Login to your account

Username *
Password *
Remember Me
Quinta, 29 Outubro 2020
Nublado

21°C

Condeúba

Nublado

Umidade: 95%

Vento: 8 km/h

×

Atenção

JUser: :_load: Não foi possível carregar usuário com ID: 42

O nível da atividade econômica medido pelo índice IBC-BR para o primeiro trimestre de 2013 confirmou a expectativa de aceleração da atividade, mas frustrou expectativas em relação ao ritmo da retomada.

Houve expansão de 1,05% nos primeiros três meses deste ano em comparação ao último trimestre de 2012.

Crescimento do país em março mostra recuperação moderada, dizem analistas

O avanço de 0,72% em março em relação a fevereiro (descontados efeitos sazonais) ficou abaixo das estimativas: alguns analistas projetavam alta de até 0,9%.

Outros indicadores recentes, como o resultado da produção industrial, já tinham frustrado as projeções de economistas, contribuindo para uma recente rodada de revisões para baixo nas apostas de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) em 2013, que agora giram em torno de 3%.

A fraqueza do setor manufatureiro, que parece se recuperar, mas a ritmo lento, continua sendo o principal entrave à expansão da economia.

Mesmo com medidas de estímulo dadas pelo governo (como reduções de impostos e do custo de energia) e com a recente tendência de desvalorização do real (que torna os bens produzidos pelo país mais baratos no exterior), a indústria brasileira custa a reagir.

Economistas têm apontado para problemas que, agravados ao longo dos últimos anos, impedem a recuperação da competitividade do setor, como o contínuo aumento dos custos com trabalhadores acima da expansão da produtividade (que é uma medida de eficiência).

 

 

GARGALOS

A isso são somados os gargalos conhecidos na área de infraestrutura e as despesas com a complicada burocracia do país.

Também têm ganhado força no debate sobre os problemas da indústria as críticas em relação à falta de integração do setor brasileiro com as cadeias de produção global, o que impede ganhos mais rápidos na área de inovação e desenvolvimento tecnológico.

Esses não são problemas que se resolvam da noite para o dia.

Mas falta um sinal mais claro de o que diagnóstico é amplamente reconhecido e que serão adotadas medidas para tentar mudar a trajetória do setor.

A ausência dessa sinalização, dizem especialistas, somada ao humor ainda ruim em relação ao cenário externo, têm contribuído para um baixo nível de confiança dos empresários em relação à retomada econômica.

A balança comercial brasileira registrou déficit de US$ 994 milhões em abril, informou nesta quinta-feira (2) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Esse é o pior resultado para os meses de abril da série histórica do ministério.

Até então, o maior déficit para um mês de abril tinha sido registrado em 1997, quando as importações superaram as exportações em US$ 910 milhões.

Com o resultado de abril, o déficit comercial no acumulado dos primeiros quatro meses do somou US$ 6,15 bilhões, contra um superávit de US$ 3,299 bilhões no mesmo período de 2012.

Em março, a balança comercial havia registrado superávit de US$ 161 milhões. Em abril de 2012, o país registrou superávit de US$ 879 milhões.

Apesar do déficit histórico de US$ 6,150 bilhões nos quatro primeiros meses de 2013, o Mdic manteve a projeção de superávit na balança comercial do ano. Segundo a secretária de Comércio Exterior do Mdic, Tatiana Prazeres, a recuperação já se iniciará neste mês.

Importação recorde em abril
As importações totalizaram no mês o valor de US$ 21,626 bilhões e média diária de US$ 983 milhões, números recordes para meses de abril, segundo o ministério. Sobre igual período do ano passado, as importações registraram crescimento de 5,2%, e sobre março, aumentaram 2,6%, pela média diária.

Já as exportações alcançaram US$ 20,632 bilhões, valor recorde também para meses de abril. Sobre abril de 2012, as exportações registraram retração de 4,1%, e de 2,9% em relação a março de 2013.

No fechado do mês, a corrente de comércio alcançou a cifra recorde para meses de abril, de US$ 42,258 bilhões.

No acumulado de janeiro a abril, as importações somaram recorde de US$ 77,618 bilhões, com aumento de 10,1% sobre o mesmo período anterior, pela média diária. Já as exportações apresentaram valor de US$ 71,468 bilhões, queda de 3,11% sobre igual período de 2012.

Destaques nas importações e exportações
Em abril, cresceram as importações de todas as categorias de produtos: bens de consumo (+9,1%), matérias-primas e intermediários (+7,2%), bens de capital (+3,2%) e combustíveis e lubrificantes (+0,1%).

No segmento bens de consumo, segundo o ministério, os principais aumentos foram observados nas importações de produtos de toucador, vestuário, produtos farmacêuticos, produtos alimentícios, objetos de adorno e móveis.

Com relação às exportações, as vendas para o exterior de produtos por fator agregado em abril alcançaram os seguintes valores: manufaturados (US$ 7,245 bilhões) e básicos (US$ 10,472 bilhões), recordes para meses de abril, enquanto os semimanufaturados somaram US$ 2,457 bilhões. Sobre o ano anterior, cresceram, pela média diária, as exportações de semimanufaturados (+1,5%), enquanto decresceram as vendas de manufaturados (-3,9%) e básicos (-5,5%).

Fonte: g1

X

Proteção de Conteúdo

Conteúdo protegido por direitos autorais. Para obter autorização de reprodução, envie um e-mail para [email protected]