Login to your account

Username *
Password *
Remember Me
Sábado, 30 Maio 2020
Parcialmente Nublado

14°C

Condeúba

Parcialmente Nublado

Umidade: 93%

Vento: 7 km/h

Domingo, 23 Abril 2017

O deputado estadual Pedro Tavares, líder do PMDB/PSC na Assembleia Legislativa da Bahia, solicitou ao governo estadual a instalação de um Ponto Cidadão na cidade de Barra, localizada no Vale São-Franciscano.

No documento de Indicação, o parlamentar justifica o pedido dada a importância do atendimento do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC), onde os moradores poderão utilizar serviços de inscrição no Cadastro de Pessoa Física, emissão de antecedentes criminais, emissão de carteiras de trabalho e de identidade, atendimentos do CEPREV e intermediação de mão de obra e solicitação de seguro desemprego.

De acordo com Tavares, o Ponto Cidadão traz benefícios importantes para o desenvolvimento do município, com quase 50 mil habitantes, uma vez que há centralização dos serviços de atendimento básico em um só lugar.

“A população de Barra e adjacências sofre com uma espera de 15 dias ou mais para emissão de um RG. Em média, existe uma procura de 400 pessoas ao mês. O Ponto Cidadão vai levar alívio aos que precisam da confecção de documentos de uma forma mais célere”, justifica o peemedebista.

Publicado em Bahia

BN
O economista Eduardo Giannetti da Fonseca diz que os impactos da Operação Lava Jato, que apura corrupção na Petrobras, podem ter efeitos negativos sobre a economia brasileira, que esboça uma reação, mas afirma que as investigações em curso não deram origem à atual recessão pela qual o Brasil passa.

Em entrevista ao Estadão, Giannetti diz que a má condução do governo Dilma Rousseff, com políticas equivocadas, colocou o Brasil nesta profunda crise, gerando a alta taxa de desemprego.

Em levantamento feito pelo jornal mostra que as principais empresas envolvidas na Lava Jato demitiram quase 600 mil pessoas. Ao ser indagado se novas delações poderão piorar esse cenário, o economista diz que "o impacto (negativo) indireto sobre o emprego é ainda maior. Afeta toda cadeia, desde os fornecedores até o consumo que deixa de ser feito porque a atividade não aconteceu".

Ele ressalva, no entanto, que é um erro de análise atribuir a atual crise econômica e o desemprego à Lava Jato. "Estaríamos em crise e com alta taxa desemprego, independentemente da Lava Jato.

Não foi a operação que criou esse problema. Ela ajudou a agravar, uma vez que as decisões tomadas no âmbito da corrupção que a operação está revelando foram péssimos investimentos. Um exemplo é a refinaria Abreu e Lima. Foram gastos dezenas de milhões de reais e nenhum real de retorno. A Lava Jato não causou a crise econômica".

Giannetti historia o processo que culminou no recdrudecimento da crise econômica. Ele irou nso governos Lula e Dilma. "O quadro (econômico) começou a se deteriorar no segundo mandato do governo Lula, após a saída de Palocci (ex-ministro Antônio Palocci).

O cenário se agravou e gerou a crise que estamos vivendo no primeiro mandato do governo Dilma, com a adoção da chamada nova matriz macroeconômica e com os erros de políticas microeconômicas nas áreas de energia elétrica, de petróleo e gás, das concessões, do uso do BNDES para favorecer parceiros. Acredito que a corrupção gere muito mais indignação porque é um desvio de responsabilidade moral".

Publicado em Economia

A agência do Banco do Brasil do município de Mairi, no interior da Bahia, ficou destruída após ser explodida por um grupo de criminosos na madrugada desta segunda-feira (24), de acordo com a Polícia Civil. Parte do teto caiu, portas de vidro e paredes foram destruídas. Ainda não há informações sobre o que foi levado.

Ninguém ficou ferido. Segundo a polícia, o ataque ocorreu por volta de 1h40 desta segunda-feira. Os criminosos ainda atiraram para cima durante a ação, mas ninguém foi atingido apos os disparos. Os bandidos fugiram após a ação pela BA-130. Segundo a polícia, eles abordaram uma van que transportava pacientes, levaram dois deles reféns e abandonaram o veículo atravessado na pista.

Em seguida, os reféns foram liberados. De acordo com o G1, guarnições da 91ª CIPM foram acionadas e seguiram em diligência, mas até a manhã desta segunda-feira, ninguém foi preso. A perícia técnica foi acionada. De acordo com o Sindicato dos Bancários, foram registrados 30 ataques a banco na Bahia neste ano, até esta segunda-feira (24).

 

Publicado em Bahia

O prazo para a entrega das declarações do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2017 terminam nesta sexta-feira (28). Até a última quinta-feira (20), 48% dos 28,3 milhões de contribuintes do país não haviam emitido o documento à Receita Federal, de acordo com dados do órgão citados pelo Estadão. A declaração é obrigatória para quem recebeu rendimentos superiores a R$ 28.559,70 em 2016. Os contribuintes que perderem o prazo estão sujeitos a multa mínima de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido.

Publicado em Economia

O Exército Brasileiro foi procurado por parlamentares de esquerda sobre a possibilidade de implantar um estado de defesa antes do impeachment de Dilma Rousseff. Foi o que contou o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, durante entrevista dada para a revista Veja.

De acordo com Villas Bôas, a instituição foi sondada para decretar o estado de defesa nos dias anteriores ao impeachment. O exército possui uma assessoria parlamentar no Congresso que foi sondada por políticos de esquerda.

O exército, dentre outros poderes, poderia ser empregado para conter as manifestações que ocorriam contra a então presidente Dilma Rousseff. O Ministério da Defesa teria realizado uma planilha com os possíveis cenários caso o estado fosse decretado e quais seriam as consequências de cada um.

“Foi [um documento] feito no Ministério da Defesa e ficou lá. Todos com quem eu tratei desse assunto tiveram a mesma compreensão que eu - de que era totalmente descabida e perigosa a decretação do estado de defesa”, afirmou o general.

O comandante do Exército afirmou que a instituição agiu sendo “um protagonista silencioso”, tendo como base três pilares: a estabilidade, a legalidade e a legitimidade. “Tínhamos de preservar uma imagem de isenção e imparcialidade porque, caso fôssemos empregados, não poderíamos ser identificados como tendentes a um ou outro lado”, afirmou Villas Bôas.

O estado de defesa é decretado pela presidência da República em caso de “grave instabilidade institucional” e busca a preservação ou reestabelecimento da ordem pública e da paz social. O estado tem a duração total de 30 dias, que são prorrogáveis.

Caso o estado fosse decretado, alguns direitos dos cidadãos são suspensos, como o sigilo de correspondência, de comunicação telegráfica e telefônica e o direito de reunião. Determinados prédios públicos também poderiam vir a ser desapropriados para atender desabrigados.

Publicado em Brasil
X

Proteção de Conteúdo

Conteúdo protegido por direitos autorais. Para obter autorização de reprodução, envie um e-mail para [email protected]