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O fundador da rede de farmácias Pague Menos, Deusmar Queirós, foi preso no sábado (8) sob acusação de crime contra o sistema financeiro nacional. Segundo o Folhapress, o empresário se apresentou à Polícia Federal cumprindo ordem da juíza da 12ª Vara da Justiça Federal do Ceará, Cíntia Brunetta.

O empresário foi encaminhado para unidade prisional Irmã Imelda, em Aquiraz, na região metropolitana de Fortaleza.

Em 2012, o empresário foi condenado em primeira instância e confirmado em segunda instância em 2013 a uma pena 9 anos e dois meses de prisão e pagamento de multa de 2.500 salários mínimos. O Ministério Público Federal requereu o início do cumprimento da pena e foi deferido pelo ministro Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça.

Ainda de acordo com a publicação, Deusmar foi denunciado pela Procuradoria da República no Ceará por crime contra o sistema financeiro por meio da Renda Corretora de Valores, empresa de sua propriedade. Segundo a denúncia, a empresa atuou no mercado de valores mobiliários sem registro junto à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) entre os anos de 2001 e 2006.

Em nota enviada ao Folhapress, a defesa do empresário afirmou que a ação ainda está em curso e a condenação não é definitiva: “A defesa continua acreditando na Justiça e na sua absolvição”.

Ja a rede de farmácia Pague Menos informou que o processo não tem relação com a rede e que a decisão judicial não afeta as operações da empresa. Afirmou ainda que todas as informações sobre o processo foram prestadas de maneira "transparente pela empresa".

Está disponível para empreendedores o curso sobre redes sociais para pequenas empresas. O curso é 100% online e gratuito. A carga horária é de seis horas, o tempo disponibilizado para o participante concluir o curso é de 15 dias.

Durante o andamento do curso, o participante vai conhecer as características das redes sociais, tornando-se capaz de planejar a entrada e atuação efetiva de um pequeno negócio nas redes. Também será possível identificar os desafios e as vantagens que a integração às redes sociais podem trazer à pequena empresa; aplicar as estratégias de utilização consciente das redes; além de introduzir as ferramentas de comunicação e interação da Web 2.0 na empresa, analisando a viabilidade delas para o negócio.

O curso contará com a orientação de um tutor que esclarecerá dúvidas e estimulará a discussão de questões importantes. Além disso, o participante poderá interagir com outros empreendedores e receberá um certificado digital ao concluir a capacitação. Para fazer a inscrição, basta clicar aqui para realizar o cadastro no site (CLIQUE AQUI) do Sebrae.e redes sociais para pequenas empresas está disponível para empreendedores.

*Blog da Resenha Geral

O conselho de administração da JBS, maior empresa de proteína animal do planeta, escolheu José Batista Sobrinho, conhecido como Zé Mineiro, como novo diretor executivo. Ele vai substituir Wesley Batista no comando do grupo, após a prisão do empresário na última quarta-feira (13).

Patriarca do grupo, Zé Mineiro vai permanecer no cargo até 2019, quando terminaria o mandato de filho. Wesley Batista Filho foi eleito como diretor estatutário.

A reunião extraordinária do colegiado começou às 19 horas de sábado e se estendeu até a uma da madrugada. O nome de foi aprovado por unanimidade, mesmo pela conselheira do BNDES, Claudia Santos.

A Receita Federal abre nesta segunda-feira (10) a consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda de Pessoas Físicas 2017. Deverão ser pagos R$ 2,99 bilhões para 1.495.931 contribuintes, com depósitos previstos para 17 de julho. De acordo com o G1, esse lote incluirá também restituições residuais de 2008 a 2016. As consultas poderão ser feitas a partir das 9h desta segunda pelo site da Receita (veja aqui) e pelo aplicativo para tablets e smartphones.

Desde segunda-feira (3) os microempreendedores individuais (MEIs) com boletos atrasados podem solicitar o parcelamento das dívidas com a Receita Federal. O prazo para fazer o pedido termina no dia 2 de outubro.

É a primeira vez, desde a criação do MEI, em 2009, que o governo abre um programa de parcelamento de débitos. As dívidas acumuladas até maio de 2016 poderão ser parceladas em até 120 prestações, que deverão ter valor de pelo menos R$ 50. Para débitos de boletos vencidos após maio de 2016, o parcelamento será de, no máximo, 60 meses.

Segundo a Receita Federal, o saldo devedor atual dos MEIs é de R$ 1,7 bilhão. O número de microempreendedores individuais cadastrados no Simples Nacional já superou a marca de 7 milhões, mas o percentual de inadimplência tem se mantido há anos no patamar ao redor de 60%.

De acordo com os dados do Fisco, dos 6,94 milhões de MEIs cadastrados em março, apenas 2,78 milhões (40%) efetuaram o pagamento do boleto mensal.

Além de estar inadimplente com o Fisco, o MEI com boletos atrasados corre o risco de não ter acesso a direitos previdenciários como auxílio-doença, salário-maternidade e aposentadoria invalidez.

Cada benefício exige um tempo de carência, ou seja, um tempo mínimo meses de contribuição, e a contagem da carência inicia-se apenas a partir do pagamento da primeira contribuição sem atraso. Para pedir o auxílio-doença, por exemplo, o MEI precisa ter pago em dia no mínimo 12 meses seguidos.

O presidente Michel Temer comemorou a alta de 1% no PIB, primeira desde o quarto trimestre de 2014 (veja aqui). Em seu perfil no Twitter, o peemedebista afirmou que o Brasil saiu da recessão.

"Acabou a recessão! Isso é resultado das medidas que estamos tomando. O Brasil voltou a crescer. E com as reformas vai crescer mais ainda", disse Temer. O governo espera a aprovação das reformas Trabalhista e da Previdência no Congresso.

O Ministério da Fazenda também comemorou o crescimento e reforçou a tese do presidente de que a recessão acabou. Por meio de nota, Henrique Meirelles afirmou que este é um dia histórico para o país. "Depois de dois anos, o Brasil saiu da pior recessão do século", diz a nota, de acordo com O Globo.

Apesar das comemorações, ainda não é possível afirmar que a retração chegou ao fim. Os componentes da demanda interna, como investimentos, consumo das famílias e consumo do governo, registram resultados negativos em comparação ao ano anterior.

O prazo para a entrega das declarações do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2017 terminam nesta sexta-feira (28). Até a última quinta-feira (20), 48% dos 28,3 milhões de contribuintes do país não haviam emitido o documento à Receita Federal, de acordo com dados do órgão citados pelo Estadão. A declaração é obrigatória para quem recebeu rendimentos superiores a R$ 28.559,70 em 2016. Os contribuintes que perderem o prazo estão sujeitos a multa mínima de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido.

BN
O economista Eduardo Giannetti da Fonseca diz que os impactos da Operação Lava Jato, que apura corrupção na Petrobras, podem ter efeitos negativos sobre a economia brasileira, que esboça uma reação, mas afirma que as investigações em curso não deram origem à atual recessão pela qual o Brasil passa.

Em entrevista ao Estadão, Giannetti diz que a má condução do governo Dilma Rousseff, com políticas equivocadas, colocou o Brasil nesta profunda crise, gerando a alta taxa de desemprego.

Em levantamento feito pelo jornal mostra que as principais empresas envolvidas na Lava Jato demitiram quase 600 mil pessoas. Ao ser indagado se novas delações poderão piorar esse cenário, o economista diz que "o impacto (negativo) indireto sobre o emprego é ainda maior. Afeta toda cadeia, desde os fornecedores até o consumo que deixa de ser feito porque a atividade não aconteceu".

Ele ressalva, no entanto, que é um erro de análise atribuir a atual crise econômica e o desemprego à Lava Jato. "Estaríamos em crise e com alta taxa desemprego, independentemente da Lava Jato.

Não foi a operação que criou esse problema. Ela ajudou a agravar, uma vez que as decisões tomadas no âmbito da corrupção que a operação está revelando foram péssimos investimentos. Um exemplo é a refinaria Abreu e Lima. Foram gastos dezenas de milhões de reais e nenhum real de retorno. A Lava Jato não causou a crise econômica".

Giannetti historia o processo que culminou no recdrudecimento da crise econômica. Ele irou nso governos Lula e Dilma. "O quadro (econômico) começou a se deteriorar no segundo mandato do governo Lula, após a saída de Palocci (ex-ministro Antônio Palocci).

O cenário se agravou e gerou a crise que estamos vivendo no primeiro mandato do governo Dilma, com a adoção da chamada nova matriz macroeconômica e com os erros de políticas microeconômicas nas áreas de energia elétrica, de petróleo e gás, das concessões, do uso do BNDES para favorecer parceiros. Acredito que a corrupção gere muito mais indignação porque é um desvio de responsabilidade moral".