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O Partido Verde é uma as agremiações que busca a definição para as eleições de 2014 na Bahia. O PV não descarta uma candidatura própria ao Governo do Estado e pretende lançar vários nomes para a Câmara Federal e Assembleia Legislativa.

Em entrevista concedida na última segunda-feira (30) ao radialista Alberto Lopes, na rádio 88 FM, o vice-prefeito de Livramento de Nossa Senhora, Gerardo Júnior (PT), disse que a administração do seu companheiro de chapa, prefeito Paulo César Cardoso Azevedo (PRP), está sem rumo, e que o Partido dos Trabalhadores foi excluído do governo e agora faz oposição ao gestor.

No Réveillon em Salvador a imprensa fotografou e documentou o encontro do governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), e o Prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), antes da virada do ano.

Na semana passada, o ex-prefeito de Caculé, Luciano Ribeiro (DEM), esteve na cidade de Cordeiros, sudoeste baiano. A visita faz parte da missão do democrata em articular a oposição regional e fortalecer a sua sigla para as disputas eleitorais de 2014. Em Cordeiros, Ribeiro foi recepcionado na Câmara Municipal por lideranças locais e de outras cidades, como Piripá, Guajeru e Condeúba. Também presenciaram o momento centenas de militantes e simpatizantes do DEM. Em contato com o site Brumado Notícias, o ex-prefeito afirmou que os municípios da região estão unidos para buscar o fortalecimento e em prol das carências que seguem esquecidas pelo governo estadual. “A nossa região tem inúmeras carências, que em muitas das vezes precisam de seus representantes mais próximos do povo para, de uma forma até incansável, cobrar as demandas do governo”, disse. Luciano ainda destacou o crescimento da oposição e assegurou que novas reuniões serão agendadas com os democratas de outros municípios da região nos próximos meses.

Fonte: Brumado Notícias

Do Bahia Notícias.

Governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), é o melhor avaliado

O desempenho do governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), ficou em último lugar em uma lista com oito comandates dos principais estados brasileiros que conseguiram superar a crise e atrair investimentos e ainda os que tiveram dificuldades em equilibrar finanças e conquistar empresas.

O levantamento, divulgado na edição de novembro da Revista Voto, de Porto Alegre, utilizou dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplica (Ipea), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Movimento Brasil Competitivo e ainda a análise de líderes empresariais e de classe, além de cientistas políticos e econômicos. De acordo com a reportagem, o governo baiano, apesar das ações na área de educação, enfrenta uma grave crise financeira. “Mesmo assim, a Bahia tem o Polo Petroquímico de Camaçari.

E os baianos estão recebendo investimentos ainda não anunciados na área de energia eólica”, escreve o diretor-presidente do Movimento Brasil Competitivo (MBC), Erik Camarano.

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), lidera o ranking. De acordo com Camarano, entre os estados da federação, Pernambuco será o que terá maior transformação do ponto de vista de investimentos.

O pensamento das ruas

Por: Oclides da Silveira

Por que os políticos detentores dos atuais mandatos não municipalizam as discurções com os movimentos de ruas? Será que há receio por parte deles que muitas vezes depois de eleitos desaparecem do convivo popular, só retornam o contato com o povo no último ano do seu mandato, para pedir o voto novamente para continuar mais quatro anos no poder? Ou será ainda que os políticos não entenderam as mensagens dos movimentos das ruas e janelas?

Não importa de uma forma ou de outra, o certo é que a massa já não suporta mais enrolação por parte do Poder Público.

Tudo tem que andar rápido nos dias de hoje, inclusive na administração pública, assim como ocorre às mudanças no mundo, a população está conectado 24 horas em tempo real, com todos os lugares do planeta e fora dele.

Por tanto, não há mais espaços para os administradores públicos ludibriarem o povo com palavreados do tipo: “eu vou ver”, ”se der jeito eu faço”, “volta depois”, “vai passando por aí, o dia que dar certo eu ti atendo”. Isto faz parte de um passado retrógada que não deixou saudades, hoje o povo só trabalha com planejamento e previsão de datas não muito longas, se falhar, como dizem na gíria, “sujou”, aí o administrador cai num descrédito total.

Tem também o gravíssimo problema dos candidatos sorrateiros que gostam de dar rasteira no povo, na época das campanhas eleitorais, eles saem comprando e pagando votos pelo preço que encontrar, alem do que, eles  prometem mundos e fundos se for eleitos, mentindo para o povo. Em contra partida, aceitando tudo que lhe é pedido, ele concorda com tudo dando a seguinte justificativa:

Assim que eu for eleito, pode me procurar que estarei pronto para atendê-los. Num entanto, depois de eleito ninguém mais consegue falar por telefone com o cidadão, muito menos encontrá-lo nos três primeiros anos do seu mandato, só retorna a fazer contato com o povo na época que começa as campanhas políticas para pedir novamente o voto e tornar reelegê-lo.

Mas, ele não vem com uma relação das obras que fez durante os três anos, que esteve desaparecido do meio do povo, muito menos se participou de algumas negociatas que lhe rendera alguns dividendos financeiros. Como certa vez disse Jô Soares, vamos no popular, “se ele meteu a mão no dinheiro publico”!

Horas bolas! Tudo tem limite, até quando vamos ter que engolir essas tramóias dos nossos homens públicos? A final de contas somos nós eleitores que damos os mandatos aos políticos por quatro anos e aos Senadores oito anos, “o que é um absurdo”.

É verdade! Somos nós também quem pagamos os gordos salários de todos os políticos no poder. Muito embora, a população não é convidada para participar das discurções de aumento salarial dos políticos, razão pela qual, há valores tão aviltantes nos salários dos homens públicos. Então o povo quer conversar sobre essas mazelas, que os políticos desonestos tem feito com a sociedade ao longo dos anos.

Uma idéia que foi boa demais em quanto durou, em São José do Rio Preto/SP., os aumentos salariais tanto do Executivo quanto do Legislativo, só ocorria depois de ser ouvida a sociedade organizada, após amplos debates realizados em várias reuniões. Em caso de concessão de aumento salarial, então, encaminhava-se aquela proposta resultante dos debates e decisão da sociedade à Câmara para ser votada e aprovada pelos vereadores, só para dar legalidade.

Que tal fazermos o que fizeram os rio-pretenses? A sociedade organizada de cada município representada por Prefeitura, Câmara de Vereadores, Sindicatos, Associações de Moradores ou de Categorias, Cooperativas, Centrais, Clubes, Igrejas, OAB, Maçonaria, Conselhos, entre outros. Vamos procurar corrigir e assessorar nossos políticos municipais, isto posto, com certeza nossos problemas diminuirão, pois, moramos primeiramente no município, ninguém mora no Estado ou União. 

 

É verdade! O Brasil alterou seu status de “deitado eternamente em berço esplendido”, para “verás que um filho teu não foge à luta”. Conforme cartaz exibido abaixo numa das manifestações de ruas. 

O prefeito de Licínio de Almeida e presidente do Partido Verde (PV) da Bahia, Alan Lacerda Leite, foi acusado pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) de improbidade administrativa.

Por ser prefeito e está no exercício do cargo, Alan tem foro privilegiado e só poderia ser julgado pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). Na última terça-feira (30), a primeira Câmara Criminal do TJ-BA recebeu a denúncia, após ser analisada pelos desembargadores João Bosco de Oliveira Seixas (relator); Pedro Augusto Costa Guerra; Aliomar Silva Britto; Luiz Fernando Lima; Ivone Ribeiro Goncalves Bessa Ramos e Lourival Almeida Trindade.

Segundo a denúncia, Alan teria infringido o art. 1º, incisos II e XIII, do Decreto-lei nº 201/67, e o art. 89, caput, da Lei nº 8.666/93, c/c o art. 69, do Código Penal, que prevê pena de detenção de três a cinco anos e multa. Mesmo recebendo a ação penal de improbidade administrativa, os desembargadores não afastaram o prefeito Alan Lacerda do cargo. Por encontrar indícios de irregularidades, o Tribunal vai julgar o processo para analisar os autos e posteriormente incriminar ou não o gestor.

Fonte: Brumado Notícias