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O Ministério da Saúde apresentou um relatório que aponta um déficit de R$ 3,5 bilhões de repasses do Sistema Único de Saúde (SUS) a Estados e municípios desde 2012, de acordo com o ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima. Geddel afirmou a jornalistas que recebeu o relatório do ministro da saúde, Ricardo Barros, e que divulgará o documento.

"Recebi um relatório nesta segunda [22] do ministro da saúde, que eu vou tornar público, onde se mostra que de 2012 para cá se acumulou um déficit de R$ 3,5 bilhões no repasse das obrigações do SUS com estados e municípios na preservação de UPAs e hospitais”, afirmou Geddel.

BRG

O município de Guanambi (a 280 km de Vitória da Conquista) registrou a primeira morte pelo vírus Influenza A H1N1. O resultado do exame do empresário Hermínio Batista de Souza Caires, de 59 anos, foi divulgado nessa quarta-feira (18) pela Secretaria de Saúde do município. O paciente morreu no dia 8 deste mês, no Hospital Nova Aliança.

Após a confirmação da causa da morte do comerciante, sobem para oito, os casos de gripe H1N1 confirmados pela Sesab em Guanambi.

Segundo o site, Guanambi Notícias, a Vigilância Epidemiológica do município está preocupada com a dificuldade para concluir a campanha de imunização do grupo de risco. A falta da vacina na rede pública e o alto preço do medicamento têm deixado a população em estado de alerta.

Direto do G1

O prefeito de Montes Claros Ruy Adriano Borges Muniz foi preso preventivamente pela Polícia Federal na manhã desta segunda-feira (18), em Brasília (DF). Ele deve chegar à cidade ainda nesta segunda. A Justiça também expediu mandado de prisão contra a atual secretária de saúde do município, Ana Paula Nascimento. A operação "Máscara da Sanidade II - Sabotadores da Saúde" deve cumprir quatro mandados de busca e apreensão na prefeitura, secretária de saúde e na casa dos envolvidos.

Segundo as investigações, os acusados usaram de meios fraudulentos para tentar inviabilizar o funcionamento do Hospital Universitário Clemente Faria, Santa Casa, Aroldo Tourinho e Dilson Goldinho, em Montes Claros. Eles pretendiam favorecer ao Hospital das Clínicas Mario Ribeiro da Silveira, que segundo a PF, pertence ao prefeito, seus familiares e respectivo grupo econômico.

O prefeito e a secretária de saúde devem responder pelos crimes de falsidade ideológica majorada, dispensa indevida de licitação pública, estelionato majorado, prevaricação e peculato.

Assim como um mutirão de cirurgias de catarata em São Paulo deixou 18 pessoas cegas em janeiro deste ano, na Bahia, caso semelhante fez 42 vítimas, em 2009, e até hoje segue sem punição dos indiciados. Nas palavras do Cremeb, um dos acusados, segue “apto e sem impedimento de exercer a profissão”. À época, os médicos Alailson Mendes Brito (CRM-BA 15031) e Wagner Gomes Dias – que é de Minas Gerais – realizaram 71 cirurgias de catarata na Clínica de Olhos Dr. Alailson Brito, em Eunápolis, no extremo sul do estado.

Destes, segundo o Ministério Público da Bahia (MP-BA), 66 pacientes eram de baixa renda e beneficiários do Sistema Único de Saúde (SUS). Após os procedimentos, 42 pessoas – na maioria idosas - ficaram cegas. Segundo o MP-BA, os pacientes foram vítimas de infecção na clínica, provocada pela “conduta negligente dos médicos que ali atuaram ao não adotarem os necessários cuidados que envolviam a observância da validade dos medicamentos empregados; modo de uso dos medicamentos e equipamentos utilizados; bem como pela não esterilização dos instrumentos cirúrgicos utilizados”.

De acordo com a denúncia protocolizada em 2012, Brito e Dias optaram pelo mutirão após serem contratados, sem licitação, pela prefeitura do município, que pagou mais de R$ 76 mil pelos serviços dos médicos. “O fato de que a opção escolhida por eles, os denunciados, foi a realização de cirurgias, em massa, para reduzir os custos operatórios e permitir a locupletação financeira deles, os denunciados”, acusa o MP. Ainda de acordo com o parquet, o tempo empregado pelos doutores nas operações foi de, em média, 16 minutos por paciente.

Durante a instalação da Comissão de Saúde e Saneamento Básico o Deputado Estadual Herzem Gusmão (PMDB) retomou a discussão sobre a situação da saúde em Vitória da Conquista. O município ocupa uma triste posição entre as cidades do Brasil, com um SUS mal avaliado.

Durante seu discurso, o parlamentar falou que o PT, ao longo desses 20 anos, estagnou a saúde em Vitória da Conquista. "O Programa de Saúde da Família, implementado por Dr. David Capistrano teve uma boa atuação no início, mas isso de lá para cá se perdeu. Conquista continua praticamente com as mesmas equipes deixadas por Dr. José Serra quando ministro. Eram 33 e aumentou apenas mais oito, ficando apenas com 41, o que muito pouco levando em consideração a população local", falou.

Herzem ainda declarou que o PT ao longo desses anos matou Atenção Básica, e com isso, as unidades hospitalares estão sobrecarregadas. Nesse período, foram desativados dois hospitais, a Cupe – Clínica de Urgência Pediátrica, que por uma questão política, foi perseguido e descredenciado pelo SUS. O PT também desativou o Hospital Crescêncio Silveira, o segundo mais antigo da cidade e privatizou o Esaú Matos.

 

Mais de vinte pacientes de um mutirão de catarata realizado no Hospital de Clínicas do Alvarenga, em São Bernardo do Campo, foram contaminados por uma bactéria. São pacientes idosos, que agora dependem de medicamentos caros e de acompanhamento especial.

O aposentado Expedito Batista é uma das vítimas. Ele decidiu fazer a cirurgia buscando maior qualidade de vida e continuar realizando uma de suas paixões, viajar de carro, como condutor. “Eu tinha 70% da minha visão. Entrei bem pra operar, pra melhorar. E perdi totalmente a visão do lado direito”, conta.

E a perda é definitiva, disseram os médicos que já operaram o aposentado mais duas vezes para combater a infecção por uma bactéria. A mesma que atingiu muitos outros pacientes que participaram do mutirão, no fim de janeiro. Segundo informações recolhidas pelas famílias, pelo menos quinze perderam a visão e dez, o próprio globo ocular. Os parentes se organizam para processar o hospital.

Letícia Meikoga, filha de uma das vítimas, afirma que o grupo pretende entrar com uma ação pedindo indenização por danos morais, materiais e suporta para as famílias, além de medicamentos.

Marialda Alves Sampaio, também filha de vítima, representa uma das famílias que precisarão de ajuda a partir de agora. Ela conta que o pai dela, de 80 anos, era quem cuidava da mulher, também idosa. Mas agora, sem um dos olhos, a família terá de encontrar outra solução. “Nós trabalhamos, não podemos ficar lá o tempo todo. Eles vão precisar de um acompanhante. E quem vai ter que bancar esse acompanhante?”, questiona.

A Secretaria de Saúde de São Bernardo do Campo confirma que de 27 pacientes operados no dia 30 de janeiro, 21 foram contaminados. A origem da contaminação ainda está sendo investigada. E o contrato com a clínica particular, que atende no hospital de forma terceirizada, foi temporariamente suspenso.

A secretária da Saúde, Odete Gialdi, afirma que o contrato com a clínica foi firmado em 2014. “No ano de 2015, essas mesma clínica realizou 945 cirurgias de catarata e não houve nenhuma intercorrência. Há um processo de investigação em curso. Nós não sabemos como essa bactéria entrou no centro-cirúrgico e como se deu a contaminação”, diz.

Segundo o oftalmologista Paulo Augusto de Arruda Melo, da Universidade Federal Paulista, todos os equipamentos e medicamentos usados nas cirurgias, como colírios e anestesias, devem ser examinados. Ele questiona a própria realização de cirurgias em larga escala, nos chamados mutirões. “Tem que se questionar a real necessidade de um mutirão de catarata numa cidade, num município desenvolvido encostado em São Paulo”, afirma.

Secretaria
A Secretaria de Saúde de São Bernardo do Campo informou que está prestando todo o apoio às vítimas e seus parentes, o que inclui tratamento psicológico. A secretaria não quis informar o nome do médico e dos assistentes que participaram das cirurgias e disse que todas as informações estão sendo passadas para o Ministério Público e outras autoridades competentes.

De janeiro até a última quinta-feira (3), a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) registrou 150 suspeitas de casos de microcefalia. De acordo com a Sesab, em 86 casos foi constatado que o bebê possui crânio menor a 32 centímetros. Em 64 notificações, ainda não há informações sobre o perímetro encefálico. O primeiro boletim da Sesab sobre microcefalia, divulgado em novembro, apontava 13 casos em toda a Bahia.

Na sexta-feira (4), foi emitido o segundo boletim, informando 112 casos suspeitos e 26 confirmações. O estado também registra seis óbitos por microcefalia nos municípios de Salvador, Itapetinga, Olindina, Tanhaçu, Camaçari e Itabuna.

As cidades com maior número de casos confirmados são Salvador (53), Lauro de Freitas (4) e Camaçari (3). A microcefalia provoca sequelas neurológicas e motoras nas crianças que nascem com má-formação do crânio.

Nesta terça-feira (8), o governador Rui Costa se reunirá com a presidente Dilma Rousseff, em Brasília, para discutir os problemas causados pela Zika vírus. A doença está relacionada com o aumento nos casos de microcefalia no país.

*Informações do Bahia Notícias

Durante todo este mês, diversos países buscam conscientizar a população masculina sobre a importância do diagnóstico precoce e tratamento do câncer de próstata, por meio da campanha Novembro Azul.

Devido a comentários equivocados de leitores, que associaram a enfermidade a doenças sexualmente transmissíveis, o Bahia Notícias decidiu explicar como pacientes desenvolvem a doença e a importância de vencer o preconceito que envolve o exame de triagem. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), são esperados cerca de 68 mil novos casos da doença no Brasil anualmente.

"O principal fator de risco para o câncer de próstata é a idade. Mais de 60% dos casos são em indivíduos com idade superior a 65 anos. Pode acontecer após os 50 anos, principalmente em quem tem histórico familiar", explicou o chefe do Serviço de Urologia do Hospital Santa Izabel, Humberto Ferraz.

Quando diagnosticados precocemente, o Inca aponta que 90% dos casos têm chance de cura. Para isso, todos os homens acima de 50 anos devem passar pelo exame de sangue chamado PSA e pelo toque retal. No caso de histórico familiar, a avaliação deve ser feita por volta dos 45 anos.

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