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Sábado, 23 Março 2019
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Quase 15 mil pessoas precisam ser resgatadas rapidamente nas zonas inundadas de Moçambique depois da passagem do ciclone Idai, anunciou nesta quinta-feira (21) o ministro do Meio Ambiente, Celso Correia. O ciclone deixou mais de 300 mortos em Moçambique e Zimbábue, mas a expectativas das autoridades é de que esse número aumente.

Na quinta-feira (14), o ciclone Idai destruiu a cidade portuária de Beira, a segunda maior de Moçambique, com ventos de mais de 177 km/h, seguidos de chuvas torrenciais. Várias localidades ficaram inundadas. Depois, o ciclone seguiu para os países vizinhos Zimbábue e Malawi.

Ele já é considerado a pior tempestade tropical a atingir a região nas últimas décadas e pode ser uma das piores a ter atingido o sudeste do hemisfério sul, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU).

FONTE: G1

Os alvos dos ataques foram as mesquitas de Masjid Al Noor, ao lado do Parque Hagley, e de Linwood, que estava lotada com mais de 300 pessoas, reunidas para as tradicionais orações do meio-dia de sexta-feira.

Três pessoas estão presas em conexão com os ataques. Uma quarta chegou a ser detida, mas foi liberada por não ter ligação com o caso, segundo a polícia. As autoridades informaram que não está descartada a hipótese de que outros criminosos estejam envolvidos e foragidos. Nenhum dos suspeitos sob custódia estava em listas de observação da polícia.

Dos 49 mortos, 48 morreram no local e apenas um chegou a ser socorrido com vida, mas não resistiu. Entre os feridos, há crianças e adultos. O governo informou que 12 dos feridos estão em estado grave e precisaram passar por cirurgias. O governo da Malásia afirmou que dois dos feridos são malaios.

FONTE: G1

Um avião da Ethiopian Airlines com 157 pessoas a bordo caiu neste domingo (10) durante um voo entre a Etiópia e o Quênia. O voo ET-AVJ perdeu contato menos de dez minutos depois de decolar. Ainda não há informações sobre o que provocou o incidente.

O avião decolou na cidade de Addis Abeba, capital da Etiópia, às 8h38 no horário local e perdeu contato às 8h44. A queda aconteceu perto da cidade de Bishoftu, ainda em território etiópio. O destino do voo era a cidade de Nairobi, capital do Quênia.

"Neste momento, operações de procura e resgate estão em andamento e não temos informações confirmadas sobre sobreviventes ou possíveis vítimas. A equipe da Ethiopian Airlines será enviada para o local do acidente e vai fazer todo o possível para assistir os serviços de emergência", relatou a Ethiopian Airlines em comunicado.

Quase 280 escolas e algumas faculdades foram bloqueadas ou registraram tumulto na França nesta quinta-feira (6) - quarto dia de protestos no país. O Executivo francês tenta conter a ira dos "coletes amarelos", dizendo temer uma "enorme violência" durante o novo ato que deve acontecer no sábado (8) em Paris.

Segundo a France Presse, mais de 700 estudantes de ensino médio foram presos.

Muitas manifestações de estudantes do ensino médio contra a reforma na educação se tornaram violentas em várias cidades do país. Lixeiras e carros foram queimados e estruturas públicas urbanas depredadas. Houve confrontos com a polícia, lembrando um pouco as imagens dos tumultos ocorridos no último sábado em Paris.

Uma nova manifestação dos "coletes amarelos", anunciada para sábado, levanta temores de uma "enorme violência", declarou o palácio presidencial na quarta (5) à noite, pouco depois de o governo desistir "pelo ano de 2019" dos aumentos de impostos sobre os combustíveis. Esta reivindicação está na origem do movimento dos "coletes amarelos", que protesta contra a queda do poder aquisitivo dos franceses.

 

Levantamento do programa das Nações Unidas de combate ao HIV/Aids (Unaids) indica que mais de 9,4 milhões de pessoas não sabem que estão infectadas pelo vírus em todo o mundo. Por conta disso, a entidade lançou neste ano uma campanha com slogan "Saiba seu status".

 

O relatório "Conhecimento é poder" revelou que 37 milhões de pessoas vivem com HIV no mundo, o maior número registrado na história. De acordo com o documento, em 2017, 75% das pessoas que viviam com HIV sabiam da infecção, e apenas 58,6% delas (21,7 milhões) tiveram acesso à terapia antirretroviral.

 

O Ministério da Saúde estima que, no Brasil, 866 mil pessoas viviam com o HIV no ano passado. Desse total, 84% (731 mil) foram diagnosticadas e 75% (548 mil) estavam em tratamento. A meta da pasta é garantir que, até 2020, sejam diagnosticadas todas as pessoas com HIV que vivem no país.

 

Fonte: Bahia Notícias

O WhatsApp apresentou instabilidade para alguns usuários nesta quarta-feira (3). Segundo relatos nas redes sociais, o servidor do aplicativo de mensagens saiu do ar, o que impossibilita o envio e recebimento de mensagens.

Algumas publicações na rede social foram feitas por usuários brasileiros do aplicativo, o que mostra que nosso país foi um dos afetados. Outros países que também parecem passar por problemas são Alemanha, Itália e Turquia.

Procurada pelo G1, a assessoria de imprensa do WhatsApp afirmou que a empresa ainda não se posicionou sobre o caso.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o ataque com mísseis contra uma base aérea da Síria, na noite desta quinta-feira (6), foi de "vital importância" para os interesses de segurança nacional dos EUA. O republicano afirmou que o seu país precisa "prevenir e evitar a propagação e o uso de armas químicas mortais". Ele afirmou que "não há contestação de que a Síria usou armas químicas proibidas", referindo-se à ofensiva que matou dezenas de pessoas no começo da semana.

Trump falou com repórteres após se encontrar com o presidente da China, Xi Jinping, na Flórida, enquanto as forças americanas lançavam cerca de 60 mísseis Tomahawk em território sírio, no primeiro ataque do governo Trump ao país. A TV estatal da Síria informou sobre o ataque, dizendo que este foi um ato de "agressão" dos EUA.

Em seu comunicado, Trump disse que espera que a paz e harmonia prevaleçam. "Deus abençoe a América e o mundo inteiro", disse o presidente americano ao encerrar seu pronunciamento.

ataque fora do Parlamento britânico, em Londres, deixou 4 mortos, incluindo uma mulher e um policial, além do próprio suspeito de ser o autor da agressão, segundo o chefe de contra-terrorismo da Scotland Yard, Mark Rowley. O incidente ocorreu na tarde desta quarta-feira (22). Há também pelo menos 20 feridos.

A polícia britânica acredita que houve apenas um agressor envolvido, e trata o incidente como um ataque terrorista até que a motivação do ataque seja esclarecida.

O ataque começou quando um carro que passava pela Ponte de Westminster atropelou um grupo de pessoas. O suspeito deixou o veículo preto e avançou em direção ao Parlamento, atingindo um policial com uma faca, que acabaria morrendo. Pouco depois, foram ouvidos disparos. O agressor foi baleado pela polícia e morreu também.

"Estamos tratando isto como um incidente terrorista até que tenhamos informações contrárias", disse a polícia em comunicado.

Entre os feridos há uma mulher foi retirada do Rio Tâmisa viva após o ataque, informou a Autoridade Portuária de Londres (PLA). Ela está recebendo tratamento para ferimentos graves.