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A aprovação do governo de Jaques (PT) foi de 28% segundo pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta quinta-feira (25), em matéria publicada no portal de notícias G1. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais.

O percentual de 28% é o dos entrevistados que consideram o governo “bom” ou “ótimo”, de acordo com o levantamento. O Ibope também perguntou aos eleitores se aprovam a maneira de governar de Jaques Wagner. 45% dos eleitores responderam positivamente. Já o percentual de eleitores que manifestaram ao Ibope confiança no governador é de 41%.

Entre os entrevistados, 66% acreditam que governador e secretários utilizam “mal ou muito mal” os recursos públicos.

Vale lembrar que a pesquisa foi feita após as manifestações que tomaram conta do país.

Fonte: Blog da Resenha Geral

Embora ainda desconhecido da maioria da população do Estado, o ex-prefeito de Mata de São João, município da Região Metropolitana de Salvador, João Gualberto, indicado pelo PSDB como pré-candidato à sucessão ao Palácio de Ondina, se anima com o cenário pré-eleitoral para 2014, é o que informa matéria do jornal Tribuna da Bahia.

A conjuntura atual, com protestos realizados nas principais capitais, segundo o tucano, é uma demonstração de descontentamento da população com as políticas dos governos, evidenciadas na “falta de prioridade” com a educação e outros serviços básicos. Aproveitando para direcionar críticas aos governos petistas, Gualberto diz que o momento vivido no País pode ajudar o grupo de oposição que traça planos de voltar ao poder na Bahia e a presidência da República.

Apesar de considerar a possibilidade de unidade dos opositores e citar o PMDB e o DEM como parceiros, o tucano se conteve ao falar do cenário. Segundo ele, somente em abril do próximo ano é que o panorama estará mais definido. “É claro que nos favorece, pois esse protesto é voltado para quem está no governo e nós não estamos. A população não está feliz com as gestões que estão aí. Há uma demanda muito grande de solicitações e uma dívida grande desses governos que não cumpriram suas promessas”, afirmou ao ser questionado sobre o assunto.

Fonte: Blog da Resenha Geral

As coisas não andam nada boas para a presidente do Brasil. Na simulação de segundo turno entre Dilma Rousseff (PT) e a ex-ministra Marina Silva (sem partido), na pesquisa feita pelo Ibope em parceria com o Estado, as duas aparecem tecnicamente empatadas: Dilma tem 35% contra 34% de Marina.

A margem de erro máxima é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos. Outros 19% dizem que, nesse cenário de segundo turno, anulariam ou votariam em branco. E os 13% restantes não souberam ou não quiseram responder.

A alta taxa de branco/nulo é mais um indicativo do descontentamento do eleitor com os políticos. Apenas Marina consegue empatar com Dilma nas simulações de segundo turno pesquisadas pelo Ibope.

SÃO PAULO - Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira pelo jornal "O Estado de S. Paulo" confirmou a queda de popularidade da presidente Dilma Rousseff após a onda de protestos no país. A sondagem também mostrou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com aprovação maior que a sucessora e apontou uma escalada da taxa dos votos em branco. Dilma perdeu 28 pontos em comparação ao último levantamento, em março, e aparece agora com 30% das intenções de voto. No mesmo cenário de disputa, Lula alcançaria 41%.

Entre os adversários pesquisados, Dilma foi a única a perder intenção de voto. A ex-presidenciável Marina Silva teve o maior crescimento dentre todos, passando de 12% para 22%. Na sequência aparecem o senador Aécio Neves (13%) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (5%). Eles tiveram 9% e 3%, respectivamente, na pesquisa anterior.

Os votos em branco e nulos dobraram no mesmo período. Passaram de 9% em março para 18%. A pesquisa foi realizada entre quinta-feira e domingo passado. Foram entrevistados 2.002 brasileiros de 16 anos ou mais de idade em 140 municípios de todas as regiões do Brasil. A margem de erro máxima é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos, em um intervalo de confiança de 95%.

Fonte: O Globo


Pesquisa realizada pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), durante a “Marcha dos Prefeitos”, mostrou que 60,5% dos entrevistados acham que a reeleição deve acabar e, para 53,3%, o mandato do presidente, de governadores e prefeitos deve ter duração de seis anos. O levantamento ouviu 622 gestores – 11% do total de 5.563 no país – que ocupam o cargo pela primeira vez. O fim da reeleição indefinida dos parlamentares também é defendido por 73,3%, assim como o financiamento público de campanha (49,2%) e o voto obrigatório (58,4%). O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, afirmou que a consulta será enviada aos congressistas, como contribuição para o debate sobre a reforma política. Para ele, o dado, combinado com o mandato de seis anos, tem explicação: os prefeitos terão mais tempo para planejar a gestão e poderão ser mais independentes dos partidos políticos. “Os novos prefeitos começam [o mandato] pensando em reeleição. Se não houver reeleição, mas o mandato for de seis anos, terão um tempo maior para se planejar e não vão ficar pensando em reeleição. Vão ter mais transparência e não ficarão vulneráveis aos partidos”, argumentou. A pesquisa consultou os prefeitos sobre 12 pontos. Setenta por cento são contra candidaturas de políticos sem partido. A eleição do suplente de senador tem apoio de 85%, e as eleições para todos os cargos em um só pleito, com a coincidência de mandatos, de 83,5%.

 

Quatro ex-prefeitos baianos já estão sendo cobrados judicialmente por terem provocado eleições suplementares nos seus municípios. Outros dois devem também ser acionados pelo mesmo motivo.


Isso ocorre devido a uma iniciativa da Justiça Eleitoral, Procuradoria Eleitoral e Advocacia Geral da União (AGU). Na Bahia, são alvo de ações de ressarcimento Gilvandro de Souza Araújo (de Castro Alves), Wagner Teixeira Santana (Pilão Arcado), José Rodrigues de Carvalho Júnior, o Zezinho (Iramaia), e José Roberto de Oliveira, o Zé do Betina (Cordeiros).


Segundo o jornal A Tarde, a ideia é desestimular candidatos “fichas-sujas” a disputarem eleições. Para isso, órgãos federais resolveram mexer no ponto mais sensível do ser humano: o bolso. Desde o ano passado, a AGU tem patrocinado ações na Justiça Comum cobrando o prejuízo que os “fichas-sujas” causaram ao obrigar a Justiça Eleitoral a convocar eleições suplementares.

Por Herzem Gusmão

Prefeito ACM Neto (DEM) pretende investir R$ 8,5 bilhões em Salvador


Investimento de R$ 8,5 bilhões em toda cidade de Salvador, até 2016, é o que tem anunciado o prefeito ACM Neto (DEM) em recente reunião com a sua equipe de governo e vereadores da base aliada. Para que a meta seja alcançada a previsão de aumentar a arrecadação em cerca de R$ 500 milhões ao ano nos próximos três anos, com a aplicação da Reforma Tributária aprovada na Câmara.

As parcerias público-privadas (PPPs) receberão atenção especial. A prefeitura está livre para buscar também parcerias e linhas de financiamento internacionais além dos convênios com os governos federal e estadual.


No encontro ficaram definidas ainda as metas de curto, médio e longo prazos para dez áreas temáticas. Foram estipuladas 57 metas e 54 iniciativas estratégicas que têm como prazo final para cada secretaria o fim do atual mandato, em dezembro de 2016.

Entre as metas, está a de ampliar a cobertura do Programa Saúde da Família (PSF) para 50% da população – hoje é de apenas 17%. Na Educação elevar a nota do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) para 5,0. Hoje, ela é de 4,0 (séries iniciais) e 2,8 (séries finais).


Em Vitória da Conquista, a atual administração petista, colocou a prefeitura na relação das inadimplentes no Cadastro Único de Convênios (Cauc), do Governo Federal. A simples restauração do bueiro da Avenida Bartolomeu de Gusmão, que cedeu com as chuvas, já ultrapassa 3 meses de espera. Sem recursos para tocar a obra e negativada, a PMVC não poderá buscar ajuda externa.


As metas em Vitória da Conquista ficam nas promessas do governo do PT que peca por falta de planejamento e projetos. A Educação, Saúde, Transporte Coletivo, Segurança Pública não contemplam moradores da zona urbana e zona rural. Na Educação a PMVC colocou a cidade com o pior desempenho do Ideb nas cidades de mais de 200 mil habitantes.

O SUS local com 5,06, está abaixo da média nacional que é de 5,48. Na segurança pública a Vitória da Conquista aparece entre as mais violentas do Brasil.

A Polícia Federal concluiu o inquérito que investigou a origem dos boatos sobre o fim do programa Bolsa Família, mas não conseguiu apontar os responsáveis pela disseminação das notícias falsas em doze estados do país, no mês de maio. Para a PF, um conjunto de “fatores desassociados” espalhou a notícia de que o programa seria suspenso, causando pânico nas agências da Caixa Econômica Federal – foram registrados cerca de 900.000 saques, totalizando 152 milhões de reais.


Após a confusão, ampliada pela tentativa da Caixa de acobertar suas falhas, integrantes do governo chegaram a acusar a oposição pelo episódio. A ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, afirmou que partidos de oposição teriam orquestrado os boatos.

Na sequência, a presidente Dilma Rousseff admitiu que poderia ter ocorrido uma “falha” no pagamento dos benefícios pela Caixa. Responsável pelo pagamento dos benefícios, o banco público apresentou versões conflitantes sobre o que poderia ter acontecido e, ao final, confirmou ter antecipado o pagamento de benefícios do Bolsa Família em maio.


“O relatório da Polícia Federal aponta que o boato foi espontâneo, não havendo como afirmar que apenas uma pessoa ou grupo tenha causado os boatos envolvendo o Programa Bolsa Família”, diz a PF. “Conclui-se, assim, pela inexistência de elementos que possam configurar crime ou contravenção penal”, afirma.


Em quase dois meses, a Polícia Federal analisou informações fornecidas pela Caixa e verificou que, em maio, houve volume de saque anormal nas cidades de Ipu (CE) e Cajazeiras (PB). A PF ouviu 64 gerentes da Caixa nos locais onde foram registrados saques e descartou que a origem dos boatos tenha sido notícias em redes sociais, divulgação em rádios comunitárias ou mensagens de telemarketing, como chegou a ser afirmando pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.


“A internet e as redes sociais apenas reproduziram notícias veiculadas pela imprensa sobre os tumultos em agências bancárias. Da mesma forma, não ficou configurada a utilização de rádios comunitárias, telemarketing ou empresa contratada para a disseminação da informação de cancelamento do programa”, informou a PF nesta sexta-feira.


Fonte: veja.abril.com.br