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A Polícia Civil procura por um homem de 28 anos suspeito de matar a filha de 13 anos a facadas, na madrugada desta quarta-feira (3), no bairro Mailasque, em São Roque (SP). Horácio Nazareno Lucas estava preso desde julho, quando passou a cumprir pena por estuprar a cunhada em 2011. Ao ser solto, nesta terça-feira (2), ele foi para casa, matou a filha e fugiu.

De acordo com a polícia, uma viatura foi acionada para atender a uma ocorrência de violência doméstica, porém, quando a equipe estava a caminho do bairro, foi surpreendida por um menino de 6 anos pedindo socorro, dizendo o pai havia matado a irmã. Os policiais militares foram até o sítio da família e encontraram Letícia Tanzi Lucas, de 13 anos, inconsciente e ferida na sala. Segundo o G1, a estudante foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e levada à Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos.

As cotistas dos fundos dos programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) têm até esta sexta-feira (28) para sacar o benefício fora dos critérios previstos em lei.

Pela Lei 13.677/2018, a partir deste sábado (29) os saques voltarão a ser permitidos somente para os cotistas que atendam a um dos critérios habituais: pessoas com 60 anos ou mais, aposentados, herdeiros de cotistas, pessoas em situação de invalidez ou acometidos por doenças específicas.

Cerca de R$ 17 bilhões já foram pagos aos trabalhadores que atuaram entre 1971 e 1988 na iniciativa privada (com carteira assinada) ou no serviço público, desde o início do processo de flexibilização dos saques do Fundo PIS/Pasep, em outubro de 2017, até agora.

Do público potencial de 28,5 milhões de pessoas que havia em 2017, mais de 15,5 milhões de trabalhadores já receberam os recursos, ou seja, 55% do total.
  
Agência da Caixa Econômica Federal - José Cruz/Arquivo Agência Brasil
As pessoas com menos de 60 anos representavam, em outubro de 2017, a maior parte dos cotistas do Fundo PIS/Pasep, somando 16,3 milhões de trabalhadores. De acordo com os últimos dados do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, até o último dia 16 cerca de 5,7 milhões de cotistas nessa faixa etária ainda não haviam se dirigido às agências da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil para buscar o benefício.

Divergências no cadastro
Dos R$ 17 bilhões já pagos aos cotistas, aproximadamente R$ 8,5 bilhões foram entregues aos trabalhadores por meio de depósito automático na conta corrente, ou seja, sem a necessidade de ir à agência bancária.
De acordo com o Ministério do Planejamento, isso foi possível devido aos créditos feitos pelo Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal aos seus correntistas e a uma parceria envolvendo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a Caixa, o Banco do Brasil e mais oito instituições: Bradesco, Itaú, Santander, Bancoob, Sicredi, Banestes, BRB e Mercantil.
Devido a questões de segurança e a divergências cadastrais, cerca de 5 milhões de cotistas com CPFs válidos não receberão os depósitos automáticos. Por isso, o ministério alerta que cotistas com menos de 60 anos, interessados em ter acesso imediato ao dinheiro, devem procurar as agências da Caixa e do Banco do Brasil até esta sexta-feira.

Direitos

Para saber o saldo e se tem direito ao benefício, o trabalhador pode acessar os sites do PIS e do Pasep. Para os cotistas do PIS, também é possível consultar a Caixa Econômica Federal no telefone 0800-726-0207 ou nos caixas eletrônicos da instituição, desde que o interessado tenha o Cartão Cidadão. No caso do Pasep, a consulta é feita ao Banco do Brasil, nos telefones 4004-0001 ou 0800-729-0001.

Têm direito ao saque as pessoas que trabalharam com carteira assinada antes da Constituição de 1988. As cotas são os rendimentos anuais depositados nas contas de trabalhadores, instituídas entre 1971, ano da criação do PIS/Pasep, e 1988.

Quem contribuiu após 4 de outubro de 1988 não tem direito ao saque. Isso ocorre porque a Constituição, promulgada naquele ano passou a destinar as contribuições do PIS/Pasep das empresas para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e o abono salarial, e para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A Polícia Civil e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, deflagraram segunda fase da Operação Open Doors nesta segunda-feira (17). Cinco pessoas foram presas no Rio de Janeiro e no Paraná por participação de uma quadrilha responsável por furtar mais de R$ 30 milhões de contas bancárias em um ano.

A ação visa cumprir 43 mandados de prisão e mais de 40 de busca e apreensão em sete estados do país. Ao todo, 237 suspeitos foram denunciados. Computadores e telefones celulares foram apreendidos. Em Ponta Grossa, no interior do Paraná, foi preso o cantor sertanejo Rick Ribeiro. Ele seria um dos hackers do grupo e usaria o dinheiro das fraudes para financiar seus clipes.

As ações se concentram em Vargem Grande e no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste; e nos municípios de Barra Mansa, Volta Redonda e Angra dos Reis. Mandados estão sendo cumpridos também em São Paulo, Bahia, Ceará, Santa Catarina, Paraná e Pará.

Os envolvidos responderão por lavagem de dinheiro, furto qualificado e organização criminosa. De acordo com as investigações da 90ª DP (Barra Mansa), o grupo tinha como “vítimas” tanto pessoas físicas, quanto grandes empresas.

A Polícia Federal deflagrou mais uma fase da Operação Lava Jato, em Salvador, na manhã desta terça-feira (11).

Batizada de "Piloto", a 53ª etapa da Lava Jato cumpre 36 mandados judiciais em Salvador (BA), São Paulo (SP), Lupianópolis (PR) Colombo (PR) e Curitiba (PR).

O ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) e sua esposa, Fernanda Richa, e Deonlison Roldo, que é ex-chefe de gabinete do ex-governador, foram presos durante a operação, em Curitiba. Richa é candidato ao Senado.

As três prisões são temporárias, com validade de cinco dias. Os mandados de prisão foram cumpridos pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

De acordo com a Polícia Federal (PF), o objetivo da investigação é a apuração de suposto pagamento milionário de vantagem indevida no ano de 2014, pelo Setor de Operações Estruturadas do Grupo Odebrecht.

Morreu neste domingo (9), aos 49 anos, o cantor Mr. Catra. Ele estava internado no Hospital do Coração, em São Paulo, devido a um câncer gástrico.

A informação foi confirmada em comunicado enviado à imprensa pela assessoria do funkeiro. "É com enorme pesar que comunicamos o falecimento do amigo e cliente, Wagner Domingues Costa, o Mr Catra, que nos deixou na tarde deste domingo, 09, em decorrência de um câncer gástrico. O cantor e compositor estava internado no hospital do Coração (HCor), em São Paulo, e já vinha lutando contra a doença. A informação foi dada a família pelo cirurgião oncológico, Dr. Ricardo Motta, por volta das 15h20 da tarde", diz a nota.

A doença foi descoberta no início do ano passado. Devido ao intenso tratamento e a uma dieta restrita, Catra surpreendeu os fãs ao aparecer 35 kg mais magro. Recentemente, ele precisou tratar também uma pancreatite. O funkeiro estava morando em São Paulo e ia ao hospital uma vez por semana para realizar sessões de quimioterapia. Mr. Catra deixa três mulheres, 32 filhos e quatro netos.

A Operação Lava Jato cumpre cinco mandados de prisão na manhã desta terça-feira (4). Três deles são no Rio de Janeiro e outros dois na Bahia. Este é um desdobramento da Operação Câmbio Desligo. O Ministério Público Federal (MPF) investiga um possível esquema de evasão de divisas, sonegação fiscal e contrabando e pedras preciosas de uma empresa que movimentou R$ 44 milhões no banco paralelo do doleiro Dario Messer, que segue foragido.

As investigações desta fase da Lava Jato têm como base as delações de Juca Bala e Tony, doleiros que foram presos no Uruguai por envolvimento no esquema de corrupção do ex-governador Sérgio Cabral.

A empresa envolvida no esquema exporta pedras preciosas, principalmente esmeraldas, para países como Índia e China. De acordo com o MPF, a companhia compra as pedras na cidade de Campo Formoso, no interior da Bahia.

Cerca de uma tonelada de drogas, além de cinco fuzis e farta munição foram apreendidos depois de uma perseguição policial cinematográfica. Policiais rodoviários federais perseguiram um veículo suspeito desde o interior paulista até o Sul fluminense.

Os criminosos conseguiram fugir depois de abandonarem o carro com o material ilegal. De acordo com a PRF, no começo da noite desta quinta-feira (11), durante uma operação de combate ao crime na Via Dutra na região de Lavrinhas, em São Paulo, foi dada ordem de parada a um veículo Fiat/Toro de cor preta, com placas de Mendonça/SP.

O condutor desobedeceu a ordem dos agentes e seguiu em alta velocidade pela Via Dutra em direção ao Rio. Foram 48 quilômetros de intensa perseguição policial. Ao longo do trajeto, segundo a PRF, o veículo em fuga provocou pequenos acidentes, colidindo contra veículos de passeio e até mesmo um caminhão que transitavam pela rodovia. Segundo a PRF, toda a caçamba e o banco traseiro do veículo estavam ocupados com maconha e armas de grosso calibre.

A droga apreendida pesou 923 kg. As cinco armas eram um fuzil HK, calibre 5,56 mm, três fuzis G3, calibre 7,62 mm, e um fuzil FAL, calibre 7,62 mm. Também foram apreendidos 100 cartuchos calibre .380 e outros 50 cartuchos calibre .44.

Uma auditoria da Controladoria-geral da União (CGU) localizou 346 mil cadastros fraudados no Programa Bolsa Família. Segundo o relatório divulgado nesta quinta-feira (4), mais de 2,5 milhões de famílias recebiam o benefício mesmo com indícios de “inconsistência cadastral”, o que teria gerado prejuízo de R$ 1,3 bilhão aos cofres públicos em pagamentos irregulares. O Bolsa Família foi criado em 2003, na gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para atender famílias em condições de extrema pobreza. Apenas famílias com renda de até R$ 170 por pessoa tinham direito benefício.

De acordo com a Veja, essa auditoria da CGU identificou 5,2 mil famílias que tinham renda maior do que dois salários mínimos (R$ 1.874) e, mesmo assim, recebiam a bolsa. No documento, o órgão afirma que, se as fraudes forem comprovadas, as famílias estarão sujeitas a “sanções legais, tais como devolução de valor, impossibilidade de retornar ao programa por um ano, sem prejuízo da responsabilização criminal”.

“O Ministério de Desenvolvimento Social aplicou o bloqueio dos benefícios para os casos em que as famílias tiveram renda per capita inconsistente”, diz a pasta. A CGU recomendou também na auditoria que o controle de cadastro de famílias ao Programa Bolsa Família seja aperfeiçoado pelo Ministério de Desenvolvimento Social.