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Quinta, 19 Abril 2018
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O juiz Sergio Moro determinou a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com a decisão, o petista tem até esta sexta-feira (6) para se entregar à Polícia Federal. A pena definida pela 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) é de 12 anos e 1 mês de prisão, com início em regime fechado.

"Relativamente ao condenado e ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, concedo-lhe, em atenção à dignidade cargo que ocupou, a oportunidade de apresentar-se voluntariamente à Polícia Federal em Curitiba até as 17:00 do dia 06/04/2018, quando deverá ser cumprido o mandado de prisão", afirmou o juiz na decisão. Nesta quarta (4), o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por 6 votos a 5, não conceder habeas corpus ao presidente.

"Esclareça-se que, em razão da dignidade do cargo ocupado, foi previamente preparada uma sala reservada, espécie de Sala de Estado Maior, na própria Superintência da Polícia Federal, para o início do cumprimento da pena, e na qual o ex-Presidente ficará separado dos demais presos, sem qualquer risco para a integridade moral ou física", requereu o Moro.

 

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve os embargos declaratórios negados pela 8ª Turma do Tribunal Regional da 4ª Região (TRF-4), na tarde desta segunda-feira (26). Dessa forma, a pena de 12 anos e um mês poderá ser cumprida caso o Supremo Tribunal Federal (STF) denegue o habeas corpus impetrado pela defesa do ex-presidente no próximo dia 4 de abril.

A decisão de negar os embargos foi tomada de maneira unânime pelos três desembargadores que integram a turma – a mesma que julgou o recurso contra a sentença do juiz Sérgio Moro no último mês de janeiro. O ex-presidente questionou itens da sentença do TRF-4, porém teve o pleito negado integralmente pelos desembargadores. Com a publicação do acórdão, Lula poderia ser preso, porém um salvo-conduto foi emitido pelo STF para que uma eventual prisão só fosse possível após o julgamento do mérito do habeas corpus, adiado para depois da pausa para a Semana Santa.

 

O grupo político que compõe o governo de Condeúba e também onde estão as maiores lideranças políticas do município, se reuniu na noite dessa sexta-feira, 23, para discutir assuntos diversos. O principal foco da reunião, entretanto, foi proporcionar um momento de união entre lideranças e membros do governo, de modo que pudesse ser trazido demandas da população e ao mesmo tempo trazer críticas construtivas para a maximização do trabalho que vem sendo apresentado pelo governo Silvan.

Um ato de tamanha demonstração de um governo democrático. O encontro fraqueou a palavra para todos os membros participantes que quiseram fazer uso e proporcionou uma conferência de alto nível. "O clima do evento nos trouxe ainda mais otimismo e uma certeza: vamos ajustar tudo o que for preciso para acelerar ainda mais o resultado da prestação de serviços da nossa gestão à população. O que fizemos aqui hoje foi ouvir, dialogar e compartilhar ideias, todas elas com foco na coletividade do nosso município." Relatou o prefeito Silvan ao final da reunião.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, lançou oficialmente sua candidatura à Presidência da República pelo PSDB nesta terça-feira (20). O evento ocorreu na sede do partido, Brasília, e foi apenas uma formalidade, já que a sigla não terá prévias após a desistência do prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, na disputa pela vaga. A candidatura foi formalizada após reunião da Executiva Nacional do partido. Com isso, Alckmin deixará o governo do Estado no dia 6 de abril.

 

Nesta última segunda-feira (19). a Secretária Municipal de Assistência Social de Condeúba, Dona Naná e seu esposo e ex-prefeito Odílio estiveram em Salvador, visitando o gabinete do Dep. Estadual e Presidente do MDB da Bahia, Pedro Tavares. Na oportunidade conversaram sobre o cenário político de 2018, as expectativas para a composição da chapa majoritária de oposição e situação no estado, dentre outros assuntos.

Outro assunto conversado foi sobre as demandas de Condeúba e o que o parlamentar tem buscado para o município. Tavares apresentou os projetos que estão em andamento, a exemplo dos equipamentos do laboratório para o hospital municipal e foi cobrado pelo ex prefeito para que olhe para a cidade com muito carinho, tendo em vista as dificuldades enfrentadas devido a escassez de recursos.

Figurando na atualidade como uma das principais forças políticas do município de Condeúba, Odílio e Naná poderão ser uma das vozes que vai levar o nome do deputado e pré-candidato a reeleição no município de Condeúba nesse pleito 2018.

Agenda Institucional

Além da agenda política, a Secretaria cumpriu uma agenda institucional, também no prédio da Assembléia Legislativa, onde participou de um encontro de gestores da assistência social da Bahia.

A cinco meses para o início do registro das candidaturas, a corrida eleitoral deste ano começa a ganhar forma e já reúne pelo menos 11 postulantes ao Palácio do Planalto colocados oficialmente. Nesta quinta-feira, 8, os nomes do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do ex-ministro Ciro Gomes (PDT) foram lançados por seus partidos.

Analistas apontam o cenário de incerteza na disputa presidencial, reflexo da crise política, e o fim do financiamento empresarial como determinantes para a proliferação de candidaturas. A possibilidade de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), até agora líder nas pesquisas de intenção de voto, ficar impedido de concorrer com base na Lei da Ficha Limpa também é considerada um fator para a pulverização de candidatos.

Algumas dessas candidaturas, porém, são vistas como tentativa de os partidos se cacifarem nas negociações de alianças eleitorais, como a do próprio Maia. No evento em que “estreou” como pré-candidato à Presidência, o deputado foi reverenciado por líderes de siglas do Centrão e até por tucanos, que já têm no governador Geraldo Alckmin (PSDB) seu pré-candidato. Eles ainda tentam atrair o DEM para a chapa presidencial.

A exemplo da candidatura do DEM, considerada de centro, no campo da esquerda a postulação da deputada estadual gaúcha Manuela D’Ávila (PCdoB) também é vista com ceticismo. Historicamente, o partido tem se colocado como linha auxiliar do PT e aliados dizem ter dúvidas se ela a manterá até o fim.

“O quadro está aberto. Partido grande não tem candidato forte, candidato mais forte está em partido fraco. O primeiro colocado nas pesquisas está impedido e o outsider saiu. O governo é bom nos resultados econômicos e pessimamente avaliado. Isso tudo dá muita insegurança para se apostar em coligações agora”, afirmou o cientista político Rubens Figueiredo.

A fragmentação vista no campo de centro, que reúne, além de Maia e Alckmin, o senador Álvaro Dias (Podemos), pode ficar ainda maior caso o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), concorra. Ele negocia filiação ao MDB, mas dirigentes da sigla têm dito que a prioridade, em caso de candidatura própria, é do presidente Michel Temer – que diz não ter a pretensão de disputar a reeleição.

“Vemos a pré-candidatura do Maia com o mesmo respeito com que vemos a do Meirelles. E inclusive alguma do MDB que possa ser lançada”, disse ontem o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun.

Fator Lula. Na esquerda, a indefinição sobre Lula incentiva a fragmentação. Além do petista e de Ciro, o PSOL lança amanhã o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, como pré-candidato. Embora considerada mais ao centro, a ex-ministra Marina Silva (Rede) – oficializada como pré-candidata em dezembro – disputa o mesmo eleitorado.

No outro extremo, o PSL filiou anteontem o deputado Jair Bolsonaro (RJ), 2.º colocado nas sondagens eleitorais. O empresário João Amoêdo foi lançado pelo Novo em novembro.

Para o cientista político Vitor Marchetti, da Universidade Federal do ABC, uma das medidas do que chama de “desestruturação” de sistema político é o número de candidaturas. Para ele, já é possível projetar 18 nomes. “Nosso recorde foi em 1989, quando 22 candidatos se lançaram. A diferença é que em 1989 a descoordenação era reflexo da inauguração do regime, já 2018 é retrato de sua desconstrução.” Vitorioso na primeira eleição após a redemocratização, o senador Fernando Collor (AL) é pré-candidato pelo PTC.

O Estado adotou o critério de desconsiderar pré-candidaturas não citadas nos principais institutos de pesquisa, como a da ex-apresentadora Valéria Monteiro, lançada pelo PMN.

“Com a crise e a ausência de candidatos com poder de aglutinação, todos os partidos resolveram se aventurar”, afirmou o cientista político Carlos Melo, do Insper. A consequência, disse, pode ser um 2.º turno entre nomes com poucos votos. Para Marchetti, “uma candidatura que consiga 20% dos votos no 1.º turno terá grande chance de sair vitoriosa”. 

O prefeito Antônio Carlos Peixoto de Magalhães Neto, o ACM Neto de Salvador, é empossado novo presidente nacional do Democratas. A solenidade acontece na manhã desta quinta-feira (8), Dia Internacional da Mulher, em Brasília. O ex-secretário municipal de Educação de Vitória da Conquista, Marcelo de Melo Silva, prestigia o evento. “Sem dúvidas o Democratas ficará mais forte com a chegada de ACM Neto”, comentou Melo, pré-candidato à Câmara dos Deputados em contato com o BLOG DO ANDERSON.

 

Uma pesquisa encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) ao Instituto MDA mostra que para 52,1% da população defende que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deveria ter sido condenado pela 8ª turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), no dia 24 de janeiro, durante o julgamento da ação penal do triplex do Guarujá, atribuído ao petista.

Para 37,6%, Lula deveria ser inocentado.

De acordo com a CNT, a pesquisa ouviu 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades Federativas entre os dias 28 de fevereiro e 3 de março de 2018.
A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e a margem de confiança é de 95%.