país.

Transição
Durante a transição, a presidência fica em mãos do presidente da Corte Constitucional, disse o general, que estava ao lado de líderes militares, autoridades religiosas e figuras políticas.

O chefe da corte, Adli Mansour, deve tomar posse como presidente interino na quinta-feira.

Durante o período da interinidade, a Constituição vai ser revista por um painel, com vistas à convocação de novas eleições parlamentares e presidenciais.

O general disse que o caminho a ser seguido foi acordado com um amplo grupo político, e que será criado um plano de reconciliação nacional, com a presença de grupos jovens, que estava nas ruas desde domingo pedindo a renúncia de Morsi.

Ele afirmou que as forças de segurança iriam garantir a paz nas ruas das principais cidades do país, que estavam tomadas por manifestantes oposicionistas e também por partidários do islamita Morsi.

Festa nas ruas
A notícia da queda de Morsi foi recebida com fogos de artifício na emblemática Praça Tahrir, no Cairo, palco da revolta popular que derrubou o ditador Hosni Mubarak em 2011, no contexto da chamada Primavera Árabe.

"O povo e o Exército estão do mesmo lado", gritaram os manifestantes na praça, em meio ao barulho das buzinas e cânticos, segundo uma testemunha ouvida pela Reuters.

Também houve carreatas em várias ruas do Cairo.

Falando depois do general, um porta-voz do Exército afirmou à agência Reuters que ainda não havia um cronograma para a transição política.

O anúncio da queda de Morsi foi saudado pelo oposicionista Mohamed ElBaradei, que disse que a revolução de 2011 foi "relançada" no país e pediu eleições presidenciais rápidas.

O Nour, segundo principal grupo islamita do país após a Irmandade Muçulmana, afirmou que concorda com o mapa de transição, para que o país "evite conflitos".

País em turbulência
O país estava em turbulência desde a queda do ditador Hosni Mubarak, como parte das rebeliões da Primavera Árabe ocorridas no começo de 2011.

A instabilidade causa grande preocupação entre aliados do Ocidente e em Israel, país com o qual o Egito estabeleceu um tratado de paz em 1979.

O jornal estatal "Al Ahram" disse que os militares haviam informado Morsi sobre a destituição às 19h locais (14h em Brasília).

O presidente permanecia em um quartel da Guarda Republicana, no subúrbio do Cairo, cercado por arame farpado, barreiras e soldados. Não estava claro, no entanto, se ele estava detido.

Fontes de segurança afirmaram que Morsi e os principais líderes da Irmandade estariam proibidos de deixar o país. Além de Morsi, seriam barrados o líder da organização, Mohamed Badie, e o número dois da confraria, Jairat al Shater.

Fonte: G1

São definições cheia de poesia e sabedoria, apesar da pouca idade de seus autores. Ou talvez por isso mesmo. São desde A de adulto (“Pessoa que em toda coisa que fala, fala primeiro de si”, segundo Andrés Felipe Bedoya, de 8 anos), até V de violência (“A parte ruim da paz”, na definição de Sara Martínez, de 7 anos).

O dicionário está no livro “Casa das estrelas: o universo contado pelas crianças”, uma obra que surpreendeu ao se tornar o maior sucesso da Feira Internacional do Livro de Bogotá, no final do mês de abril. A surpresa aconteceu especialmente porque o livro foi publicado pela primeira vez na Colômbia em 1999 e reeditado no início desse ano.

Segundo a matéria original (BBC Brasil), “as definições – quase 500, para um total de 133 palavras diferentes – foram compiladas durante um período ‘entre oito e dez anos’, enquanto Naranjo [o cara que realizou o trabalho] trabalhava como professor em diversas escolas rurais do Estado de Antioquía, no leste do país.”

Enfim, a matéria e, principalmente, o resultado, expresso nos verbetes, são muito bons. Têm um quê de poesia ingenuamente infantil que possibilita um alcance muito profundo nas suas definições. Justamente por já termos nos afastado dessa ingenuidade, esse alcance chega a chocar às vezes.

Vamos à aula

Adulto: Pessoa que em toda coisa que fala, fala primeiro dela mesma (Andrés Felipe Bedoya, 8 anos)

Ancião: É um homem que fica sentado o dia todo (Maryluz Arbeláez, 9 anos)

Água: Transparência que se pode tomar (Tatiana Ramirez, 7 anos)

Branco: O branco é uma cor que não se pinta (Jonathan Ramirez, 11 anos)

Camponês: um camponês não tem casa, nem dinheiro. Somente seus filhos (Luis Alberto Ortiz, 8 anos)

Céu: De onde sai o dia (Duván Arnulfo Arango, 8 anos)

Colômbia: É uma partida de futebol (Diego Giraldo, 8 anos)

Dinheiro: Coisa de interesse para os outros com a qual se faz amigos e, sem ela, se faz inimigos (Ana Maria Noveña, 12 anos)

Deus: É o amor com cabelo grande e poderes (Ana Milena Hurtado, 5 anos)

Escuridão: É com o frescor da noite (Ana Cristina Henao, 8 anos)

Guerra: Gente que se mata por um pedaço de terra ou de paz (Juan Carlos Meija, 11 anos)

Inveja: Atirar pedras nos amigos (Alejandro Tobón, 7 anos)

Igreja: Onde a pessoa vai perdoar Deus (Natália Bueno, 7 anos)

Lua: É o que nos dá a noite (Leidy Johanna Garcia, 8 anos)

Mãe: Mãe entende e depois vai dormir (Juan Alzaite, 6 anos)

Paz: Quando a pessoa se perdoa (Juan Camilo Hurtado, 8 anos)

Sexo: É uma pessoa que beija em cima da outra (Luisa Pates, 8 anos)

Solidão: tristeza que dá nas pessoas às vezes (Iván Darío López, 10 anos)

Tempo: Coisa que passa para lembrar (Jorge Armando, 8 anos)

Universo: Casa das estrelas (Carlos Gómez, 12 anos)

Violência: Parte ruim da paz (Sara Martinez, 7 anos)

Fonte: livro Casa das estrelas: o universo contado pelas crianças, de Javier Naranjo

Uma mulher que teria desaparecido misteriosamente no estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos, foi encontrada depois de 11 anos no estado da Flórida. Brenda Heist, de 54 anos, foi vista pela última vez em fevereiro de 2002 deixando o filho na escola. Segundo a TV norte-americana, CNN, ao se apresentar à polícia, Brenda falou que saiu para  "pensar na vida, na família e nos problemas".

Brenda se entregou às autoridades de Key Largo, na Flórida, dizendo que talvez estivessem procurando por ela na cidade de Lititz, na Pensilvânia.  Após checarem fotos e detalhes do caso, as autoridades ligaram para a polícia de Lititz informando que Brenda Heist tinha sido achada.

Segundo o detetive responsável pelo caso, Brenda estava se divorciando do marido na época em que decidiu ir embora da cidade onde morava. Ao falar com as autoridades, no último dia 26, ela teria dito que estava muito envergonhada de ter deixado o  filho e sentia muito por nunca ter entrado em contato com a família ao longo desses 11 anos.

"Ela estava muito abalada e envergonhada. Ela chorava muito por ter agido errado", disse o detetive John Schofield sobre a conversa que teve com Brenda.