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Quarta, 19 Junho 2019
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O candidato do MDB à Presidência da República Henrique Meirelles alegou, nesta segunda-feira (24), durante um ato com militantes em Salvador, que a redução do tempo dedicado à propaganda eleitoral na televisão o deixa em desvantagens diante de presidenciáveis com maior popularidade.

Em últimas posições nas pesquisas de intenção de voto, o emedebista quer ver compensado seu investimento milionário na campanha em tempo recorde. 

“É muito cedo ainda. Temos 15 dias de campanha eleitoral e esse período é muito pouco tempo. A campanha é de 35 dias na televisão, ficou muito curta. E, como meu tempo de televisão é razoável, mas eu nunca fui candidato, não sou conhecido da população. Só agora a população está tendo oportunidade de me conhecer. Daqui até a data da eleição muita coisa pode mudar”.

Meirelles foi recebido pelo presidente do MDB e candidato ao governo baiano João Santana, que também patina nas pesquisas locais.

Entre as principais propostas, o emedebista falou em equipar o serviço de inteligência das polícias no Brasil, com uma rede federal de dados para apurar as investigações. Citou também que pretende, se eleito, seguir o modelo de reforma da Previdência do governo Michel Temer, que ele mesmo elaborou quando era ministro da Fazenda meses atrás.    

Afastado da campanha nas ruas há duas semanas, o deputado Jair Bolsonaro (PSL) manteve a liderança da corrida presidencial, de acordo com uma nova pesquisa feita pelo Datafolha.

Conforme o levantamento, concluído nesta quarta (19), o capitão reformado do Exército oscilou dois pontos para cima e alcançou 28% das intenções de voto, mantendo a trajetória de crescimento observada desde o início da campanha.

O ex-prefeito Fernando Haddad (PT), que cresce desde sua confirmação como substituto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na corrida, atingiu 16% das preferências, três pontos a mais do que na semana passada.

O candidato petista continua tecnicamente empatado com Ciro Gomes (PDT), que ficou estagnado, com 13%.

O instituto entrevistou 8.601 eleitores de 323 municípios na terça (18) e na quarta (19). A margem de erro é de dois pontos percentuais, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi contratada pela Folha de S. Paulo e pela TV Globo e registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-06919/2018.

As menções espontâneas a Bolsonaro também cresceram nos últimos dias, assim como as citações a Haddad.

Bolsonaro cresceu no Sudeste, Norte e Sul, onde atingiu sua melhor marca (37%), e ganhou pontos entre jovens e até entre mulheres, apesar da grande rejeição no segmento.

O petista cresceu no Sudeste e no Nordeste -onde alcança a melhor pontuação (26%) e única região em que está à frente de Bolsonaro.

O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), que tem quase metade do tempo de TV, está estagnado na pesquisa, com 9%.

O tucano aparece empatado com Marina Silva (Rede), que agora soma 7% das preferências, menos da metade do que tinha no início da campanha.

As simulações do Datafolha para segundo turno mostram que Ciro é o único candidato que venceria todos os rivais.

Ele bateria Bolsonaro com 45% das intenções, vantagem de 6 pontos sobre o capitão. Nos outros cenários, Bolsonaro empata com Haddad, Alckmin e Marina.

A rejeição a Bolsonaro continua alta, e a de Haddad cresceu. Segundo a pesquisa, 43% dos eleitores dizem que não votariam de jeito nenhum no capitão e 29% rejeitam o petista.

Os eleitores de Bolsonaro e Haddad são os mais convictos. Apenas um de cada quatro apoiadores dos candidatos admite escolher outro nome.

No conjunto do eleitorado, 40% dizem que podem mudar o voto. Entre eles, 15% indicam Ciro como segunda opção, 13% apontam Marina, 12% optam por Haddad e Alckmin e 11% indicam Bolsonaro.

O candidato Jair Bolsonaro (PSL) aparece com 30% das intenções de voto em pesquisa FSB/BTG Pactual divulgada nesta segunda-feira (10). O levantamento foi o primeiro realizado depois do ataque sofrido por Bolsonaro na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais.

 Na segunda posição aparece Ciro Gomes (PDT), com 12% das intenções de voto. Em seguida, três candidatos registraram 8%: Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (Rede) e Fernando Haddad (PT). João Amoêdo (Novo) e Alvaro Dias (Podemos) tiveram 3%.

Os eleitores de Bolsonaro são os que têm mais certeza do seu voto. Para 78% deles, a decisão é definitiva. Nesse quesito, Haddad (68%) aparece em segundo lugar, seguido por Alvaro Dias (62%), Amoêdo (59%), Ciro (58%), Alckmin (49%), Boulos (40%), Marina (37%) e Meirelles (24%).

O levantamento foi realizado entre os dias 8 e 9 de setembro com 2000 eleitores e a margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Ela foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TRE) com o número BR-01522/2018.

*do Bahia Notícias

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, lidera a corrida pelo Palácio do Planalto com 22% das intenções de voto, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (5). O levantamento não considera o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que teve a candidatura negada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na segunda posição, Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT) aparecem empatados com 12%. Na comparação com a última pesquisa Ibope, Ciro subiu três pontos, enquanto Marina permaneceu com a mesma porcentagem. Geraldo Alckmin (PSDB) passou de 7% para 9% e ocupa a terceira posição no levantamento. Este levantamento foi o primeiro do Ibope após a decisão do TSE de barrar a candidatura de Lula. Fernando Haddad (PT), provável substituto do ex-presidente na disputa, passou de 4% para 6%. Em seguida, aparecem Álvaro Dias (Podemos) e João Amoêdo (Novo) com 3%, e Henrique Meirelles (MDB) com 2%. A porcentagem do eleitorado disposta a votar em branco ou nulo passou de 29% para 21%. Entre os indecisos, o índice passou de 9% para 7%. A pesquisa foi feita com 2.002 eleitores, em 142 municípios, entre os dias 1º e 3 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento está registro no TSE: BR?05003/2018.

A Polícia Federal concluiu inquérito sobre supostos repasses ilícitos da Odebrecht ao MDB e concluiu que o presidente Michel Temer recebeu da empreiteira propinas de ao menos R$ 1,43 milhão por meio de intermediários.

Em relatório sobre o caso, o delegado Thiago Machado Delabary sustenta que há indícios de que o emedebista praticou os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O documento foi enviado nesta quarta (5) ao STF (Supremo Tribunal Federal). Com base nas provas apresentadas, a PGR (Procuradoria-Geral da República) decidirá se denuncia o presidente pela terceira vez.

Além de Temer, a PF também viu elementos de que dois de seus ministros -Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Minas e Energia)- foram corrompidos.

O inquérito foi aberto após delatores da Odebrecht relatarem que, num jantar no Palácio do Jaburu, acertaram com Temer e aliados o repasse ilícito de R$ 10 milhões em recursos em 2014.

O relatório também implica outros investigados, como o candidato do MDB ao governo de São Paulo Paulo Skaf.

A defesa do presidente Michel Temer informou que até às 20h desta quarta-feira (5) não havia tomado conhecimento do conteúdo do relatório da PF e, por isso, preferiu não se manifestar. A defesa disse ainda que é preciso aguardar uma manifestação do Ministério Público Federal, que pode ou não concordar com a conclusão da PF e até mesmo sugerir o arquivamento do caso.

A reportagem ainda não localizou os demais citados no relatório.

Procuradora-geral da República, Raquel Dodge prepara um novo recurso para pedir que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mande o PT devolver aos cofres públicos os valores que gastar na campanha presidencial enquanto não anuncia o substituto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A informação é do blog Painel, da Folha de S. Paulo.

O TSE deu o prazo de 10 dias, que se encerra na próxima terça-feira (11), para que a legenda indique um nome. Atualmente candidato a vice, o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), deve ser alçado ao posto de candidato a presidente com a deputada federal Manuela D'Ávila como sua vice.

De acordo com a publicação, o partido repassou R$ 20 milhões do fundo eleitoral à chapa presidencial. Desse montante, R$ 14,4 milhões foram investidos nas propagandas veiculadas na televisão e no rádio.

Uma pesquisa divulgada pela RecordTV Itapoan na manhã desta quarta-feira (22) mostra o governador Rui Costa (PT), candidato à reeleição, liderando a corrida pelo Palácio de Ondina. 

O estudo feito pela Real Time Big Data traz o petista liderando o cenário estimulado com 51%. Zé Ronaldo, candidato do DEM, aparece em segundo lugar com 18%.

Ainda na pesquisa estimulada, João Henrique (PRTB) é o candidato que aparece em terceiro com 1%. Os candidatos Marcos Mendes (Psol), Orlando Andrade (PCO) e Célia Sacramento (Rede) têm, juntos, 2%.

No cenário da pesquisa espontânea, Rui Costa tem 34%. Zé Ronaldo, por sua vez, tem 10%. Os demais candidatos somam 1%, indecisos são 44% e os que vão votar nulo ou em branco representam 11%.

Na avaliação feita pelo instituto para o segundo turno, Rui Costa venceria Zé Ronaldo com 55% das intenções de votos. O democrata aparece com 25% neste cenário.

A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob número de identificação BA-05201/2018, foi contratada e realizada pelo instituto Real Time Big Data. O levantamento ouviu 1.200 eleitores entre os dias 16 e 17 deste mês de agosto, tem nível de confiança de 95% e margem de erro de até 3% para mais ou para menos.

Uma operação da Polícia Federal, com o apoio da Controladoria-Geral da União, visa o cumprimento de mandado de afastamento dos prefeitos Pilão Arcado e Ipirá.

De acordo com a PF, a operação deflagrada nesta terça-feira (21) foi batizada de Offerus e tem o objetivo de desarticular um esquema criminoso de fraude a licitações, superfaturamento, desvio de recursos públicos, corrupção ativa e passiva e lavagem de ativos envolvendo a contratação do serviço de transporte escolar nos municípios baianos de Alagoinhas, Casa Nova, Conde, Ipirá, Jequié e Pilão Arcado.

Cerca de 90 policiais federais cumprem 19 mandados de busca e apreensão em órgãos públicos, empresas e nas residências dos envolvidos no esquema, além de um mandado de prisão preventiva. Vinte e um auditores federais de controle, da CGU, também participam das diligências.

Além dos mandados no interior, há cumprimento em Salvador no bairro do Rio Vermelho.