Login to your account

Username *
Password *
Remember Me
Quarta, 05 Agosto 2020
Nublado

22°C

Condeúba

Nublado

Umidade: 50%

Vento: 17 km/h

Segunda, 08 Junho 2015

Já está na mesa do governador Rui Costa o pedido de indicação feito pelo deputado Herzem Gusmão (PMDB) para reforma e reativação do Hospital Crescêncio Silveira, em Vitória da Conquista. No despacho encaminhado ao presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo, o chefe de gabinete do governador, Cícero Monteiro, informa que a solicitação apresentada por Herzem Gusmão foi encaminhada à Secretaria da Saúde. “Oportunamente, serão remetidas informações quanto aos desdobramentos da demanda em questão”, escreveu Cícero Monteiro.

Segundo o deputado Herzem Gusmão, a rede hospitalar de Vitória da Conquista possui cerca de 2.000 leitos, número insuficiente para atender a demanda regional. “A terceira maior cidade da Bahia, com a privatização do Hospital Esaú Matos, só possui uma unidade pública (Hospital de Base). O Hospital Crescêncio Silveira foi desativado e a Clínica de Urgência Pediátrica (Cupe), descredenciada. Fiz o pedido de indicação porque o Hospital Crescêncio Silveira é muito importante para a região Sudoeste”, disse Herzem Gusmão.

Publicado em Bahia
BN

O banco britânico HSBC informou que encerrará duas atividades no Brasil e na Turquia e demitirá cerca de 50 mil funcionários em todo o mundo. O anúncio foi feito nesta terça-feira (9), em comunicado à Bolsa de Valores de Hong Kong, e faz parte do novo plano estratégico que visa reduzir os custos em US$ 5 bilhões. Com a decisão, cerca 10% de seus empregados - entre 22 mil e 25 mil pessoas - serão demitidas das filiais ao redor do planeta, além dos 25 mil que serão dispensados das agências brasileiras.

Segundo o The New York Times, a empresa cortou outros 37 mil empregos entre 2011 e 2014.O banco britânico é hoje o sexto maior em ativos no Brasil, focado em clientes de alta renda, além de ter a financeira Losango, que financia compras na agência de turismo CVC e nas lojas Hering e Colombo.

Os planos agora são se desfazer da financeira – à venda há quatro anos com um valor considerado muito alto -, manter apenas o atendimento a grandes empresas e acelerar os investimentos na Ásia, com foco na China e no sudoeste do continente. Além disso, deve aumentar investimentos nas operações no México e Estados Unidos.Especulações de que o HSBC sairia do país aumentaram em março, após a divulgação de um prejuízo líquido de R$ 549 milhões em 2014 no país.

Além disso, uma série de escândalos sobre sonegação de impostos que teriam sido favorecidas por sua filial na Suíça, a Swissleaks, prejudicou a imagem da companhia no Brasil e no mundo.

 

Publicado em Mundo
X

Proteção de Conteúdo

Conteúdo protegido por direitos autorais. Para obter autorização de reprodução, envie um e-mail para [email protected]