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Segunda, 18 Maio 2020

Na tarde dessa terça-feira (19) os prefeitos de Vitória da Conquista (Herzem Gusmão), Feira de Santana (Colbert Martins) e de Itapetinga (Rodrigo Hagge), todos do Movimento Democrático Brasileiro endereçaram uma carta ao presidente nacional da Sigla, Baleia Rossi, para pedir que intermediasse o diálogo no diretório estadual do partido.

De acordo com uma publicação da rede social do prefeito Herzem Gusmão, "Assinei uma carta, em conjunto com o prefeito de Feira de Santana Colbert Martins e o prefeito de Itapetinga Rodrigo Hagge, solicitando mediação da Direção Nacional do MDB junto a Direção Estadual do partido, no sentido de adquirir a representatividade política de que carece a nossa histórica agremiação política, no sentido de reestabelecer o diálogo que nos cabe como prefeitos dos maiores municípios geridos pelo MDB na Bahia.... Também credenciamos o senador Fernando Bezerra (MDB-PE) para nós auxiliar nas tratativas junto à Executiva Nacional".

Em nota enviada à redação do Folha Regional de Condeúba, o prefeito Silvan também manifestou adesão à movimentação, confira a íntegra:

Em consonância com as ideias dos colegas emedebistas, Colbert Martins - Prefeito de Feira de Santana, Herzem Gusmão - Prefeito de Vitória da Conquista e Rodrigo Hage - Prefeito de Itapetinga, manifesto o meu apoio por toda e qualquer causa que diz respeito ao partido.

O MDB, partido de tanta luta e história dentro do processo de democratização do Brasil, precisa continuar escrevendo a sua história nas páginas da boa política brasileira. É preciso trazer para os seus quadros todos aqueles emedebista com serviços relevantes prestados à essa Bahia e também com respaldo ético, moral e político para pautar os desafios que o momento impõe.

Silvan Baleeiro - Prefeito de Condeúba pelo MDB

Publicado em Política

Em duas semanas, o Brasil alcançou a marca de 146,4 mil casos do novo coronavírus, e se tornou o segundo país com o maior número de registros no período em questão. Os dados são do Centro Europeu para a Prevenção e Controle de Doenças, agência oficial da União Europeia. As informações são da coluna de Jammil Chade, no Uol.

De acordo com a publicação, a contabilização de casos em 14 dias serve para ver onde existe uma progressão forte da doença, pois é o período de incubação do vírus no corpo humano. Com o alto número de registros, o Brasil ficou à frente da Rússia, que teve 145,4 mil casos. A liderança é dos Estados Unidos, com 327 mil casos nas duas últimas semanas. No mundo inteiro, foram 1,2 milhão de testes positivos.

Itália e Espanha, por exemplo, que chegaram a ser epicentros mundiais da doença, contabilizaram 13 mil e 11 mil casos, respectivamente, no mesmo período. Ou seja, o Brasil superou-os em casos em mais de 10%. Reino Unido (55 mil), Índia (54 mil) e Peru (47 mil) são outros países que estão com números elevados.

O levantamento do Centro estima que, até o momento, o Brasil registrou 254 mil casos desde o início da pandemia. Nesta terça-feira (19), o Alto Comissariado da ONU para Refugiados (Acnur) emitiu um comunicado demonstrando preocupação com a situação dos indígenas no Brasil e na América Latina com a crise do coronavírus. "Com a COVID-19 atingindo duramente esta região amazônica e o Brasil emergindo como um epicentro da pandemia, o ACNUR está preocupado que muitos possam lutar sem condições adequadas de saúde e saneamento", afirmou a agência.

Segundo levantamento da Universidade Johns Hopkins, o Brasil está em terceiro em número de casos no mundo. Estados unidos, com 1,5 milhão de casos, e Rússa, com 290 mil, estão à frente.

FONTE: Bahia Notícias

Publicado em Saúde Pública
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