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Sábado, 20 Julho 2019
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Cinquenta anos depois da chegada do homem à Lua, a promessa da Agência Espacial Americana é levar mulheres ao satélite da Terra. Na segunda reportagem da série especial do Jornal Nacional, os correspondentes Sandra Coutinho e Lucas Louis acompanharam os treinamentos das astronautas.

O passo gigantesco para a humanidade - transmitido em telinhas em preto e branco - ficou conhecido como a chegada do homem à Lua.

Mas, se aquela missão histórica foi batizada de Apollo, a próxima aventura tripulada até o nosso satélite vai ter nome de mulher. A missão Artemis - a deusa grega gêmea de Apollo - deve decolar até 2024 e a Nasa já confirmou que a próxima astronauta a pisar na Lua vai ser uma mulher.


Nos 50 anos da chegada do homem à Lua,
JN relembra a missão Apollo 11


Sala de controle das missões da Nasa: é para onde os astronautas ligam quando eles têm algo a dizer como a famosa frase: “Houston, temos um problema”. Mas também para dividir o sucesso das missões.

É dali de onde partem as instruções sobre cada minuto do dia de cada astronauta no espaço como, por exemplo, a hora das refeições, a quantidade de exercício e até as experiências que eles vão fazer a cada dia.

Pela primeira vez, esse centro nervoso da Nasa é comandado por uma mulher. Além da diretora geral, Holly Riding, só outras 13 mulheres conquistaram o cargo de diretoras de voo – 15% do total.

Uma delas é Pooja Esrani, que já começou a sentir a diferença. “Pela primeira vez, encontrei fila no banheiro feminino”. Agora, ela quer controlar da Terra a próxima viagem à Lua.

“Um dos principais motivos da missão é botar uma mulher na Lua porque nunca estivemos lá. Será um exemplo para as futuras gerações".

A decisão de escalar mulheres também tem uma explicação científica. A escritora Kate Greene passou quatro meses confinada numa réplica de um módulo espacial no Havaí, em 2013.

Ao monitorar o consumo de comida dos três homens e das três mulheres que participaram da experiência, Kate descobriu que eles precisavam de 3.600 calorias por dia. Elas, de apenas 1.400.

“Uma viagem de ida e volta para Marte levaria três anos. Carregar menos comida representa uma economia enorme em peso e volume. Se for só pelo metabolismo, faria mais sentido levar uma tripulação toda feminina para Marte".

Enquanto esse dia não chega, o jeito é se concentrar nas missões até a Estação Espacial Internacional, que orbita a Terra há 20 anos.

Um módulo tem a melhor vista de toda a Estação Espacial Internacional. É o único que tem janelas para todos os lados. Na verdade, o astronauta fica de cabeça para baixo e tem uma vista privilegiada para a Terra. No simulador, é hora de usar um braço robótico para capturar o módulo dragão, que está se aproximando trazendo suprimentos para a Estação Espacial Internacional.

Por trás de toda a programação do braço robótico, uma equipe 100% feminina. Várias mulheres também já operaram o equipamento para valer, lá no espaço.

FONTE: G1

WhatsApp, Facebook, Twitter e Instagram apresentaram falhas na parte final da manhã desta quarta-feira (3) em algumas regiões do país. Além do Brasil, internautas relataram instabilidade em outros lugares do mundo. De acordo com o site Downdetector, que serve como uma "previsão do tempo do mundo virtual" e mapeia instabilidade em portais, várias pessoas no sudeste do Brasil, sul do Uruguai, norte da Europa e em parte dos EUA foram afetadas.

FONTE: UOL

Um migrante salvadorenho e sua filha de quase dois anos morreram afogados enquanto atravessavam o Rio Bravo na cidade de Matamoros, no estado mexicano de Tamaulipas. Eles tentavam chegar à cidade texana Brownsville (EUA).

Os corpos foram encontrados na segunda-feira (24), no lado mexicano da fronteira. As fotos que mostram a criança com o bracinho apoiado no pescoço do pai provocaram forte comoção no país.

A família salvadorenha aguardava na cidade mexicana de Matamoros a oportunidade de solicitar asilo nos Estados Unidos. Na tarde de domingo (23), o cozinheiro Óscar Martínez Ramírez, de 25 anos, decidiu que faria a travessia do Rio Grande.

A mulher dele e mãe da menina, Tania Vanessa Ávalos, contou ao jornal mexicano “La Jornada” que ele pegou a pequena Valeria nos braços, fez a travessia e a deixou em terra firme em segurança. Porém, ele voltou para ajudar a mulher.

Ao ver o pai se afastar, a criança se jogou na água. Ele voltou e conseguiu segurá-la, mas não resistiu à forte correnteza. A mãe viu o momento em que os dois submergiram.

As buscas duraram cerca de 12 horas e os corpos foram encontrados a cerca de 500 metros do local onde foram vistos pela última vez.

Pai e filha foram encontrados juntos, unidos pela camisa preta que Óscar Alberto vestia. Valeria estava com o braço em volta do pescoço do pai.

FONTE: G1

 

Um ataque com arma branca em um ponto de ônibus na cidade de Kawasaki, no Japão, deixou uma criança morta nesta segunda-feira – manhã de terça-feira (28), horário local. A informação é da emissora japonesa NHK.

A vítima é uma menina. O número de feridos não está claro – a NHK revisou o número para 15, enquanto a Associated Press disse que 17 pessoas foram esfaqueadas.

No ponto estava um grande grupo formado por crianças, à espera de um ônibus escolar, em hora de pico. Inicialmente, a imprensa local dizia que o crime ocorreu em um parque.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, fez uma alerta para o risco de vazamento radioativo em um depósito de resíduos de testes nucleares no arquipélago das Ilhas Marshall, no Oceano Pacífico. A mensagem foi dada nessa quinta-feira (16) em um discurso para estudantes de Fiji.

Segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo, a estrutura é uma cratera coberta por uma camada de concreto, que foi construída na Ilha de Runit, pertencente ao atol de Enewetak. Guterres classificou como um "caixão" herdado da Guerra Fria. "O Pacífico foi uma vítima no passado, todos nós sabemos", afirmou o secretário.

A publicação lembra que entre 1946 e 1996, Estados Unidos, França e Reino Unido realizaram centenas de testes nucleares em ilhas do oceano. No Pacífico central, por exemplo, os americanos realizaram mais de 100 testes, dos quais 67 ocorreram entre 1946 e 1958 nos atóis de Bikini e Enewetak, nas Ilhas Marshall. Um desses testes foi o da bomba de hidrogênio "Bravo", em 1954, a mais poderosa bomba H detonada pelo país, com potência mil vezes superior à de Hiroshima.

"Estas consequências foram dramáticas em termos de saúde e envenenamento da água em alguns lugares", ressalta Guterres. Ele conta que se encontrou com a presidente das Ilhas Marshall, Hilda Heine, que está "muito preocupada com o risco de envenenamento de material radioativo na área".

Essa cratera é fruto da explosão da bomba nuclear Cactus, na Ilha de Runit, em maio de 1958. Anos depois da explosão, os resíduos contaminados de testes nucleares foram enterrados no local. Já em 1979, a cratera foi coberta por uma camada de concreto de 45 centímetros de espessura, porém o fundo não foi isolado por questões de custos.

Além disso, a estrutura deveria ser transitória, mas se tornou permanente e, quatro décadas depois, rachaduras já foram detectadas. Outro fator de risco é a elevação do nível do mar, provocada pelo aquecimento global.

FONTE: Bahia Notícias

O aplicativo WhatsApp detectou uma vulnerabilidade em seu sistema que permitia que hackers instalassem um spyware, um software de espionagem, em alguns telefones. Com isso, os hackers acessavam os dados guardados no aparelho.

A empresa, que pertence ao Facebook, confirmou a falha nessa segunda-feira (13) e passou a recomendar que os usuários atualizem o app para a versão mais recente. Além disso, o 1,5 bilhão de usuários do WhatsApp em todo o mundo devem manter seu sistema operativo como medida de "proteção" ao longo desta terça-feira (14).

Segundo informações do G1, o aplicativo admitiu que "dezenas" de telefones foram afetados e que as vítimas foram escolhidas "especificamente", e não em grande escala. Como o software instalado ilegalmente "se assemelha" à tecnologia desenvolvida pela empresa de cibersegurança israelense NSO Group, o WhatsApp a aponta como principal suspeita da espionagem.

A ilha de Ibo, no arquipélago de Quirimbas, foi praticamente devastada pela passagem do ciclone Kenneth, o segundo que atinge Moçambique desde o mês de março. Praticamente todas as casas foram destruídas.

Vista do céu, a ilha de Ibo, na costa nordeste de Moçambique, é agora apenas uma sucessão de casas devastadas e plantações inundadas. Seis dias após a passagem de Kenneth, as autoridades começam a fazer o balanço dos estragos nesse conhecido ponto turístico.

Ibo era um destino paradisíaco, com seus recifes de corais, praias dignas de cartões-postais e os lodges de luxo que atraiam muitos turistas em lua de mel. Hoje o cenário se resume a árvores arrancadas pelo vento e um mar cinza e agitado.

A ilha estava na linha de frente do ciclone quando Kenneth atingiu a região. De acordo com a ONU, cerca de 90% das residências foram destruídas.

“Tudo desmoronou. Estamos morando na casa de um vizinho”, contou um morador, que tenta reconstruir um abrigo para sua família de 16 pessoas. “Tememos que ninguém venha até aqui nos ajudar”, desabafa. “Os que não perderam tudo tiveram sorte”, relatou um motorista de táxi às agências de notícias.

Pelo menos 41 pessoas morreram, mas balanço ainda é provisório

As Nações Unidas informaram que o acesso à região é “inacreditavelmente difícil”. Cerca de 7 mil pessoas ficaram bloqueadas, sem nenhum tipo de ajuda até a chegada dos primeiros helicópteros do Programa Alimentar Mundial (PAM), nessa quarta-feira (1°).

Segundo um balanço provisório, ao menos 41 pessoas morreram em Moçambique durante a passagem de Kenneth e a ilha de Ibo foi uma das mais atingidas. O país ainda se recupera da destruição provocada pelo ciclone Idai, que fez cerca de mil vítimas fatais entre Moçambique e Zimbábue, em março.

FONTE: G1

Em meio a um fortalecimento dos laços entre Caracas e Moscou, dois aviões da Força Aérea russa desembarcaram neste sábado (23) no aeroporto de Maiquetía, nos arredores de Caracas. As aeronaves estariam levando uma autoridade de defesa russa e quase cem soldados, segundo informações das agências de notícias. Um dos aviões, com a bandeira russa, estaria sob vigilância da Guarda Nacional.

Um site de rastreamento de voos mostrou que as aeronaves partiram de um aeroporto militar russo para Caracas na sexta (22). Um deles já teria partido de Caracas neste domingo (24).

Acredita-se que estavam a bordo o general Vasily Tonkoshkurov, diretor do alto comando das Forças Armadas russas, além de uma carga de cerca de 35 toneladas de equipamentos pertencentes aos militares.