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Quinta, 24 Maio 2018
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Uma aeronave de caça caiu na manhã desta quinta-feira (24) em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. A fumaça preta decorrente da queda pôde ser vista de várias partes do bairro. Segundo a FAB, os pilotos acionaram o dispositivo de segurança e foram ejetados.

Muitos que testemunharam o acidente entraram na área de mata para auxiliar no resgate. Um dos tripulantes sofreu escoriações no rosto.

O avião, modelo F-5F, decolara da Base Aérea de Santa Cruz e caiu em área de mata às 7h40. A Força Aérea Brasileira informa que a aeronave sofreu pane. Os dois pilotos envolvidos no acidente saíram ilesos. Ambos já foram resgatados e levados para o hospital da FAB.

 

O juiz federal Sergio Moro mandou prender, na tarde desta quarta-feira, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, o operador Enivaldo Quadrado, o economista Luiz Carlos Casante, o empresário Natalino Bertin e o empresário Ronan Maria Pinto. No despacho, ele determinou a ida dos presos para o Complexo Médico Penal em Piraquara, ala reservada aos presos da Operação Lava Jato.

Antes, também nesta quarta-feira, o Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF4) havia negado os embargos de declaração do ex-tesoureiro e dos demais réus. Ao final do voto, o desembargador João Pedro Gebran Neto, relator, determinou “o início do cumprimento das penas por estarem esgotados os recursos em segundo grau”.

De acordo com a Veja, Delúbio já havia sido condenado no escândalo no mensalão. O ex-tesoureiro pegou seis anos e oito meses de prisão no regime semiaberto por corrupção ativa e foi preso em novembro de 2013. Menos de um ano depois, em setembro de 2014, ele passou para o regime aberto. O processo é um desdobramento do polêmico empréstimo de 12 milhões de reais tomado pelo pecuarista José Carlos Bumlai junto ao Banco Schahin, em outubro de 2004. O dinheiro era destinado ao PT, segundo a força-tarefa da Lava Jato.

O presidente da Associação Brasileira de Caminhoneiros (Abcam), José da Fonseca Lopes, afirmou que a paralisação dos caminhoneiros somente será suspensa se o Senado Federal aprovar o projeto que elimina a cobrança de PIS/Cofins sobre o diesel até o fim ao ano e o presidente Michel Temer sancionar o projeto e publicá-lo no Diário Oficial da União.

"Se na reunião de hoje, às 14h, o ministro (Eliseu) Padilha (da Casa Civil) e os ministros participantes anunciarem está aqui, o presidente assinou, aí o movimento é suspenso. Não é só do óleo diesel que tem que tirar PIS/Cofins. Tem que tirar dos combustíveis. É o que nós esperamos hoje", afirmou o presidente à CBN. A previsão dele é que a situação apenas seja normalizada em uma semana, ou mais. A proposta do PIS/Cofins foi aprovada nesta quarta (23) pela Câmara dos Deputados. O objetivo é reduzir o custo do litro do combustível e conter a paralisação nacional, que entrou em seu quarto dia, nesta quinta-feira (24).

A categoria ainda pleiteia que a Petrobras abandone a política de reajuste dos combustíveis, que resulta em aumentos quase diários. "Esses reajustes têm que ser feitos, no mínimo, em 60 dias. No máximo, em 90, para a gente se programar. O caminhoneiro sai do Rio Grande do Sul, abastece e paga R$ 5. Leva dois, três para chegar. No outro dia, paga R$ 5,30. No outro, R$ 5,50. Isso não pode acontecer. Tem que haver programação para que a gente não tenha prejuízo", afirmou Fonseca.

 

A Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) divulgou na manhã desta quinta-feira (24) um balanço da paralisação, movimento realizado em todo o Brasil. De acordo com o Estadão, a entidade divulgou que são 330 pontos de rodovias interditadas pelo movimento de paralisação dos caminhoneiros em 23 Estados.

Apenas Amazonas, Acre, Amapá e Rio Grande do Sul não têm estradas interrompidas nesta quinta. Os estados com mais trechos interrompidos são os de grandes produtores agrícolas. São eles: Paraná (45 pontos), Minas Gerais (42 pontos), Santa Catarina (37), Mato Grosso do Sul (31), Goiás (25) e Mato Grosso (23).

 

A crise de abastecimento em decorrência da greve dos caminhoneiros afeta todo o país e nos municípios da região de Condeúba e Cordeiros não é diferente. Em Condeúba, há apenas um posto com estoque de Álcool mas em seus últimos litros, gasolina e diesel já não se encontra em nenhuma das duas cidades. No Rio de Janeiro, São Paulo e Recife os coletivos estão circulando com frota reduzida.

A incerteza sobre a finalização do movimento grevista fez com que os veículos formassem grandes filas para adquirirem ss últimos litros de combustíveis restantes nos postos. Situação totalmente atípica nesses municípios.

Além dos combustíveis, o movimento grevista tem gerado problemas para abastecimento de todo a cadeia produtiva. Mercados, feiras e até farmácias têm problemas com a reposição dos estoques para atender à população por todo o Brasil.

Foram registradas manifestações de caminhoneiros em 24 estados, na terça-feira (22), com 384 pontos de rodovias bloqueados no início do dia que foram aumentando. Na segunda-feira (21), foram 188. Segundo a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), foram 160 no Sul, 105 no Sudeste, 51 no Nordeste, 56 no Centro-Oeste e 12, no Norte. Em três dias, as manifestações resultaram em uma morte, um atropelamento, brigas entre motoristas e veículos danificados.

 

Manhã de quarta-feira (23) sem ônibus, por conta da greve geral, e com manifestações em rodovias baianas. Os caminhoneiros fecharam por volta das 10h30 a BR-324 sentido Salvador e Feira de Santana. Eles estão em campanha contra o aumento da gasolina.  

Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF) houve manifestação em várias BRs Em Ipiaú, na BR 330, Itatim, no km 520 da BR 116, Senhor do Bonfim, KM 131 BR 407, Capim Grosso, KM 230 BR 407,Itabuna, no km 507 da BR 101, em Gandu/BA, na BR 101, km 361, Vitória da Conquista, KM 814 da BR 116, dentre outras BRs. 

Manhã de quarta-feira (23) sem ônibus, por conta da greve geral, e com manifestações em rodovias baianas. Os caminhoneiros fecharam por volta das 10h30 a BR-324 sentido Salvador e Feira de Santana. Eles estão em campanha contra o aumento da gasolina.  

Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF) houve manifestação em várias BRs Em Ipiaú, na BR 330, Itatim, no km 520 da BR 116, Senhor do Bonfim, KM 131 BR 407, Capim Grosso, KM 230 BR 407,Itabuna, no km 507 da BR 101, em Gandu/BA, na BR 101, km 361, Vitória da Conquista, KM 814 da BR 116, dentre outras BRs. 

A cidade de Brumado está sem combustíveis e sem gás de cozinha nos postos de revenda, nesta quarta-feira (23). Segundo apurou o site Achei Sudoeste, com a paralisação dos caminhoneiros que bloqueiam várias rodovias federais e estaduais em diversas partes do Brasil, em protesto contra os altos preços dos combustíveis, vários suprimentos e serviços já começaram a faltar ou ficar escassos em algumas localidades.

Com a notícia que logo se espalhou nas redes sociais, na tarde de terça-feira (22), consumidores do município de Brumado correram para os postos de combustíveis para garantirem o abastecimento dos seus veículos, o que provocou imensas filas. Por volta de 21h, não havia mais nenhum combustível na cidade. Alguns postos deixaram uma pequena reserva para abastecimento de emergência dos serviços essenciais, como viaturas da polícia e ambulâncias.

O mesmo aconteceu com o gás de cozinha: as últimas botijas cheias em alguns postos de revenda terminaram na manhã de hoje (23). Enquanto isso, as manifestações dos caminhoneiros seguem ganhando mais adeptos na rótula de entroncamento da BA-262 com a BR-030.

Sem um acerto entre Petrobrás, governo e manifestantes, não há previsão para o reabastecimento dos combustíveis na cidade. O temor de alguns populares agora é com a possível falta de produtos alimentícios, já que não está sendo permitida a entrada de mercadorias na cidade.

 

O preço do litro da gasolina ‘inchou’ em Vitória da Conquista, a 150 km de Condeúba. Devido aos protestos dos caminhoneiros e que impedem o abastecimento em todo o país. Em ruas próximas aos postos de combustíveis longas filas se formaram.

A cidade simplesmente ‘travou’. Em alguns postos o valor do litro da gasolina chega a R$5,50, revoltando ainda mais motoristas e motociclistas. De acordo com o Blog do Rodrigo Ferraz, ainda não se sabe até quando os protestos vão continuar. Na BR-116 caminhoneiros estão de plantão e só permitem a passagem de carros de passeio, ônibus e ambulâncias.

 

 Os policiais civis estão à procura do tucano em vários endereços de Belo Horizonte desde as 6h desta quarta-feira.
 
De acordo com o delegado Carlos Capistrano, desde o início da manhã a Polícia Civil não está conseguindo contato com os advogados do tucano.  A expectativa é que Azeredo se entregue à polícia ainda nesta manhã. 

O mandado de prisão foi expedido após os desembargadores da 5ª Câmara Criminal negaram o último recurso apresentado pela defesa para tentar reverter a condenação a 20 anos e um mês de prisão no caso do mensalão mineiro. 

Eduardo Azeredo foi condenado sob a acusação de ter desviado R$ 3,5 milhões para a campanha eleitoral de 1998, quando foi derrotado por Itamar Franco na disputa pela reeleição. O dinheiro seria destinado para o patrocínio do Iron Biker, Supercross e Enduro da Independência - todos eventos esportivos. 

afirma o procurador na ação. A divisão dos frutos da lavoura cacaueira era realizada de maneira desproporcional, ficando a maior parte da colheita (55%) com o empregador. Além disso, as vítimas eram proibidas de vender livremente a parte que lhes cabia, sendo obrigadas a negociar exclusivamente com o comprador indicado pelos denunciados, ainda que por valores abaixo do mercado.

O salário das vítimas era em média R$ 350,00 por mês, e eles chegavam a ficar sem remuneração quando não havia colheita do cacau, embora continuassem trabalhando na manutenção da área. Uma vez por semana, elas eram obrigadas a prestar serviços “gratuitos” na área exclusiva do proprietário, para pagamento da energia elétrica de suas residências, apesar do baixo valor das contas - cerca de R$ 25,00 por mês. Além disso, os trabalhadores nunca tiveram o vínculo registrado na carteira de trabalho e as despesas com os equipamentos de proteção individual e ferramentas para o trabalho eram custeadas por eles mesmos.

O MPF requer a condenação de Gilson Muniz Dias, Antônio Fernando de Jesus Silva, Ivan Carlos de Almeida Maia e Antônio Marcos Brito Miguel pelo crime de redução a condição análoga à de escravo, previsto no art. 149 do Código Penal (CP).