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Quarta, 08 Abril 2020
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Após as informações de que o presidente Jair Bolsonaro pensava em demiti-lo (leia mais aqui), o ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta confirmou nesta segunda-feira (6) a continuidade no cargo. A informação foi confirmada em entrevista coletiva aos jornalistas após reunião do ministro com o chefe de Estado.

Mandetta admitiu a tensão pela possibilidade em sair do cargo e agradeceu à equipe que “ajudou a fazer a limpeza das gavetas”, mas garantiu que vai continuar trabalhando contra o coronavírus. “[As críticas] Têm sido uma constante no ministério. Adotaram uma determinada linha de termos muitas vezes que voltar, fazer contrapontos, para poder reorganizar a equipe que fica numa sensação de angústia”, declarou.

O titular da pasta afirmou que o trabalho nesta segunda rendeu abaixo do esperado pois a equipe estava com a “cabeça avoada” com as informações de que Bolsonaro poderia coloca-lo para fora. “É muito difícil num momento em que todos estão com os nervos a flor da pele pelos mais diversos motivos. É muito difícil trabalhar nesse sistema aonde a gente não sabe como vai ser o próximo dia ou a próxima semana. A gente não sabe se a doença vai se comportar igual se comporta nos outros países”, comentou.

Auxiliares do presidente da República confirmaram ao jornal O Globo que Jair Bolsonaro decidiu demitir o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em meio à crise do novo coronavírus. A exoneração do ministro da Saúde deve ser publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) ainda nesta segunda-feira (6).

A publicação deve acontecer após reunião do presidente com todos os ministros, agendada para as 17h.

A reportagem ainda destaca que o deputado federal Osmar Terra (MDB-RS), ex-ministro da Cidadania, é o nome cotado para a chefia do Ministério da Sáude.

Ele almoçou com Bolsonaro e os quatro ministros que despacham do Palácio do Planalto nesta segunda, Walter Braga Netto (Casa Civil), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), Jorge Oliveira (Secretaria-Geral) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional).

FONTE: Bahia Notícias

O Senado aprovou nesta segunda-feira (30) em sessão virtual, por 79 votos votos a zero, o projeto que prevê o repasse de R$ 600 mensais a trabalhadores informais. A aprovação foi motivada pela pandemia do novo coronavírus, e o texto prevê o pagamento por três meses.

A proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados na semana passada segue para a sanção do presidente Jair Bolsonaro. Segundo o projeto, o pagamento do auxílio será limitado a duas pessoas da mesma família.

O projeto do governo previa R$ 200 por mês. No Congresso, os parlamentares aumentaram o valor para R$ 600.

O Senado votará na próxima segunda-feira (30) o pagamento de um auxílio emergencial por três meses, no valor de R$ 600, destinado aos trabalhadores autônomos, informais e sem renda fixa. O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), confirmou a votação para o início da próxima semana em postagem no Twitter.

Alcolumbre está se recuperando após ser diagnosticado com o novo coronavírus. Quem tem presidido as sessões remotas é o vice-presidente, senador Antonio Anastasia (PSD-MG). A sessão está prevista para ocorrer às 16h. Horas antes, pela manhã, os líderes se reunirão, também remotamente, para discutir outras votações prioritárias da semana.

Março deste ano é um mês de muita movimentação nas agremiações partidárias por conta da janela que o sistema eleitoral abre para mandatários trocarem de sigla e também por ser a reta final das filiações para aqueles que buscam um mandato eletivo .

O PT de Condeúba vem se movimentando desde novembro, quando o vereador e presidente da Câmara, Maurilo Guilherme, realizou uma plenária na casa de leis do município e lançou seu nome a pré-candidato a prefeito. Logo em seguida, o ex prefeito Guto que também é do PT lançou seu nome em um evento no distrito de Mandassaia.

De lá para cá, a movimentação de Odílio Silveira, pre-candidato do grupo de situação, ganhou corpo nas redes sociais, tornando-o ainda mais popular nas rodas de conversa por todo o município e pode ter sido o principal fator que causou o recuo das duas candidaturas lançadas pelo Partido dos Trabalhadores, segundo fontes ligadas ao FRC. Buscando agora um terceiro nome e abrindo espaço para companheiros de sigla que já se aproximavam do grupo de situação, o PT terá o desafio de lançar um nome competitivo para o processo de 2020 para não correr o risco de um esvaziamento do grupo e gerar reflexos até para as campanhas de vereador, que serão mais disputadas neste pleito por conta da nova reforma eleitoral que acabou com as coligações partidárias.

Com o apoio do atual prefeito, Silvan Baleeiro, que goza de uma alta popularidade devido ao sucesso do seu governo, Odílio se torna o favorito do processo e sua desenvoltura já repercute em jornais impressos e digitais da região sudoeste.

Até o mês de abril o PT deverá apresentar oficialmente o seu nome para disputa ao paço municipal, período em que se encerram as filiações partidárias para aqueles que desejam disputar um mandato.

A agenda política do grupo de oposição na cidade de Condeúba foi movimentada nessa semana que antecede ao carnaval. A possibilidade de retirada da candidatura do Ex Prefeito Guto (liderança da oposição que obteve o maior números de votos em um pleito) trazida em primeira mão pelo Folha Regional de Condeúba está perto de se confirmar, após uma série de reuniões para definição dos pré-candidatos a vice e a prefeito que representarão o grupo.

Mesmo ainda tendo um grande apoio popular, a rejeição interna ao nome de Guto no grupo político cresceu e fez com que surgisse tanto a possibilidade de uma terceira chapa, como a possibilidade de membros da oposição fazerem uma composição com o pré-candidato da situação, Odílio Silveira. Com o receio de enfraquecer ainda mais a oposição, o ex prefeito Guto se viu sem forças para manter a unidade do grupo, foi voto vencido e foi convencido de que sua candidatura poderia dificultar ainda mais a disputa que se dará no pleito desse ano de 2020.

As conversas entre membros da oposição e o líder político Odílio chegaram a avançar e Silvano até participou por um tempo de um grupo de WhatsApp denominado "Somos Odílio" mas, durante o início da noite dessa quarta-feira (19), o vereador justificou que não poderia mais fazer parte do grupo em decorrência de um outro compromisso já firmado e se despediu. Há uma possibilidade de que esse compromisso seja a participação na chapa da oposição.

Com a desistência da candidatura, Guto provavelmente encerrá a sua carreira política. Além dos interesses do próprio Silvano Santos em encabeçar uma chapa futura na majoritária pelo grupo de oposição, o grupo também apresenta nomes como Maurilo Guilherme que chegou a lançar pré-candidatura e tem interesses em sentar na cadeira máxima do executivo municipal. Essas hipóteses tornam remota uma possibilidade de retorno de Guto para a liderança do grupo em processos futuros.

 

Os contornos do processo eleitoral de 2020 começam a se definir mas, em Condeúba um imbróglio que vem acontecendo dentro do Partido dos Trabalhadores pode inviabilizar a candidatura do ex-prefeito Guto (principal líder do PT na cidade).

O jovem Maurilo Guilherme, também membro do PT e Presidente da Câmara, colocou o seu nome para apreciação no cenário político como pré-candidato a prefeito da oposição e vem reafirmando isso desde o evento que realizou na câmara de vereadores para sacramentar a decisão no dia primeiro de novembro de 2019. Em entrevista a um veículo de comunicação da cidade, o presidente da câmara colocou que a decisão está tomada. “Estou decidido e minha pré candidatura está de pé, estou otimista e preparado, nos próximos quarenta e cinco dias vou pronunciar e se não haver nenhuma definição que impeça minha candidatura, vou oficializa-la, mas levando sempre em consideração a vontade e a harmonia dentro do grupo, estou para contribuir com administração pública de minha cidade de forma transparente e pensando no bem comum”.

Maurilo Guilherme é muito ligado a uma ala do PT que não aceita a pré-candidatura do prefeito Guto e que tem manifestado nos bastidores da política, uma resistência ao nome do ex-prefeito. Além da resistência dentro do próprio partido, Guto enfrenta também dificuldades para emplacar o seu nome também em outras siglas a exemplo do PCdoB, partido da base de oposição.

Observadores do cenário político local apostam também em outra hipótese: Devido a ausência de outros nomes fortes no grupo de oposição para composição da chapa majoritária na posição de vice, Maurilo poderia estar fortalecendo o seu nome para fazer uma composição com o ex-prefeito Guto, embora essa ideia não agradaria a ala que tem resistência ao ex-prefeito e poderia significar perdas políticas ao Presidente da Câmara.

O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deixou a prisão em Curitiba após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta sexta-feira (8).

Ele – que estava preso desde 7 de abril de 2018 na Superintendência da Polícia Federal (PF) – saiu do local por volta das 17h40 e fez um discurso no qual agradeceu a militantes que ficaram em vigília por 580 dias e fez críticas ao que chamou de "lado podre do Estado brasileiro, da Justiça, do Ministério Público, da Polícia Federal e da Receita Federal".

Condenado em duas instâncias no caso do tríplex no Guarujá, no âmbito da Operação Lava Jato, Lula cumpria pena de 8 anos, 10 meses e 20 dias. Agora, o juiz Danilo Pereira Jr. autorizou que Lula recorra em liberdade.

FONTE: G1

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