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Terça, 21 Maio 2019
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O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, fez uma alerta para o risco de vazamento radioativo em um depósito de resíduos de testes nucleares no arquipélago das Ilhas Marshall, no Oceano Pacífico. A mensagem foi dada nessa quinta-feira (16) em um discurso para estudantes de Fiji.

Segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo, a estrutura é uma cratera coberta por uma camada de concreto, que foi construída na Ilha de Runit, pertencente ao atol de Enewetak. Guterres classificou como um "caixão" herdado da Guerra Fria. "O Pacífico foi uma vítima no passado, todos nós sabemos", afirmou o secretário.

A publicação lembra que entre 1946 e 1996, Estados Unidos, França e Reino Unido realizaram centenas de testes nucleares em ilhas do oceano. No Pacífico central, por exemplo, os americanos realizaram mais de 100 testes, dos quais 67 ocorreram entre 1946 e 1958 nos atóis de Bikini e Enewetak, nas Ilhas Marshall. Um desses testes foi o da bomba de hidrogênio "Bravo", em 1954, a mais poderosa bomba H detonada pelo país, com potência mil vezes superior à de Hiroshima.

"Estas consequências foram dramáticas em termos de saúde e envenenamento da água em alguns lugares", ressalta Guterres. Ele conta que se encontrou com a presidente das Ilhas Marshall, Hilda Heine, que está "muito preocupada com o risco de envenenamento de material radioativo na área".

Essa cratera é fruto da explosão da bomba nuclear Cactus, na Ilha de Runit, em maio de 1958. Anos depois da explosão, os resíduos contaminados de testes nucleares foram enterrados no local. Já em 1979, a cratera foi coberta por uma camada de concreto de 45 centímetros de espessura, porém o fundo não foi isolado por questões de custos.

Além disso, a estrutura deveria ser transitória, mas se tornou permanente e, quatro décadas depois, rachaduras já foram detectadas. Outro fator de risco é a elevação do nível do mar, provocada pelo aquecimento global.

FONTE: Bahia Notícias

O aplicativo WhatsApp detectou uma vulnerabilidade em seu sistema que permitia que hackers instalassem um spyware, um software de espionagem, em alguns telefones. Com isso, os hackers acessavam os dados guardados no aparelho.

A empresa, que pertence ao Facebook, confirmou a falha nessa segunda-feira (13) e passou a recomendar que os usuários atualizem o app para a versão mais recente. Além disso, o 1,5 bilhão de usuários do WhatsApp em todo o mundo devem manter seu sistema operativo como medida de "proteção" ao longo desta terça-feira (14).

Segundo informações do G1, o aplicativo admitiu que "dezenas" de telefones foram afetados e que as vítimas foram escolhidas "especificamente", e não em grande escala. Como o software instalado ilegalmente "se assemelha" à tecnologia desenvolvida pela empresa de cibersegurança israelense NSO Group, o WhatsApp a aponta como principal suspeita da espionagem.

A ilha de Ibo, no arquipélago de Quirimbas, foi praticamente devastada pela passagem do ciclone Kenneth, o segundo que atinge Moçambique desde o mês de março. Praticamente todas as casas foram destruídas.

Vista do céu, a ilha de Ibo, na costa nordeste de Moçambique, é agora apenas uma sucessão de casas devastadas e plantações inundadas. Seis dias após a passagem de Kenneth, as autoridades começam a fazer o balanço dos estragos nesse conhecido ponto turístico.

Ibo era um destino paradisíaco, com seus recifes de corais, praias dignas de cartões-postais e os lodges de luxo que atraiam muitos turistas em lua de mel. Hoje o cenário se resume a árvores arrancadas pelo vento e um mar cinza e agitado.

A ilha estava na linha de frente do ciclone quando Kenneth atingiu a região. De acordo com a ONU, cerca de 90% das residências foram destruídas.

“Tudo desmoronou. Estamos morando na casa de um vizinho”, contou um morador, que tenta reconstruir um abrigo para sua família de 16 pessoas. “Tememos que ninguém venha até aqui nos ajudar”, desabafa. “Os que não perderam tudo tiveram sorte”, relatou um motorista de táxi às agências de notícias.

Pelo menos 41 pessoas morreram, mas balanço ainda é provisório

As Nações Unidas informaram que o acesso à região é “inacreditavelmente difícil”. Cerca de 7 mil pessoas ficaram bloqueadas, sem nenhum tipo de ajuda até a chegada dos primeiros helicópteros do Programa Alimentar Mundial (PAM), nessa quarta-feira (1°).

Segundo um balanço provisório, ao menos 41 pessoas morreram em Moçambique durante a passagem de Kenneth e a ilha de Ibo foi uma das mais atingidas. O país ainda se recupera da destruição provocada pelo ciclone Idai, que fez cerca de mil vítimas fatais entre Moçambique e Zimbábue, em março.

FONTE: G1

Em meio a um fortalecimento dos laços entre Caracas e Moscou, dois aviões da Força Aérea russa desembarcaram neste sábado (23) no aeroporto de Maiquetía, nos arredores de Caracas. As aeronaves estariam levando uma autoridade de defesa russa e quase cem soldados, segundo informações das agências de notícias. Um dos aviões, com a bandeira russa, estaria sob vigilância da Guarda Nacional.

Um site de rastreamento de voos mostrou que as aeronaves partiram de um aeroporto militar russo para Caracas na sexta (22). Um deles já teria partido de Caracas neste domingo (24).

Acredita-se que estavam a bordo o general Vasily Tonkoshkurov, diretor do alto comando das Forças Armadas russas, além de uma carga de cerca de 35 toneladas de equipamentos pertencentes aos militares.

Quase 15 mil pessoas precisam ser resgatadas rapidamente nas zonas inundadas de Moçambique depois da passagem do ciclone Idai, anunciou nesta quinta-feira (21) o ministro do Meio Ambiente, Celso Correia. O ciclone deixou mais de 300 mortos em Moçambique e Zimbábue, mas a expectativas das autoridades é de que esse número aumente.

Na quinta-feira (14), o ciclone Idai destruiu a cidade portuária de Beira, a segunda maior de Moçambique, com ventos de mais de 177 km/h, seguidos de chuvas torrenciais. Várias localidades ficaram inundadas. Depois, o ciclone seguiu para os países vizinhos Zimbábue e Malawi.

Ele já é considerado a pior tempestade tropical a atingir a região nas últimas décadas e pode ser uma das piores a ter atingido o sudeste do hemisfério sul, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU).

FONTE: G1

Os alvos dos ataques foram as mesquitas de Masjid Al Noor, ao lado do Parque Hagley, e de Linwood, que estava lotada com mais de 300 pessoas, reunidas para as tradicionais orações do meio-dia de sexta-feira.

Três pessoas estão presas em conexão com os ataques. Uma quarta chegou a ser detida, mas foi liberada por não ter ligação com o caso, segundo a polícia. As autoridades informaram que não está descartada a hipótese de que outros criminosos estejam envolvidos e foragidos. Nenhum dos suspeitos sob custódia estava em listas de observação da polícia.

Dos 49 mortos, 48 morreram no local e apenas um chegou a ser socorrido com vida, mas não resistiu. Entre os feridos, há crianças e adultos. O governo informou que 12 dos feridos estão em estado grave e precisaram passar por cirurgias. O governo da Malásia afirmou que dois dos feridos são malaios.

FONTE: G1

Um avião da Ethiopian Airlines com 157 pessoas a bordo caiu neste domingo (10) durante um voo entre a Etiópia e o Quênia. O voo ET-AVJ perdeu contato menos de dez minutos depois de decolar. Ainda não há informações sobre o que provocou o incidente.

O avião decolou na cidade de Addis Abeba, capital da Etiópia, às 8h38 no horário local e perdeu contato às 8h44. A queda aconteceu perto da cidade de Bishoftu, ainda em território etiópio. O destino do voo era a cidade de Nairobi, capital do Quênia.

"Neste momento, operações de procura e resgate estão em andamento e não temos informações confirmadas sobre sobreviventes ou possíveis vítimas. A equipe da Ethiopian Airlines será enviada para o local do acidente e vai fazer todo o possível para assistir os serviços de emergência", relatou a Ethiopian Airlines em comunicado.

Quase 280 escolas e algumas faculdades foram bloqueadas ou registraram tumulto na França nesta quinta-feira (6) - quarto dia de protestos no país. O Executivo francês tenta conter a ira dos "coletes amarelos", dizendo temer uma "enorme violência" durante o novo ato que deve acontecer no sábado (8) em Paris.

Segundo a France Presse, mais de 700 estudantes de ensino médio foram presos.

Muitas manifestações de estudantes do ensino médio contra a reforma na educação se tornaram violentas em várias cidades do país. Lixeiras e carros foram queimados e estruturas públicas urbanas depredadas. Houve confrontos com a polícia, lembrando um pouco as imagens dos tumultos ocorridos no último sábado em Paris.

Uma nova manifestação dos "coletes amarelos", anunciada para sábado, levanta temores de uma "enorme violência", declarou o palácio presidencial na quarta (5) à noite, pouco depois de o governo desistir "pelo ano de 2019" dos aumentos de impostos sobre os combustíveis. Esta reivindicação está na origem do movimento dos "coletes amarelos", que protesta contra a queda do poder aquisitivo dos franceses.