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Um operador de máquinas que mora perto do sítio onde cinco pessoas da mesma família foram mortas por um sargento da Polícia Militar aposentado ouviu gritos pedindo por socorro. "Fui até lá [após ouvir os gritos]. [O militar] estava com a arma na mão", contou Leonardo de Oliveira. Segundo a Polícia Militar, Sérgio Ricardo da Silva, de 53 anos, matou a esposa, a filha adotiva, a enteada, o sogro e a mulher dele na noite desta sexta-feira (2) em Extrema (MG). Em seguida, ele se suicidou.

Oliveira viu ainda Kátia Marques de Morais, de 36 anos, mulher do sargento, que estava ferida. "Eu vi a moça segurando o braço, estava atingida, aí ele [o militar] me viu e veio. Eu corri, depois ele voltou de novo, aí eu acho que ela escondeu no banheiro. Ele chutou a porta. Aí eu desci, ouvi um disparo, aí quando cheguei em casa e liguei pra polícia, pra ambulância, aí eu ouvi mais dois disparos e não ouvi mais nada depois", conta.

A polícia foi chamada por volta das 19h. A suspeita é que o policial tenha se desentendido com a mulher, que foi morar junto com as filhas na casa dos pais. Ele continuava na casa da família, que fica bem ao lado da chácara onde o crime aconteceu, na estrada que liga Extrema ao município de Toledo (MG). Quando os policiais chegaram ao local, todos já estavam mortos.

Publicado em Brasil

Na manhã de 13 de março de 2013, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarcou em São Paulo num jato Falcon 7x, fretado pela construtora Odebrecht, rumo a Malabo, capital da Guiné Equatorial.

O país é governado há 36 anos pelo ditador Teodoro Obiang Nguema Mbasogo, com quem Lula mantém excelentes relações. Lula se encontrou com empreiteiros brasileiros, que reclamavam da demora do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o BNDES, e do Banco do Brasil para a liberação de financiamentos de obras na África. Em seguida, esteve com o vice-presidente da Guiné, Ignacio Milán Tang.

Falou como homem de negócios. Disse que estava ali para conseguir contratos para a Odebrecht. Usou sua influência sem meias palavras. O mais poderoso lobista da Odebrecht entrava em ação. 

A embaixadora do Brasil em Malabo, Eliana da Costa e Silva Puglia, testemunhou a conversa. “Lula citou, então, telefonema que dera ano passado ao Presidente Obiang sobre a importância de se adjudicar obra de construção do aeroporto de Mongomeyen à empresa Odebrecht (este aeroporto servirá às cidades de Mongomo, terra de Obiang, e à nova cidade administrativa de Oyala)”, escreveu a diplomata, em telegrama reservado enviado, logo depois do encontro, ao Itamaraty.

“Adjudicar” é um termo jurídico comum em contratações de órgãos públicos. Costuma designar o vencedor de uma licitação. Em português claro, portanto, Lula havia pedido ao presidente da Guiné que desse a obra do aeroporto à Odebrecht. E, como bom homem de negócios, fazia, naquele momento, questão de reforçar o pedido ao vice-presidente.

Publicado em Brasil

Os eleitores de Macarani retornam às urnas neste domingo (4) para escolher o novo prefeito e vice-prefeito que governarão o município do sudoeste baiano até dezembro de 2016.

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA) realiza eleições suplementares para os cargos e os 13.357 eleitores aptos irão eleger seus novos representantes após os antigos gestores públicos terem os diplomas cassados pelo Tribunal Regional Eleitoral da Bahia, por captação ilícita de sufrágio e abuso de poder econômico, referente às Eleições 2012. Desde a cassação do prefeito e vice-prefeita, Antônio Carlos Macedo Araújo e Elza Soares de Souza, Macarani é comandado pelo o presidente da Câmara de Veredores.

Estão na nova disputa Armando de Souza Porto e Miller Silva Ferraz , candidatos a prefeito e vice, respectivamente; e Olisandro Pinto Nogueira e Nilton Cesar Meira Gonçalves.

Publicado em Bahia