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Quinta, 16 Março 2017

Bocão News

O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Ângelo Coronel (PSD), promulgou um projeto de lei de autoria do deputado Leur Lomanto Júnior (PMDB), atual líder da oposição. Agora, está proibida a permanência ou ingresso de pessoas usando capacete ou qualquer tipo de cobertura no rosto em estabelecimentos comerciais e órgãos públicos do estado da Bahia.

"Nos postos de combustíveis, os motociclistas deverão retirar o capacete antes da faixa de segurança para abastecimento", diz um trecho da lei, que não inclui na proibição itens como bonés, capuzes e gorros, desde que ocultem a face.

Os responsáveis pelos estabelecimentos referidos na lei deverão, em 60 dias a partir desta sexta-feira (17), afixar uma placa indicativa na entrada do local alertando para a proibição do uso de capacete no seu interior.

Publicado em Bahia

Bahia Notícias
A Polícia Federal cumpre na manhã desta sexta-feira (17) 311 mandados judiciais em sete estados, pela operação Carne Fraca, apura o envolvimento de fiscais do Ministério da Agricultura, Pecuária, Abastecimento (Mapa) em esquema de liberação de licenças e fiscalização irregular de frigoríficos. Segundo informações da Polícia Federal, algumas das maiores empresas do país são alvos da apuração.

A investigação aponta que os fiscais pediam propina para empresários; estes cediam, mas em contrapartida, chegavam a obter a prerrogativa de indicar quem faria a fiscalização nas empresas. Os mandados serão em São Paulo, Distrito Federal, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Goiás. Ao todo, 1,1 mil policiais participam da ação. Do total de mandados, 26 são de prisão preventiva, 11 de prisão temporária e 79 de conduções coercitivas, além de 195 mandados são de busca e apreensão.

Também há ordem judicial para o bloqueio determinou o bloqueio de bens de todos os investigados no caso, somando R$ 1 bilhão. A nome da operação, Carne Fraca, faz menção à expressão popular, como uma forma de indicar a má qualidade dos alimentos vendidos por essas empresas.

Publicado em Brasil

BN
Uma jovem de 18 anos foi morta dentro da academia de ginástica Max Fitness, em Catu, a 85km de Salvador. Diná Carvalho da Silva, conhecida como "Barbie", foi alvejada com 12 tiros de pistola, na noite desta quinta-feira (16).

De acordo com informações da polícia, com base nos relatos de testemunhas, homens com capacetes e armados invadiram o local e ordenou que todos se deitassem com as mãos na cabeça. Em seguida, se aproximaram da jovem, que malhava há cerca de 30 minutos, e efetuaram os disparos. Os atiradores furgiram logo após os disparos.

O corpo de Diná foi levado para o Departamento de Polícia Técnica de Alagoinhas. A Polícia Civil vai investigar as causas e a autoria do crime.

Publicado em Bahia

Das 40 empresas investigadas na Operação Carne Fraca, todas burlavam a regulamentação quanto à fabricação de alimentos. Em coletiva na manhã desta sexta-feira (17), a Polícia Federal (PF) revelou que essas empresas faziam uso de substâncias inadequadas, como a salmonela, para melhorar a aparência dos alimentos vencidos. "Eles usavam ácidos e outros produtos químicos para poder maquiar o aspecto físico do alimento.

Usam determinados produtos cancerígenos em alguns casos para poder maquiar características físicas do produto estragado, o cheiro", afirmou o delegado federal Maurício Moscardi Grillo, acrescentando que as empresas não demonstravam qualquer zelo pela qualidade do alimento fabricado. "Não se importavam de forma alguma com o que era colocado na mesa do consumidor", acrescentou. Em alguns casos, a qualidade da carne chegava a ser criticada pelos próprios fiscais, que integravam o esquema. "Eles comentavam entre si que não estava mais dando para receber", pontuou o delegado. Parte desses produtos também era exportada para países, como Itália e Espanha.

Os envolvidos no esquema eram membros do mais alto escalão das empresas. No caso da BRF, que controla marcas, como a Sadia e Perdigão, três executivos foram alvo de mandados e um deles foi conduzido coercitivamente para prestar depoimento na sede da PF, em Curitiba. Já na JBS, que engloba Friboi, Seara, Swift e outras marcas, dois executivos foram alvo de mandados, um deles de prisão preventiva.

Publicado em Bahia
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