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O deputado estadual Pedro Tavares (PMDB) cumpriu extensa agenda na microrregião de Irecê na última semana. As visitas aos municípios da região foram iniciadas no feriado da Proclamação da República, dia 15, onde Tavares esteve na cidade de Barra e participou da entrega da requalificação da Alameda Plínio Mariani Guerreiro, que liga o município ao povoado de Brejo do Saco.O parlamentar prestigiou a entrega ao lado do prefeito Deonísio, do vice-prefeito Joaquim Cavalcanti, secretários, vereadores e moradores.

Além da estrada, foram entregues também duas ambulâncias S-10 e um caminhão baú refrigerado para a merenda escolar, oriundos de recurso próprio da administração local. “Fico muito feliz e satisfeito em poder acompanhar o desenvolvimento no município de Barra e participar de importantes conquistas para essa cidade. Não posso deixar de parabenizar o o prefeito e grande amigo Deonísio e toda equipe de trabalho, pelo empenho e dedicação”, ressaltou.

Na quinta-feira, 16, Tavares encontrou com lideranças dos municípios de Xique Xique, Itaguaçu da Bahia, Ibititá, Ibipeba, Barra do Mendes e Barro Alto, onde tratou sobre as demandas dos municípios e o cenário político regional. Em Itaguaçu esteve com o prefeito Ivan Tiburtino Oliveira e o secretário de Desporto, Vá, além de outras lideranças.

Já na sexta-feira, 17, o deputado estadual esteve reunido com a Cooperativa Agrícola Mista Regional de Irecê, onde discutiu sobre a lei 13.340/2017 que dispõe sobre a renegociação das dívidas de crédito rural. “Estamos juntos dos agricultores da região para extensão do prazo de renegociação, que é fundamental para o homem do campo”, disse Tavares.

No sábado pela manhã, 18, Pedro Tavares esteve em Ibititá, ao lado do líder político Afonso Mendonça, da vereadora Prof. Cris e do amigo Edivacio. “Retornar a região de Irecê é sempre motivo de muita alegria. Uma região que me acolhe durante mais de 10 anos, que fiz grandes amigos e que tenho imenso respeito e satisfação de poder representar na casa legislativa”, conclui.

O peemedebista Pedro Tavares pretende que o Governo do Estado realize “campanhas públicas educacionais para proteção e prevenção de atos de violência contra a mulher” na Bahia. Para isso, apresentou projeto de lei onde esclarece que esta “campanha pública educacional se dará mediante materiais de publicidade nos locais de maior visibilidade em todo o Estado, bem como serão realizadas palestras a fim de conscientizar a população acerca da violência contra a mulher”. Segundo o peemedebista, a Secretaria de Segurança Pública constatou que no primeiro semestre deste ano “foram registrados mais de 23 mil casos de atos de violência contra as mulheres no Estado, ressaltando que ocorreram demais casos em que não houve registros”.

“A violência contra a mulher é constante no decorrer da história brasileira”, informa Tavares, adiantando que “estes atos se dão de diversas maneiras, em todos os níveis sociais e, geralmente, de forma rotineira”, citando como exemplo “a violência física, doméstica, intrafamiliar, sexual, de gênero, bem como a violência psicológica, financeira, institucional, entre outras”.

Deste modo, continua o parlamentar, o projeto de lei “objetiva mudar a lastimosa situação em comento, apresentando esta triste realidade ao maior número de pessoas através de palestras, debates, incentivo à denúncia, além de materiais de publicidade em todo o território estadual, utilizando dos espaços públicos para estas campanhas educacionais, com o intuito de conscientizar a população e alterar este quadro de violência contra as mulheres”.

As campanhas propostas por Pedro Tavares “ocorrerão em espaços públicos tais como escolas, hospitais, creches, rodovias, veículos, dentre outros locais, objetivando alcançar o maior número de pessoas possível” e a assistência social e o Conselho Estadual dos Direitos da Mulher “devem ser influenciados positivamente através de debates acerca do conteúdo evidenciado nas campanhas públicas educacionais de prevenção de violência contra a mulher”, finaliza.

O WhatsApp ficou fora do ar em várias partes do mundo na tarde desta quinta-feira (30). No Twitter, os usuários reclamam da instabilidade. A hashtag #WhatsAppDown alcançou o topo dos trending topics, com pessoas de diferentes países reclamaram da queda do serviço. A empresa ainda não se manifestou oficialmente sobre o ocorrido. O aplicativo de mensagens, no entanto, está funcionando, de acordo com relatos dos internautas.

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) manteve o bloqueio de R$ 16 milhões de reais do ex-presidente Lula. O bloqueio foi determinado inicialmente pelo juiz federal Sergio Moro no julgamento que o condenou pelo triplex do Guarujá.

A manutenção da decisão de Moro ocorreu na 8ª Turma do TRF4 por unanimidade. Com informações do site O Antagonista.

Os ex-governadores Anthony e Rosinha Garotinho foram presos na manhã desta quarta-feira (22) em mais um desdobramento da Operação Chequinho, que já havia levado à cadeia o primeiro por duas vezes. É a primeira vez que a mulher também é detida.

A investigação do Ministério Público Eleitoral do Rio apura suposta compra de votos na eleição de Campos, em 2016, por meio do programa social Cheque Cidadão. Segundo o Ministério Público, o suposto esquema teria dado prejuízo de R$ 11 milhões à prefeitura, e pelo menos 18 mil ações de compras de votos teriam sido realizadas. Há suspeita de que vinte vereadores eleitos naquele ano teriam sido beneficiados com votos do esquema.

Em nota publicada no "blog de Garotinho", o casal afirma que a ordem de prisão determina que os dois sejam levados para a cadeia pública José Frederica Marques, em que estão presos o ex-governador Sérgio Cabral e os deputados Jorge Picciani e Paulo Melo, todos do PMDB e seus rivais políticos.

Ele já havia sido preso em 16 de novembro de 2016 em razão desta investigação -um dia antes da Operação Calicute, que prendeu outro ex-governador, Sérgio Cabral. Foi solto por ordem do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Em setembro deste ano, voltou a ser preso sob alegação de usar seu programa de rádio para atacar os responsáveis pela condução de seu processo. Foi solto mais uma vez por ordem do TSE.

OUTRO LADO

Em nota, a defesa do ex-governador atribui a operação "a mais um capítulo da perseguição que [Garotinho] vem sofrendo desde que denunciou o esquema do governo Cabral na Assembleia Legislativa e as irregularidades praticadas pelo desembargador Luiz Zveiter". "Garotinho afirma ainda que nem ele e nem nenhum dos acusados cometeu crime algum", diz trecho da nota.

O presidente nacional do PR, Antonio Carlos Rodrigues, foi preso na manhã desta quarta-feira (22) em operação da Polícia Federal. A informação é do site O Antagonista.

Nesta manhã, também foram presos os ex-governadores do Rio de Janeiro Anthony e Rosinha Garotinho, ambos também do PR.

Ele é acusado de ter negociado com o PT a propina da campanha de 2014 para favorecer Dilma Rousseff.

Antonio Carlos Rodrigues foi ministro dos Transportes de Iolanda até o impeachment da presidente petista.

ex-presidente Lula recebeu na conta de sua empresa de palestras, a Lils Palestras, Eventos e Publicaçõs, R$ 27 milhões em quatro anos. A informação é do blog de Fausto Macedo, do jornal O Estado de S.Paulo. Neste domingo (19), Lula disse que não possui os R$ 24 milhões que a Procuradoria quer bloquear.

Ainda segundo a publicação, Lula é dono de 98% do negócio (os 2% restantes são de Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula), que movimentou R$ 52 milhões entre 2011 e 2015. A movimentação foi considerada suspeita pelo Conselho de Controle das Atividades Financeiras (Coaf), do Ministério da Fazenda.

Em entrevista ao programa "Canal Livre", da Band, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) disse que, se não houver fraude nas eleições de 2018, com certeza chegará ao segundo turno da disputa. "Sou diferente de todos os presidenciáveis que estão aí. Quem declara voto em mim dificilmente mudará. Não havendo fraude, com certeza estarei no segundo turno", afirmou. O pré-candidato diz contar com a simpatia de grupos específicos, como os evangélicos, os que querem ter arma em casa e setores do agronegócio.

Acredita, no entanto, que as eleições em urnas eletrônicas no Brasil não são limpas, e por isso defende a impressão do voto.
Bolsonaro participou de uma série do programa "Canal Livre" com os presidenciáveis. Foi entrevistado, na madrugada de domingo (19) para segunda (20), pelos jornalistas Fabio Pannunzio, Fernando Mitre, Julia Duailibi, Sérgio Amaral e Mônica Bergamo, colunista da Folha de S.Paulo.

Por quase uma hora, tratou de temas como economia, segurança pública e a relação entre Executivo e o Congresso. Questionado sobre manifestações pelo país que defendem o autoritarismo, disse que nunca pregou uma intervenção militar. "Mas se chegarmos ao caos, as Forças Armadas vão intervir para a manutenção da lei e da ordem", afirmou, ecoando comentário similar do general Antonio Hamilton Mourão em setembro deste ano.

Bolsonaro disse ser favorável à privatização de estatais, mas defendeu que cada caso específico seja analisado com cuidado. Vê com receio, por exemplo, a entrada de capital chinês no país. "A China não está comprando do Brasil, e sim o Brasil." Bolsonaro fez críticas à Folha de S.Paulo ao ser questionado a respeito de um levantamento de sua carreira no Congresso publicado pelo jornal. O texto revela que, a despeito do discurso liberal adotado recentemente, ele votou com o PT em temas econômicos durante o governo Lula. "A Folha não é referência de nada. Não atendo mais a Folha. Eles deturpam tudo." Na conversa Bolsonaro afirmou ainda ser imune à corrupção e que, em caso de vitória, não seguirá o modelo "toma lá, dá cá" para distribuir cargos.

Comporá um eventual ministério, afirmou, guiado apenas por critérios de competência, sem buscar agradar movimentos feministas, negros ou LGBTs. Quanto a este último ponto, criticou a discussão de gênero nos colégios. "Eu quero que todos, inclusive os gays, sejam felizes, mas que esse tipo de comportamento não seja ensinado nas escolas", argumentou. "Os pais querem ver o filho jogando futebol, não brincando de boneca por causa da escola."

Ao tratar o tema da segurança pública, um dos principais eixos de seu discurso, defendeu maior rigor e a adoção de medidas enérgicas no combate ao crime. "Se morrerem 40 mil bandidos [por ano, por ação da polícia], temos que passar para 80 mil. Não há outro caminho. Não dá para combater violência com políticas de paz e amor", afirmou.

"Preso não deve ter direito nenhum, não é mais cidadão. O sentido da cadeia não é ressocializar, mas tirar o marginal da sociedade." No encerramento do programa, em suas considerações finais, Bolsonaro afirmou que o Brasil "precisa de um presidente honesto que tenha Deus no coração".