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Terça, 14 Julho 2020
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O Hospital Municilal de Condeúba, Dr. José Cardoso dos Apóstolos, inaugurado na gestão do ex Prefeito Odílio Silveira, passou a última noite (14) sem médicos plantonistas para atender a população.

Assim como a saúde Estadual, no município, a gestão da saúde do governo Guto (PT) que é da base aliada do governo federal e estadual, apresenta alguns problemas, totalmente diferente do prometido em campanha eleitoral, quando prometeu trazer melhorias significativas à saúde municipal.

Os pacientes que necissataram de atendimento médico durante toda a noite passada tiveram que ser deslocados para municipios vizinhos como Cordeiros e até Vit. da Conquista.

Em Vit. da Conquuista, na visita do atual Secretário Estadual de Saúde, empossando a nova diretora do Hospital de Base, "Leninha", alunos da UESB foram protestar por melhorias neste hospital, que enfrentam sérios problemas de infra-estrutura. Milagrosamente, todos os pacientes que estavão nos corredores esperando por vagas sumiram na visita de Jorge Solla.

"Faltam até anti-coagulantes, isso coloca em risco a vida de pacientes" Disse um dos alunos, do 5º ano de medicina que fazia parte do protesto no hospital de base.

 

Quatro ex-prefeitos baianos já estão sendo cobrados judicialmente por terem provocado eleições suplementares nos seus municípios. Outros dois devem também ser acionados pelo mesmo motivo.


Isso ocorre devido a uma iniciativa da Justiça Eleitoral, Procuradoria Eleitoral e Advocacia Geral da União (AGU). Na Bahia, são alvo de ações de ressarcimento Gilvandro de Souza Araújo (de Castro Alves), Wagner Teixeira Santana (Pilão Arcado), José Rodrigues de Carvalho Júnior, o Zezinho (Iramaia), e José Roberto de Oliveira, o Zé do Betina (Cordeiros).


Segundo o jornal A Tarde, a ideia é desestimular candidatos “fichas-sujas” a disputarem eleições. Para isso, órgãos federais resolveram mexer no ponto mais sensível do ser humano: o bolso. Desde o ano passado, a AGU tem patrocinado ações na Justiça Comum cobrando o prejuízo que os “fichas-sujas” causaram ao obrigar a Justiça Eleitoral a convocar eleições suplementares.

A onda de violência rural não para em diversas cidades do Sudoeste Baiano. Condeúba, Cordeiros, Piripá, Belo Campo, Presidente Jânio Quadros, Maetinga e Tremedal são as que mais têm surgidos os fatos. Na madrugada deste domingo (14), em Tremedal, um foi cruelmente espancado. Dovaldi Almeida de Carvalho, de 73 anos, encontra-se no Hospital Municipal Adelmário Pinheiro.

“Um homem bateu na porta pela madrugada se passando por um neto. Quando ele abriu a porta ele fez essa crueldade com ele levando vários pertences”, relatou um parente da vitima, popularmente conhecida como Duza. A Polícia Militar realizou rondas pela região, mas até o final da noite não havia localizado o criminoso. Amigos e familiares estão revoltados e esperam por Justiça.

*

O Banco do Brasil oferece um sistema para consulta de arrecadações de alguns munucípios. Condeúba é contemplada pelo demonstrativo do BB.

O sistema é simples de ser utilizadodo e basta apenas digitar o nome do município  para realizar a consulta (Vale ressaltar que para encontrar Condeúba, não pode se colocar o acento). Os fundos que foram repassados ao município são apresentados em uma tabela, bem como o valor débitado daquele fundo no período de consulta..

O Município de Condeúba, consultado no sistema demonstrativodo BB, recebeu no período entre o dia 1 de junho e 30 de Junho de 2013 o valor de R$ 5.575.260,76 (Cinco Milhões, quinhentos e setenta e cinco mil, duzentos e sessenta reais e setenta e seis centavos).

No mesmo período, consultado no sistema, entre 1 e 30 de junho do ano de 2012, o município arrecadou apenas o valor de 1.739.136,19 (Um milhão, setessentos e trinta e nove mil, cento e trinta e seis reais e dezenove centavos), Quase cinco vezes a menos o valor arrecadado no ano de 2013.

O Mês de Junho acontece a tradicional festa junina no forródromo. Diversas pessoas que foram curtir a festa na praça, realizada pela Prefeitura Municipal tomaram sereno e garoa por falta de uma cobertura, sempre utilizada por gestores passados em festejos juninos, mas não fora utilizado na atual gestão municipal.

Abaixo segue uma tabela copiada na íntegra do SISBB - Sistema de Informações do Banco do Brasil com a arrecadação do mês de junhoe de 2013 do município de Condeúba. Para acessar o sistema e consultar outros meses CLIQUE AQUI

 

 

 

 

 Junho de 2013

   14/07/2013    SISBB - Sistema de Informações Banco do Brasil                                23:31:03
CONDEUBA - BA
     
FPM - FUNDO DE PARTICIPACAO DOS MUNICIPIOS
DATA PARCELA VALOR DISTRIBUIDO
     
10.06.2013 PARCELA DE IPI 99.191,70 C
  PARCELA DE IR 481.076,87 C
  RETENCAO PASEP 5.802,67 D
  CEF-FGTS-INADIM 5.419,98 D
  DEDUCAO SAUDE 87.040,28 D
  DEDUCAO FUNDEB 116.053,71 D
  TOTAL: 365.951,93 C
     
20.06.2013 PARCELA DE IPI 35.781,13 C
  PARCELA DE IR 172.477,57 C
  RETENCAO PASEP 2.082,58 D
  DEDUCAO SAUDE 31.238,79 D
  DEDUCAO FUNDEB 41.651,73 D
  TOTAL: 133.285,60 C
     
28.06.2013 PARCELA DE IPI 22.838,80 C
  PARCELA DE IR 315.023,09 C
  RETENCAO PASEP 3.378,61 D
  DEDUCAO SAUDE 50.679,28 D
  DEDUCAO FUNDEB 67.572,37 D
  TOTAL: 216.231,63 C
     
TOTAIS PARCELA DE IPI 157.811,63 C
  PARCELA DE IR 968.577,53 C
  RETENCAO PASEP 11.263,86 D
  CEF-FGTS-INADIM 5.419,98 D
  DEDUCAO SAUDE 168.958,35 D
  DEDUCAO FUNDEB 225.277,81 D
     
  DEBITO FUNDO 410.920,00 D
  CREDITO FUNDO 1.126.389,16 C
     
FEP - FUNDO ESPECIAL DO PETROLEO
DATA PARCELA VALOR DISTRIBUIDO
     
26.06.2013 COTA-PARTE 13.439,97 C
  RETENCAO PASEP 134,39 D
  TOTAL: 13.305,58 C
     
TOTAIS COTA-PARTE 13.439,97 C
  RETENCAO PASEP 134,39 D
     
  DEBITO FUNDO 134,39 D
  CREDITO FUNDO 13.439,97 C
     
ICMS - DESONERACAO DAS EXPORTACOES LEI 87/96
DATA PARCELA VALOR DISTRIBUIDO
     
28.06.2013 COTA MENSAL 926,95 C
  RETENCAO PASEP 7,41 D
  DEDUCAO SAUDE 139,04 D
  DEDUCAO FUNDEB 185,39 D
  TOTAL: 595,11 C
     
TOTAIS COTA MENSAL 926,95 C
  RETENCAO PASEP 7,41 D
  DEDUCAO SAUDE 139,04 D
  DEDUCAO FUNDEB 185,39 D
     
  DEBITO FUNDO 331,84 D
  CREDITO FUNDO 926,95 C
     
ITR - IMPOSTO TERRITORIAL RURAL
DATA PARCELA VALOR DISTRIBUIDO
     
10.06.2013 RETENCAO PASEP 0,23 D
  DEDUCAO SAUDE 4,38 D
  DEDUCAO FUNDEB 5,84 D
  ITR-NAO CONVEN 29,22 C
  TOTAL: 18,77 C
     
20.06.2013 RETENCAO PASEP 0,10 D
  DEDUCAO SAUDE 1,95 D
  DEDUCAO FUNDEB 2,60 D
  ITR-NAO CONVEN 13,00 C
  TOTAL: 8,35 C
     
28.06.2013 RETENCAO PASEP 0,05 D
  DEDUCAO SAUDE 0,94 D
  DEDUCAO FUNDEB 1,25 D
  ITR-NAO CONVEN 6,27 C
  TOTAL: 4,03 C
     
TOTAIS RETENCAO PASEP 0,38 D
  DEDUCAO SAUDE 7,27 D
  DEDUCAO FUNDEB 9,69 D
  ITR-NAO CONVEN 48,49 C
     
  DEBITO FUNDO 17,34 D
  CREDITO FUNDO 48,49 C
     
ICS - ICMS ESTADUAL
DATA PARCELA VALOR DISTRIBUIDO
     
04.06.2013 COTA-PARTE 71.489,73 C
  DEDUCAO SAUDE 10.723,45 D
  DEDUCAO FUNDEB 14.297,94 D
  TOTAL: 46.468,34 C
     
11.06.2013 COTA-PARTE 9.165,39 C
  DEDUCAO SAUDE 1.374,80 D
  DEDUCAO FUNDEB 1.833,07 D
  TOTAL: 5.957,52 C
     
18.06.2013 COTA-PARTE 80.794,13 C
  DEDUCAO SAUDE 12.119,11 D
  DEDUCAO FUNDEB 16.158,82 D
  TOTAL: 52.516,20 C
     
25.06.2013 COTA-PARTE 27.374,39 C
  DEDUCAO SAUDE 4.106,15 D
  DEDUCAO FUNDEB 5.474,87 D
  TOTAL: 17.793,37 C
     
TOTAIS COTA-PARTE 188.823,64 C
  DEDUCAO SAUDE 28.323,51 D
  DEDUCAO FUNDEB 37.764,70 D
     
  DEBITO FUNDO 66.088,21 D
  CREDITO FUNDO 188.823,64 C
     
FUS - FUNDO SAUDE
DATA PARCELA VALOR DISTRIBUIDO
     
04.06.2013 REF.ICMS ESTADO 10.723,45 C
     
10.06.2013 ORIGEM FPM 87.040,28 C
  ORIGEM ITR 4,38 C
  ORIGEM IPM 280,05 C
  TOTAL: 87.324,71 C
     
11.06.2013 REF.ICMS ESTADO 1.374,80 C
     
18.06.2013 REF.ICMS ESTADO 12.119,11 C
     
20.06.2013 ORIGEM FPM 31.238,79 C
  ORIGEM ITR 1,95 C
  ORIGEM IPM 101,02 C
  TOTAL: 31.341,76 C
     
25.06.2013 REF.ICMS ESTADO 4.106,15 C
     
28.06.2013 ORIGEM FPM 50.679,28 C
  REF. LEI 87/96 139,04 C
  ORIGEM ITR 0,94 C
  ORIGEM IPM 64,48 C
  TOTAL: 50.883,74 C
     
TOTAIS ORIGEM FPM 168.958,35 C
  REF. LEI 87/96 139,04 C
  REF.ICMS ESTADO 28.323,51 C
  ORIGEM ITR 7,27 C
  ORIGEM IPM 445,55 C
     
  DEBITO FUNDO 0,00 D
  CREDITO FUNDO 197.873,72 C
     
IPM - IPI EXPORTACAO - COTA MUNICIPIO
DATA PARCELA VALOR DISTRIBUIDO
     
10.06.2013 DEDUCAO SAUDE 280,05 D
  IPM IPI-MUNIC 1.493,64 C
  TOTAL: 1.213,59 C
     
20.06.2013 DEDUCAO SAUDE 101,02 D
  IPM IPI-MUNIC 538,79 C
  TOTAL: 437,77 C
     
28.06.2013 DEDUCAO SAUDE 64,48 D
  IPM IPI-MUNIC 343,91 C
  TOTAL: 279,43 C
     
TOTAIS DEDUCAO SAUDE 445,55 D
  IPM IPI-MUNIC 2.376,34 C
     
  DEBITO FUNDO 445,55 D
  CREDITO FUNDO 2.376,34 C
     
FUNDEB - FNDO MANUT DES EDUC BASICA E VLRIZ PROF EDUC
DATA PARCELA VALOR DISTRIBUIDO
     
03.06.2013 ORIGEM IPV 818,76 C
     
04.06.2013 ORIGEM ICMS-EST 26.731,96 C
  ORIGEM IPV 476,44 C
  TOTAL: 27.208,40 C
     
05.06.2013 COMPLEM. UNIAO 186.825,97 C
  ORIGEM IPVA 1.540,42 C
  ORIGEM ITCMD 278,38 C
  ORIGEM ICMS EST 80.195,87 C
  ORIGEM IPV 495,22 C
  TOTAL: 269.335,86 C
     
06.06.2013 ORIGEM IPV 425,12 C
     
07.06.2013 ORIGEM IPV 84,05 C
     
10.06.2013 ORIGEM ITR 222,50 C
  ORIGEM IPI-EXP 2.820,76 C
  ORIGEM FPE 64.239,60 C
  ORIGEM FPM 65.362,55 C
  ORIGEM IPV 759,55 C
  RED.COMP.UNIAO 754.081,40 C
  EST.COMP.UNIAO 757.277,00 D
  REDISTRIB.ITR 502,41 C
  ESTORNO ITR 504,53 D
  REDISTRIB.IPVA 28.522,41 C
  ESTORNO IPVA 28.643,26 D
  REDISTRIB.ITCMD 4.943,94 C
  ESTORNO ITCMD 4.964,90 D
  REDIST.IPI-EXP 18.695,00 C
  ESTORNO IPI-EXP 18.774,22 D
  REDIST.ICMS EST 919.475,81 C
  ESTORN.ICMS EST 923.372,30 D
  REDISTRIB. FPE 593.879,75 C
  ESTORNO FPE 596.396,45 D
  REDISTRIB. FPM 603.728,58 C
  ESTORNO FPM 606.287,00 D
  REDIST.LEI87/96 5.545,81 C
  ESTORN.LEI87/96 5.569,31 D
  REDIST.ICMS EST 306.335,26 C
  ESTORN.ICMS EST 307.633,39 D
  REDISTRIB.IPV 30.055,75 C
  ESTORNO IPV 30.183,17 D
  TOTAL: 119.565,55 C
     
11.06.2013 ORIGEM ICMS-EST 3.427,19 C
  ORIGEM IPV 527,78 C
  TOTAL: 3.954,97 C
     
12.06.2013 ORIGEM IPVA 2.195,15 C
  ORIGEM ITCMD 200,85 C
  ORIGEM ICMS EST 10.378,55 C
  ORIGEM IPV 496,88 C
  TOTAL: 13.271,43 C
     
13.06.2013 ORIGEM IPV 470,99 C
     
14.06.2013 ORIGEM IPV 457,77 C
     
17.06.2013 ORIGEM IPV 602,75 C
     
18.06.2013 ORIGEM ICMS-EST 30.211,12 C
     
19.06.2013 ORIGEM IPVA 2.377,23 C
  ORIGEM ITCMD 187,78 C
  ORIGEM ICMS EST 90.633,37 C
  ORIGEM IPV 2.192,67 C
  TOTAL: 95.391,05 C
     
20.06.2013 ORIGEM ITR 23,13 C
  ORIGEM IPI-EXP 1.017,53 C
  ORIGEM FPE 23.055,63 C
  ORIGEM FPM 23.422,66 C
  TOTAL: 47.518,95 C
     
25.06.2013 ORIGEM ICMS-EST 10.236,03 C
     
26.06.2013 ORIGEM IPVA 4.923,38 C
  ORIGEM ITCMD 307,60 C
  ORIGEM ICMS EST 30.708,09 C
  ORIGEM IPV 3.813,67 C
  TOTAL: 39.752,74 C
     
27.06.2013 ORIGEM IPV 385,93 C
     
28.06.2013 ORIGEM ITR 20,33 C
  ORIGEM IPI-EXP 649,48 C
  ORIGEM FPE 37.403,56 C
  ORIGEM FPM 37.999,00 C
  ORIGEM LEI87/96 1.386,45 C
  ORIGEM IPV 397,73 C
  TOTAL: 77.856,55 C
     
TOTAIS COMPLEM. UNIAO 186.825,97 C
  ORIGEM ITR 265,96 C
  ORIGEM IPVA 11.036,18 C
  ORIGEM ITCMD 974,61 C
  ORIGEM IPI-EXP 4.487,77 C
  ORIGEM ICMS EST 211.915,88 C
  ORIGEM ICMS-EST 70.606,30 C
  ORIGEM FPE 124.698,79 C
  ORIGEM FPM 126.784,21 C
  ORIGEM LEI87/96 1.386,45 C
  ORIGEM IPV 12.405,31 C
  RED.COMP.UNIAO 754.081,40 C
  EST.COMP.UNIAO 757.277,00 D
  REDISTRIB.ITR 502,41 C
  ESTORNO ITR 504,53 D
  REDISTRIB.IPVA 28.522,41 C
  ESTORNO IPVA 28.643,26 D
  REDISTRIB.ITCMD 4.943,94 C
  ESTORNO ITCMD 4.964,90 D
  REDIST.IPI-EXP 18.695,00 C
  ESTORNO IPI-EXP 18.774,22 D
  REDIST.ICMS EST 919.475,81 C
  ESTORN.ICMS EST 923.372,30 D
  REDISTRIB. FPE 593.879,75 C
  ESTORNO FPE 596.396,45 D
  REDISTRIB. FPM 603.728,58 C
  ESTORNO FPM 606.287,00 D
  REDIST.LEI87/96 5.545,81 C
  ESTORN.LEI87/96 5.569,31 D
  REDIST.ICMS EST 306.335,26 C
  ESTORN.ICMS EST 307.633,39 D
  REDISTRIB.IPV 30.055,75 C
  ESTORNO IPV 30.183,17 D
     
  DEBITO FUNDO 3.279.605,53 D
  CREDITO FUNDO 4.017.153,55 C
     
SNA - SIMPLES NACIONAL
DATA PARCELA VALOR DISTRIBUIDO
     
12.06.2013 SIMPLES NACION. 5,00 C
     
13.06.2013 SIMPLES NACION. 0,26 C
     
14.06.2013 SIMPLES NACION. 5,00 C
     
18.06.2013 SIMPLES NACION. 5,00 C
     
19.06.2013 SIMPLES NACION. 162,68 C
     
20.06.2013 SIMPLES NACION. 56,67 C
     
21.06.2013 SIMPLES NACION. 348,61 C
     
24.06.2013 SIMPLES NACION. 1.380,57 C
     
25.06.2013 SIMPLES NACION. 5,08 C
     
28.06.2013 SIMPLES NACION. 159,26 C
     
TOTAIS SIMPLES NACION. 2.128,13 C
     
  DEBITO FUNDO 0,00 D
  CREDITO FUNDO 2.128,13 C
     
IPV - IPVA-IMPOSTO SOBRE PROP. VEICULOS AUTOMOTORES
DATA PARCELA VALOR DISTRIBUIDO
     
03.06.2013 DEDUCAO FUNDEB 476,76 D
  IPVA 2.383,81 C
  TOTAL: 1.907,05 C
     
05.06.2013 DEDUCAO FUNDEB 46,38 D
  IPVA 231,94 C
  TOTAL: 185,56 C
     
10.06.2013 DEDUCAO FUNDEB 460,94 D
  IPVA 2.304,71 C
  TOTAL: 1.843,77 C
     
11.06.2013 DEDUCAO FUNDEB 112,31 D
  IPVA 561,59 C
  TOTAL: 449,28 C
     
12.06.2013 DEDUCAO FUNDEB 66,16 D
  IPVA 330,80 C
  TOTAL: 264,64 C
     
13.06.2013 DEDUCAO FUNDEB 406,76 D
  IPVA 2.033,81 C
  TOTAL: 1.627,05 C
     
14.06.2013 DEDUCAO FUNDEB 23,22 D
  IPVA 116,11 C
  TOTAL: 92,89 C
     
17.06.2013 DEDUCAO FUNDEB 390,81 D
  IPVA 1.954,08 C
  TOTAL: 1.563,27 C
     
19.06.2013 DEDUCAO FUNDEB 551,26 D
  IPVA 2.756,31 C
  TOTAL: 2.205,05 C
     
26.06.2013 DEDUCAO FUNDEB 1.594,93 D
  IPVA 7.974,65 C
  TOTAL: 6.379,72 C
     
27.06.2013 DEDUCAO FUNDEB 226,76 D
  IPVA 1.133,80 C
  TOTAL: 907,04 C
     
28.06.2013 DEDUCAO FUNDEB 159,95 D
  IPVA 799,78 C
  TOTAL: 639,83 C
     
TOTAIS DEDUCAO FUNDEB 4.516,24 D
  IPVA 22.581,39 C
     
  DEBITO FUNDO 4.516,24 D
  CREDITO FUNDO 22.581,39 C
     
IES - FIES-FUNDO INVEST.ECONOMICO SOCIAL DA BAHIA
DATA PARCELA VALOR DISTRIBUIDO
     
04.06.2013 FIES 2.762,64 C
     
TOTAIS FIES 2.762,64 C
     
  DEBITO FUNDO 0,00 D
  CREDITO FUNDO 2.762,64 C
     
CBA - FCBA-FUNDO DE CULTURA DA BAHIA-LEI EST 9431
DATA PARCELA VALOR DISTRIBUIDO
     
04.06.2013 FCBA 756,78 C
     
TOTAIS FCBA 756,78 C
     
  DEBITO FUNDO 0,00 D
  CREDITO FUNDO 756,78 C
     
TOTAL DOS REPASSES NO PERIODO
     
  DEBITO BENEF. 3.762.059,10 D
  CREDITO BENEF. 5.575.260,76 C

 

*Foto Merantemente ilustrativa.
Caso a prefeitura deseja se pronunciar sobre o fato, o espaço está concedido.

Por Herzem Gusmão

Prefeito ACM Neto (DEM) pretende investir R$ 8,5 bilhões em Salvador


Investimento de R$ 8,5 bilhões em toda cidade de Salvador, até 2016, é o que tem anunciado o prefeito ACM Neto (DEM) em recente reunião com a sua equipe de governo e vereadores da base aliada. Para que a meta seja alcançada a previsão de aumentar a arrecadação em cerca de R$ 500 milhões ao ano nos próximos três anos, com a aplicação da Reforma Tributária aprovada na Câmara.

As parcerias público-privadas (PPPs) receberão atenção especial. A prefeitura está livre para buscar também parcerias e linhas de financiamento internacionais além dos convênios com os governos federal e estadual.


No encontro ficaram definidas ainda as metas de curto, médio e longo prazos para dez áreas temáticas. Foram estipuladas 57 metas e 54 iniciativas estratégicas que têm como prazo final para cada secretaria o fim do atual mandato, em dezembro de 2016.

Entre as metas, está a de ampliar a cobertura do Programa Saúde da Família (PSF) para 50% da população – hoje é de apenas 17%. Na Educação elevar a nota do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) para 5,0. Hoje, ela é de 4,0 (séries iniciais) e 2,8 (séries finais).


Em Vitória da Conquista, a atual administração petista, colocou a prefeitura na relação das inadimplentes no Cadastro Único de Convênios (Cauc), do Governo Federal. A simples restauração do bueiro da Avenida Bartolomeu de Gusmão, que cedeu com as chuvas, já ultrapassa 3 meses de espera. Sem recursos para tocar a obra e negativada, a PMVC não poderá buscar ajuda externa.


As metas em Vitória da Conquista ficam nas promessas do governo do PT que peca por falta de planejamento e projetos. A Educação, Saúde, Transporte Coletivo, Segurança Pública não contemplam moradores da zona urbana e zona rural. Na Educação a PMVC colocou a cidade com o pior desempenho do Ideb nas cidades de mais de 200 mil habitantes.

O SUS local com 5,06, está abaixo da média nacional que é de 5,48. Na segurança pública a Vitória da Conquista aparece entre as mais violentas do Brasil.

Dois dos três presos que fugiram da Delegacia de Polícia de Caculé na noite de ontem, 13, continuam foragidos.

Três, dos oitos presos que haviam na Delegacia de Polícia de Caculé, conseguiram fugir na noite deste sábado, 13, por volta das 19 horas. Segundo informações eles haviam serrado a grade da área de sol por onde conseguiram se evadir.

Ainda na noite de ontem, Edson Dias dos Santos, 19 anos, que havia sido preso na última terça-feira (09) se entregou à polícia. Edson foi preso acusado de roubar um aparelho de som automotivo e já tem várias passagens pela polícia.

Outro foragido é Agnaldo Ferreira de Oliveira, 46 anos. Preso em 2011 acusado de estuprar três menores, Agnaldo foi condenado a nove anos de prisão e estava detido em Caculé, desde setembro de 2012, aguardando transferência para Salvador, onde cumpriria pena. O crime de estupro ocorreu em um povoado da zona rural do município de Guajeru onde residia.

Na manhã deste domingo o Informe Cidade obteve informações de que Agnaldo, que é de Vitória da Conquista, mas há dez anos reside em Guajeru, havia se dirigido para a localidade de Suçuarana, em Guajeru, na madrugada deste domingo e ateado fogo na casa onde morava com a família. A ex-mulher de Agnaldo e os filhos não residem mais na localidade e hoje estão morando em outro município. Agentes da Polícia Civil já tiveram conhecimento desse fato e seguem nas buscas.

O terceiro detento envolvido na fuga é conhecido como Marcelinho e foi preso há aproximadamente trinta dias acusado pelo crime de tráfico de drogas. Marcelinho é morador de uma localidade da zona rural do município de Caculé e ainda não há pistas do seu paradeiro.

Fonte: Informe Cidade

A Polícia Federal concluiu o inquérito que investigou a origem dos boatos sobre o fim do programa Bolsa Família, mas não conseguiu apontar os responsáveis pela disseminação das notícias falsas em doze estados do país, no mês de maio. Para a PF, um conjunto de “fatores desassociados” espalhou a notícia de que o programa seria suspenso, causando pânico nas agências da Caixa Econômica Federal – foram registrados cerca de 900.000 saques, totalizando 152 milhões de reais.


Após a confusão, ampliada pela tentativa da Caixa de acobertar suas falhas, integrantes do governo chegaram a acusar a oposição pelo episódio. A ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, afirmou que partidos de oposição teriam orquestrado os boatos.

Na sequência, a presidente Dilma Rousseff admitiu que poderia ter ocorrido uma “falha” no pagamento dos benefícios pela Caixa. Responsável pelo pagamento dos benefícios, o banco público apresentou versões conflitantes sobre o que poderia ter acontecido e, ao final, confirmou ter antecipado o pagamento de benefícios do Bolsa Família em maio.


“O relatório da Polícia Federal aponta que o boato foi espontâneo, não havendo como afirmar que apenas uma pessoa ou grupo tenha causado os boatos envolvendo o Programa Bolsa Família”, diz a PF. “Conclui-se, assim, pela inexistência de elementos que possam configurar crime ou contravenção penal”, afirma.


Em quase dois meses, a Polícia Federal analisou informações fornecidas pela Caixa e verificou que, em maio, houve volume de saque anormal nas cidades de Ipu (CE) e Cajazeiras (PB). A PF ouviu 64 gerentes da Caixa nos locais onde foram registrados saques e descartou que a origem dos boatos tenha sido notícias em redes sociais, divulgação em rádios comunitárias ou mensagens de telemarketing, como chegou a ser afirmando pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.


“A internet e as redes sociais apenas reproduziram notícias veiculadas pela imprensa sobre os tumultos em agências bancárias. Da mesma forma, não ficou configurada a utilização de rádios comunitárias, telemarketing ou empresa contratada para a disseminação da informação de cancelamento do programa”, informou a PF nesta sexta-feira.


Fonte: veja.abril.com.br

Funcionários de uma loja da rede móvel de telefonia celular, Claro, em Caculé, foram surpreendidos na tarde deste sábado, 12, por volta das 16 horas, por dois homens que anunciaram um assalto.

Segundo informação da Polícia Militar, os dois envolvidos chegaram numa motocicleta que não foi identificada pelos funcionários da loja. Um deles desceu enquanto o outro ficou do lado de fora, namotocicleta, aguardando a ação do comparsa. Ao anunciar o assalto o bandido empunhava uma arma de fogo, supostamente um revólver calibre 38.


Na ação os bandidos conseguiram levar doze aparelhos celulares de marcas variadas que estavam no mostruário e mais o valor de R$800,00 (oitocentos reais) em dinheiro que estava no caixa da loja. Estima-se que o valor total do prejuízo seja superior a R$ 3.500,00 (três mil e quinhentos reais). Nenhum funcionário foi encontrado para falar a respeito do acorrido.

Fonte: Informe Cidade

Os integrantes do Movimento dos Sem Terra (MST) e outros movimentos estão participando do Dia Nacional de Lutas, que acontece em todo país promovida pela Central Única dos Trabalhadores da Bahia (CUT-BA). Ele bloquearam na manhã desta quinta-feira (11) o trânsito em vários trechos das rodovias federais no interior da Bahia.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), um grupo do movimento fechou o trânsito na BR-101, no km 694, próximo a cidade de Eunápolis. Outros manifestantes do MST, bloquearam os dois sentidos da BR-242, no km 830, na cidade de Barreiras. Na BR-116, o MST bloqueou passagem de veículo no km 427, na ponte do Rio Jacuípe, perto de Feira de Santana.

Membros da CUT-BA também interferiram no tráfego de veículos na BR-101, na altura do km 940, na cidade de Texeira de Freitas. Em Amélia Rodrigues, os manifestantes fazem movimentação na BR-324 e ameaça fechar toda a praça de pedágio.

No início da manhã o trânsito foi bloqueado na BR-324 em frente ao Rei da Pamonha, no km 605, sentido Feira de Santana, mas já foi normalizado. O mesmo aconteceu nas proximidades viaduto do Cajueiro, km 518, de Feira de Santana, sentido Salvador.

Nas rodovias estaduais os manifestantes começaram a bloquear as vias por volta das 5h. Na BA-535, conhecida como Via Parafuso, os manifestantes fecharam os trânsito nos dois sentidos no km 11,5, mas o protesto já foi encerrado.

Quem passa pela BA-522, na região do Trevo de Resistência, em Candeias, não precisa se preocupar. De acordo com o Batalhão da Polícia Rodoviária (BPRV-PM), o protesto continua e os manifestantes estão com um carro de som na área.

Já na BA-526, na CIA/Aeroporto, o BPRV-PM registrou dois pontos de manifestações. O primeiro aconteceu próximo ao Salvador Norte Shopping e o outro no km 8, próximo a Superintendência de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Sudic).

Na BA-093, o trânsito também foi bloqueado próximo a entrada de Simões Filho, na Região Metropolitana. Na BA-099, conhecida como Estrada do Coco, no km 13, o fluxo de veículos foi bloqueado com o uso de cavaletes de madeira.

Matéria original: Correio 24h
Protestos bloqueiam trânsito em nove rodovias federais e estaduais na Bahia

Pressionado pela alta do dólar e seu impacto na inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reuniu nesta quarta-feira (10) e decidiu aumentar a taxa básica de juros da economia brasileira de 8% para 8,5% ao ano, uma alta de 0,5 ponto percentual.


Esse foi o terceiro aumento consecutivo na taxa Selic, que vem subindo desde abril deste ano, o que elevou os juros para o maior nível desde abril de 2012 – quando estavam em 9% ao ano.


A decisão também levou o Brasil à vice-liderança no ranking mundial de juros reais (após o abatimento da inflação prevista para os próximos doze meses), calculado pelo MoneYou, com taxa de 2,5% ao ano, perdendo apenas para a China (2,9% ao ano). No fim de maio, na reunião anterior do Copom, o país estava em quarto lugar nos maiores juros reais de todo mundo.

Com o aumento de 0,5 ponto nos juros básicos da economia, o Copom também confirmou a aposta quase unânime dos economistas do mercado financeiro. Os analistas projetam ainda mais duas elevações neste ano para a taxa de juros, que, segundo suas estimativas, deverá fechar 2013 em 9,25% ao ano.


Ao fim do encontro, foi divulgada a seguinte frase: "Dando prosseguimento ao ajuste da taxa básica de juros, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic para 8,50% ao ano, sem viés. O Comitê avalia que essa decisão contribuirá para colocar a inflação em declínio e assegurar que essa tendência persista no próximo ano".


Sistema de metas e objetivo do BC
Pelo sistema de metas que vigora no Brasil, o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas, tendo por base o IPCA. Ao subir os juros, o BC atua para controlar a inflação e, ao baixá-los, julga, teoricamente, que a inflação está compatível com a meta. Para 2013 e 2014, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Deste modo, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.


Entretanto, o próprio Banco Central tem previu, no relatório de inflação divulgado no fim de junho, um IPCA próximo de 6% neste ano. Os dados mostram que a instituição manteve a taxa básica de juros inalterada na mínima histórica, em 7,25% ao ano desde outubro do ano passado, elevando-a somente em abril, mesmo com a deterioração do cenário de inflação registrado no primeiro trimestre deste ano. Em doze meses até junho, o IPCA somou 6,7%.


"Mesmo com o BC apertando a política de juros, acho que a inflação vai continuar perto de 6% neste ano e em 2014. Se não apertar, piora. Eu acho que o BC, depois de ter promovido uma queda muito grande anteriormente nos juros, sem ter a garantia de que a inflação estava sob controle, demorou muito para começar a subir a taxa básica", avaliou Alcides Leite, economista e professor da Trevisan Escola de Negócios.


A alta de juros, segundo economistas, também pode impactar, entretanto, o crescimento da economia brasileira, que tem sido constantemente revisado para baixo. No fim de 2012, o mercado financeiro estimava que o Produto Interno Bruto (PIB) do país avançaria 3,30% neste ano. Na semana passada, a previsão já havia recuado para um crescimento de 2,34% e já há economistas falando em 2% de alta.
Alta do dólar e mercado de trabalho


O economista Alcides Leite avaliou que o fator que mais influenciou o Copom a subir os juros nesta quarta-feira é a alta do dólar - que opera próximo de R$ 2,30 devido à sinalização dos Estados Unidos em retirar os estímulos monetários nos próximos meses, e também por conta de dúvidas sobre a condução da política econômica no Brasil. Até meados de maio, a moeda norte-americana oscilava ao redor de R$ 2.


"Não podemos desconsiderar que quase 25% dos produtos consumidos em nossa economia são importados, e assim, o dólar elevado acentua pressão inflacionária mais intensa", avaliou Sidnei Nehme, da NGO Corretora.


Analistas do mercado analisam que uma alta de R$ 0,10 no preço do dólar poderia ter um impacto de, no máximo, 0,2 ponto no IPCA deste ano. Deste modo, se o dólar estava em cerca de R$ 2 antes da sinalização do BC norte-americano e passou, atualmente, para um valor próximo de R$ 2,30, o impacto seria de até 0,6 ponto percentual no IPCA. Entretanto, o dólar teria de permanecer neste patamar.
Antes da alta recente do dólar, a expectativa dos economistas dos bancos era de que o aumento dos juros total previsto para este ano seria de um ponto percentual, passando de 7,25% para 8,25% ao ano no fim de 2013. Após a disparada do câmbio, os economistas passaram a prever um ciclo bem maior de alta dos juros: para 9,25% ao ano no fim de 2013.


No fim de junho, o Copom também reafirmou, no relatório de inflação, que um "risco importante" para a inflação tem origem no mercado de trabalho - que mostra "estreita margem de ociosidade" (dados do IBGE mostram o desemprego próximo da mínima histórica). "O Comitê reafirma que um aspecto crucial nessas circunstâncias é a possibilidade de o aquecimento no mercado de trabalho levar à concessão de aumentos reais de salários incompatíveis com o crescimento da produtividade, com repercussões negativas sobre a dinâmica da inflação", informou o Banco Central.
Atração de capitais
Além de combater os efeitos do dólar alto nos preços, a alta de juros, segundo analistas do mercado financeiro, teoricamente contribuiria para evitar uma pressão maior de alta na cotação da moeda norte-americana. Isso porque, com juros maiores, poderia haver uma maior atração por capitais em busca de uma remuneração também mais alta, sendo que o Brasil tem, agora, a segunda taxa de juros real mais alta do planeta.


Para o economista Sidnei Nehme, porém, não é possível ter expectativas de melhora de fluxos de recursos externos para o país. "O desgaste de imagem do Brasil, na visão do investidor estrangeiro, tem sido muito intenso. A credibilidade na política econômica em geral, incluindo o BC, é muito baixa, e as perspectivas de atividade econômica são cadentes, refletindo diretamente na perspectiva de crescimento do PIB, que vem sendo vigorosamente revisto para pior por analistas econômicos e pelo mercado financeiro", avaliou ele.


Em sua visão, a balança comercial fragilizada (com o pior resultado em 18 anos no primeiro semestre), além do nível de investimentos externos "insuficientes", de uma política fiscal (contas públicas) severamente criticada (pelo uso de manobras contábeis) em um ambiente de crescente déficit em transações correntes (nas operações do Brasil com o exterior) "fomentam e dão sustentabilidade à tendência de alta do preço da moeda americana".

Fonte: G1

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