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Quarta, 31 Dezembro 2014
Bahia Notícias

A presidente Dilma Rousseff e o vice-presidente, Michel Temer, foram empossados oficialmente em cerimônia realizada no Congresso Nacional. Ambos assinaram o termo de posse e Dilma faz o primeiro discurso como presidente reeleita, destacando as políticas sociais do governo petista.

"Nunca tantos brasileiros ascenderam às classes médias. Nunca tantos brasileiros conquistaram tantos empregos com carteira assinada. (... ) Este ato de posse é, antes de tudo, uma cerimônia de reafirmação e ampliação de compromissos.

É a inauguração de uma nova etapa neste processo histórico de mudanças sociais do Brasil. Faço questão, também, de renovar, nesta Casa, meu compromisso de defesa permanente e obstinada da Constituição (…) das leis, das liberdades individuais, dos direitos democráticos, da mais ampla liberdade de expressão e dos direitos humanos.", disse. Do lado de fora, um público de 30 mil, segundo estimativa da Polícia Militar do Distrito Federal, acompanharam a posse. 

 

Publicado em Brasil

Quem comprar carro zero quilômetro a partir do dia 1° de janeiro de 2015 vai sentir diferença no preço com o fim da redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Para os carros populares, a alíquota sobe dos atuais 3% para 7%. No caso dos carros com motor flex (gasolina e etanol), que hoje recolhem 9% de IPI, a alíquota sobe para 11%, e os carros movidos só a gasolina, que pagam 10%, terão a alíquota aumentada para 13%.

A redução no IPI para veículos começou em 2012 como estratégia do governo Dilma Rousseff para manter a economia aquecida. Artifício utilizado antes, em 2009, no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, no auge dos efeitos da crise financeira deflagrada em setembro de 2008 com a quebra do banco norte-americano de financiamentos Lehman Brothers.

Ao renovar sucessivas vezes a permanência do IPI reduzido dos automóveis, o governo vinculou a medida a um compromisso da indústria automotiva de não cortar empregos. No último mês de novembro, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, sugeriu que a elevação do imposto não acarretará demissões no setor.

Publicado em Brasil
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