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Quinta, 19 Abril 2018
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O ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou o sindicado onde estava desde que o juiz federal Sérgio Moro decretou à sua prisão com base na condenação do caso do Triplex. Uma primeira tentativa de deixar a área em um veículo juntamente com seu advogado foi frustrada pelos manifestantes que impediram a sua saída.

Após alguns minutos, ele saiu à pé do prédio do sindicado dos metalúrgicos e entrou em um outro imóvel que dá acesso a rua rua onde não tinha concentração de pessoas. Ao sair do segundo imóvel, o Presidente entrou em um veículo descaracterizado da Polícia Federal e agora segue em comboio pela avenida Anchieta, provavelmente para o aeroporto de Guarulhos.

A qualquer momento mais informações.

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta sexta-feira (9) a 49ª fase da Lava Jato, Buona Fortuna. A ação mira o pagamento de propina a agentes públicos e políticos por parte de empreiteiras interessadas nos contratos de construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. São cumpridos nove mandados de busca e apreensão em Curitiba, Guarujá, Jundiaí e São Paulo. OS mandados foram expedidos pelo Juízo Titular da 13ª Vara Federal de Curitiba.

Uma campanha arrecada milhões para salvar um menininho. Mas os gastos dos pais dele levantaram suspeitas e o dinheiro agora está bloqueado pela Justiça.

Para manter o bebê Jonatas vivo, a família descobriu que precisava de pelo menos de R$ 3 milhões. Muito dinheiro, principalmente para um casal jovem, de origem humilde. O caminho foi pedir ajuda nas redes sociais. Jonatas sofre do tipo mais grave de uma doença genética rara conhecida como AME, Atrofia Muscular Espinhal. Ela afeta o sistema nervoso e aos poucos reduz os movimentos do corpo.

Em menos de três meses a campanha atingiu a meta de R$ 3 milhões. Em setembro do ano passado as doações chegaram a quase quatro milhões de reais. Foi a última vez que Renato e Aline, pais de Jonatas, declararam o valor total arrecadado nesta campanha.

A polêmica esquentou no mês passado, depois que Aline e Renato publicaram fotos de uma viagem de réveillon para Fernando de Noronha.

O Ministério Público pediu o bloqueio das contas do casal. O juiz acatou o pedido, bloqueou todo o dinheiro que encontrou em nome de Aline e Renato. A Polícia Civil investiga o caso. A suspeita é de crime de apropriação de rendimentos de pessoa com deficiência.

O governo federal decidiu na madrugada desta sexta-feira (16) fazer uma intervenção na Segurança Pública do Rio de Janeiro e o decreto que autoriza a medida deverá ser assinado ainda nesta sexta. Segundo informações do jornal O Globo, com a alteração, as polícias Civil e Militar e o Corpo de Bombeiros passarão a ser administrados pelo Comando Militar do Leste (CML), chefiados pelo general Walter Souza Braga Netto. O interventor ficará a cargo da tomada de decisões e da execução de medidas de combate ao crime organizado no estado.

Braga Netto assumiu o CML em setembro de 2016, logo após os Jogos Olímpicos Rio 2016, na qual atuou como Coordenador Geral da Assessoria Especial para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, elogiou sua atuação na época. O general também atuou entre as lideranças da ação realizada no Espírito Santo, em fevereiro de 2017, com a participação das Forças Armadas, para reforço na segurança dos municípios do estado em decorrência de um aumento da violência – policiais militares deixaram as ruas em motim, com familiares acampados em frente aos batalhões.

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, o decreto deve transferir o comando da segurança pública do estado às Forças Armadas até dezembro deste ano. O decreto que será assinado nesta sexta-feira (16) ainda precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional.

Compareceram à reunião da madrugada os ministros Raul Jungmann (Defesa), Sérgio Etchegoyen (Gabinete de Segurança Institucional), Henrique Meirelles (Fazenda), Dyogo Oliveira (Planejamento), e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência), além do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, e do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Essa será a primeira intervenção do tipo desde a aprovação da Constituição de 1988.

Cerca de uma tonelada de drogas, além de cinco fuzis e farta munição foram apreendidos depois de uma perseguição policial cinematográfica. Policiais rodoviários federais perseguiram um veículo suspeito desde o interior paulista até o Sul fluminense.

Os criminosos conseguiram fugir depois de abandonarem o carro com o material ilegal. De acordo com a PRF, no começo da noite desta quinta-feira (11), durante uma operação de combate ao crime na Via Dutra na região de Lavrinhas, em São Paulo, foi dada ordem de parada a um veículo Fiat/Toro de cor preta, com placas de Mendonça/SP.

O condutor desobedeceu a ordem dos agentes e seguiu em alta velocidade pela Via Dutra em direção ao Rio. Foram 48 quilômetros de intensa perseguição policial. Ao longo do trajeto, segundo a PRF, o veículo em fuga provocou pequenos acidentes, colidindo contra veículos de passeio e até mesmo um caminhão que transitavam pela rodovia. Segundo a PRF, toda a caçamba e o banco traseiro do veículo estavam ocupados com maconha e armas de grosso calibre.

A droga apreendida pesou 923 kg. As cinco armas eram um fuzil HK, calibre 5,56 mm, três fuzis G3, calibre 7,62 mm, e um fuzil FAL, calibre 7,62 mm. Também foram apreendidos 100 cartuchos calibre .380 e outros 50 cartuchos calibre .44.

Uma auditoria da Controladoria-geral da União (CGU) localizou 346 mil cadastros fraudados no Programa Bolsa Família. Segundo o relatório divulgado nesta quinta-feira (4), mais de 2,5 milhões de famílias recebiam o benefício mesmo com indícios de “inconsistência cadastral”, o que teria gerado prejuízo de R$ 1,3 bilhão aos cofres públicos em pagamentos irregulares. O Bolsa Família foi criado em 2003, na gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para atender famílias em condições de extrema pobreza. Apenas famílias com renda de até R$ 170 por pessoa tinham direito benefício.

De acordo com a Veja, essa auditoria da CGU identificou 5,2 mil famílias que tinham renda maior do que dois salários mínimos (R$ 1.874) e, mesmo assim, recebiam a bolsa. No documento, o órgão afirma que, se as fraudes forem comprovadas, as famílias estarão sujeitas a “sanções legais, tais como devolução de valor, impossibilidade de retornar ao programa por um ano, sem prejuízo da responsabilização criminal”.

“O Ministério de Desenvolvimento Social aplicou o bloqueio dos benefícios para os casos em que as famílias tiveram renda per capita inconsistente”, diz a pasta. A CGU recomendou também na auditoria que o controle de cadastro de famílias ao Programa Bolsa Família seja aperfeiçoado pelo Ministério de Desenvolvimento Social.

Policiais militares foram mobilizados na madrugada deste domingo (3) para conter um caminhão do Corpo de Bombeiros que acessou a Esplanada dos Ministérios em alta velocidade. Segundo a Agência Brasil, o veículo foi roubado por volta da 1h30, do 8º Grupamento de Bombeiro Militar, em Ceilândia Norte, a cerca de 30 quilômetros do Eixo Monumental, por um sargento da corporação que não teve o nome revelado.

A motivação do furto não foi esclarecida. A assessoria da Polícia Militar (PM) informou que viaturas da Patrulha Tático Móvel e da Ronda Tático Motorizada chegaram a disparar tiros para interromper o curso do caminhão, que, após rodar cerca de meia hora, chegava à Praça dos Três Poderes pela Via S1.

O sargento foi encaminhado ao quartel de origem, onde recebeu voz de prisão. De acordo com a PM, ninguém ficou ferido. Procurados, a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal e o Corpo de Bombeiros não se manifestaram até a publicação desta matéria.

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por dois votos a um, negar o pedido de liberdade feito pelo ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB). Cunha foi condenado pelo juiz Sérgio Moro, na operação Lava Jato, a 15 anos e quatro meses de prisão.

De acordo com a Folha de S. Paulo, mesmo se Cunha conseguisse o habeas corpus, ele continuaria detido porque é alvo de outros mandados de prisão. O relator da Lava Jato no STF, ministro Edson Fachin afirmou que o tempo que Cunha está em prisão preventiva "decorre da gravidade concreta dos fatos imputados ao recorrente e que evidenciam sua especial periculosidade".