Login to your account

Username *
Password *
Remember Me
Sexta, 21 Fevereiro 2020
Parcialmente Nublado

25°C

Condeúba

Parcialmente Nublado

Umidade: 71%

Vento: 4 km/h

×

Atenção

JUser: :_load: Não foi possível carregar usuário com ID: 42

A pressão das manifestações populares das últimas semanas, em todo o país, resultou hoje (25) na derrubada da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 37, que limitava os poderes de investigação do Ministério Público.
Aprovada na Comissão de Constituição e Justiça e na comissão especial que analisou o mérito, a proposta foi rejeitada por 430 votos a favor, 9 contrários e 2 abstenções. Com a rejeição, a PEC vai ao arquivo.


Logo após a rejeição da PEC, as centenas de pessoas que acompanharam a sessão das galerias da Câmara, cantaram um trecho do Hino Nacional. Os manifestantes, em sua maioria representantes do Ministério Público e agentes da Polícia Federal, aplaudiram todos os encaminhamentos favoráveis à rejeição da proposta.


A derrubada da PEC 37 era uma das principais bandeiras dos movimentos populares que têm tomado às ruas de várias cidades brasileiras e do exterior. Por definir que o poder de investigação criminal seria restrito às policias Federal e Civil, a proposta foi considerada como "PEC da impunidade".


Por duas vezes, o presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), apelou para que a rejeição fosse unânime a fim de que a Casa ficasse em sintonia com o clamor das ruas. Autor da PEC, o deputado Lourival Mendes (PTdoB-MA) foi o único a defender a aprovação da proposta. Segundo ele, "um erro de percurso", em referência às manifestações, fez com que a PEC fosse considerada "nefasta".
Fonte: Agência Brasil

Foto ProtestosO Partido dos Trabalhadores vislumbrou uma estratégia para blindar os governos petistas. Por decisão do presidente nacional da legenda, Rui Falcão, a ordem de comando é a convocação dos seus militantes para se infiltrarem e participar das passeatas e manifestações Brasil a fora. É visível a estratégia do comando do partido: impedir que o movimento ganhe uma conotação que vá de encontro a seus líderes, de maneira que não haja prejuízo para a imagem da presidente Dilma e que não dificulte a sua campanha à reeleição, precipitada por Lula, que permanece entocado em São Bernardo, pelo que se presume. O movimento dos jovens é apartidário e, sob este aspecto, ganhou força e até elogios no exterior.

A infiltração petista nas manifestações irá maculá-la com as suas bandeiras e palavras de ordem, quebrando a isenção dos jovens que querem, agora, o que o PT não conseguiu dar, pelo contrário, participou, através dos mensaleiros e de outras figuras mais: combater a corrupção. O movimento contra o aumento das passagens dos coletivos urbanos ficou para trás. Os meninos e as meninas, sem bandeiras de partidos, venceram. Querem mais: diminuir a desigualdade social, combate efetivo à inflação, saúde pública e educação compatíveis com as necessidades do País. S

ão essas as novas bandeiras que sustentarão o movimento. O despertar democrático da juventude brasileira,  não quer mais apenas futebol, não necessita da intromissão de partidos políticos, seja o PT, o DEM, o PMDB ou PMDB, para não citar um rosário deles. Portanto, o que comando petista pretende, imiscuindo-se nas manifestações, é golpeá-las de modo a não lhe causar prejuízos eleitorais.

Fonte: Bahia notícias

Prováveis candidatos de oposição na disputa presidencial do ano que vem, os presidentes do PSDB, senador Aécio Neves, do PSB, Eduardo Campos, e a ex-ministra Marina Silva uniram esforços contra um adversário comum, o PT. E vêm conversando sobre uma estratégia única de atuação desde que a Câmara votou e aprovou em regime de urgência, em abril, o projeto de lei que cria obstáculos ao acesso de novos partidos ao Fundo Partidário e ao tempo de propaganda política na TV. De acordo com informações de auxiliares dos três, eles têm trocado telefonemas pelo menos uma vez por semana. Falam da necessidade de manter a união entre si, fixando-se principalmente no combate à proposta que cria a dificuldade para criar novos partidos.

A ideia é atrasar a votação no Senado até outubro, quando a lei, mesmo aprovada, não valeria para 2014. "Pensaram que iam nos dividir. Mas nós nos unimos", disse à reportagem o senador Aécio Neves, que se encontrará na segunda-feira (24) com Eduardo Campos, no Recife. A reunião entre os dois está sendo comemorada como um marco nas relações entre os prováveis candidatos, pois ocorrerá no Palácio das Princesas, sede do governo de Pernambuco.

Fonte: Bahia Notícias

Isto mesmo, R$ 0,20 centavos de aumento nas passagens de transportes coletivos de São Paulo que já custa R$ 3,00. Só isto foi a gota d’água para entornar um turbilhão de vasilhas cheias, não de água, mas de problemas, que ao longo dos anos vem sendo posto goela abaixo do povo pelos administradores deste Pais.

As ruas voltaram a questionar através do povo no dia 13 de junho de 2013 em São Paulo, e depois espalhou rapidamente para o País inteiro, como se fosse um incêndio de combustível. Esta é a urna maior, quando ela fala os governantes se balançam todos no Poder, por que aí vem “chumbo grosso”.


Tudo começou pelas redes sociais, onde eram passados e repassados muitos e-mails até tido por alguns como airosos, e um dos assuntos mais comentado ao longo do tempo, foi o lendário caso do “mensalão”.


Talvez não pela montanha de dinheiro roubado pelos quadrilheiros do “mensalão”, mas pela forma com que os processos foram julgados pela instancia maior da Justiça que é o STF – Superior Tribunal Federal, de forma clara e cristalina, rigorosamente dentro da Lei, dando todos os direitos às partes para se defenderem até o julgamento final.


Foi mais um grande exemplo dado pela democracia deste País, todo mundo pode assistir através dos meios de comunicações, o andamento dos processos de réu por réu. Aí sai as sentenças e todos claro, que participaram comprovadamente deste triste episódio do “mensalão”, foram rigorosamente condenados ao repil da Lei. Isto ocorreu no fim de dezembro de 2012, nós já estamos em 19 de junho de 2013, por tanto já se passaram seis meses e ninguém ainda começou a pagar suas duras penas impostas pelo STF.


O caso “mensalão” entrou num “stand by”, ou compasso de espera, que deixou todo mundo assustado e perguntando a esmo, será que é verdade que ninguém dos condenados do “mensalão” irá para a cadeia?


Pela ordem vieram muitos e muitos escândalos de desvio de dinheiro público, como foi o caso dos irmãos Vieira, dos 8 ou 9 Ministros de Estado que a Presidente Dilma teve que demiti-los por desvio de dinheiro público, o caso de Carlinhos “Cachoeira” envolvido com um monte de políticos em lavagem de dinheiro público.


A inflação que vem subindo a índices não mais aceitáveis e sendo camuflada pelo Governo, para não repassar o aumento da inflação aos trabalhadores, com isto tem alguém levando vantagem em cima do povo.


Eis que surge a disputa da copa do mundo no Brasil, a FIFA exige que seja construídos novos estádios de futebol a nível de outros já construídos em Países de primeiro mundo a longo prazo. Desta feita o Governo do Brasil teve que botar a mão nas reservas e gastar rios de dinheiro publico para construir esses estádios em tempo recorde, deixando o País atolado numa dívida interna impagável.


Chegou o dia da abertura dos jogos das Confederações, a Presidente Dilma praticamente foi impedida de falar pelas sonoras vais entoada pelos torcedores que estavam na reabertura do Estádio “Mané Garrincha” em Brasília, quando jogou as seleções do Brasil e Japão.


Vão eleições e vêm eleições, e sempre elegendo pessoas que mentem descaradamente ou compra votos para chegar ao poder e depois de eleitos não conseguem cumprir as mirabolantes promessas de campanha, aí vem às desilusões do povão, o resultado é este que está ocorrendo de norte a sul do Brasil.


A Presidente Dilma deu um depoimento ontem pela imprensa e disse que o povo já não agüenta mais a corrupção que existe no País entre outras coisas. E daí, isto é o bastante para responder tantos questionamentos já elencados acima? Ou será que a Presidente Dilma quer mais 4 anos de mandato para dizer que vai resolver tudo?

Por Ferraz de Brito

999534 388632151249059 416185533 n1Estado de exceção. Câmeras de segurança nas ruas, desligadas. Rádio narrava os acontecimentos, suspensa “por solicitação” da FIFA. Ora, após três décadas de reticência, o Brasil pareceu dar-se conta da sua real situação.

A mídia, burra, numa figura caricata, declarara que não havia motivo para tal. Apenas vinte centavos, dissera. Ledo engano, um posicionamento triste. Estupidez essa que tiraria do reino de Morfeu, um gigante.

A realidade corrente traz à memória os horrores de 64. Juventude motivada nos largos e praças, não somente pela desgraça alheia, mas pela inquietude própria da sua alçada.

O mundo grita. Porque aqui haveria de ser diferente? Grita-se aqui por um mínimo de sanidade.
Assistiu-se, durante quase trinta anos, o espraiamento da displicência, da violência, da precarização, em TODOS os âmbitos. E no auge desse caos coordenado, um projeto de emenda constitucional que legaliza uma impunidade social e culturalmente enraizada.

Não são mais caras pintadas na rua. São caras dadas à tapa, balas de borracha, bombas de efeito moral, matilhas de cães e tropas que não são treinadas para diferenciar a segurança pública de segurança humana.

Vítimas. Vítimas dos dois lados. Vítimas a gritar, vítimas a perpetuar a opressão d'um sistema arcaico. Bambo, em pernas cambaleantes, mas que se nega a sucumbir e dar espaço ao novo.

É com grande alegria que se pode dizer: A criança política de 191 anos finalmente se levantou. Do “berço esplêndido” para a “luta”. O que outrora era motivo de descaso, agora gera revolta, ânsia, barulho. O movimento tomou as ruas, as casas, e a maior de todas as casas, uma que há muito não era habitada: O Congresso Nacional.

É o adolescer de uma Nação, agora, irrequieta. Faça-se, uma vez mais, na terra brasilis, a história.

A presidente da República, Dilma Rousseff (PT), foi vaiada em rápida aparição no Estádio Nacional Mané Garrincha antes da partida entre Brasil e Japão, neste sábado (15), na estreia na Copa das Confederações. A presença dela foi anunciada pelo sistema de som logo depois que os jogadores das duas seleções entraram em campo. Ao lado dela, Joseph Blatter, presidente da Fifa, também foi alvo das manifestações da torcida.

O suíço fez um breve discurso, no qual se disse muito feliz e chamou os torcedores de “amigos do futebol”. Quando se referiu a Dilma, o estádio inteiro vaiou, a ponto de Blatter cobrar respeito do público. - Amigos do futebol brasileiro, onde estão o respeito e o fair-play, por favor?. As informações são do G1.

O programa exibe reportagem sobre a decisão do Ministério da Saúde em trazer médicos estrangeiros para o Brasil. O objetivo é suprir a falta de profissionais em áreas mais distantes e diminuir a carência em ações básicas, estimada em até dez mil profissionais.

A equipe do “TV Folha” foi ao Amapá, um dos Estados pior atendidos no país, para mostrar não apenas a falta de médicos, mas a total falta de estrutura para que eles possam trabalhar.

Fonte: Folha de São Paulo
Com informações do ddez.com.br

 

 

ImageProxyJacob Gorender, um dos mais reputados intelectuais militantes da esquerda brasileira, morreu nesta terça-feira (11) aos 90 anos. A sua trajetória inclui tanto obras importantes, como "O escravismo colonial", quanto a atuação em organizações de esquerda, chegando a membro do Comitê Central do Partido Comunista Brasileiro (PCB).


Gorender nasceu em Salvador (BA) em 20 de janeiro de 1923, filho de imigrantes judeus russos. Em 1941, entrou para a Faculdade de Direito de Salvador, época em que se aproxima do PCB.
O período de estudante durou pouco: em 1943, ele se voluntaria para a Força Expedicionária Brasileira (FEB) e embarca para a Segunda Guerra Mundial. Volta da Europa em 1945, quando retoma a militância comunista.


Com o golpe de 1964, passa à clandestinidade. A sua obra mais conhecida é "Combate nas Trevas", considerada referência sobre a luta armada durante a ditadura militar, é baseada nessa experiência, que inclui a fundação PCBR (Partido Comunista Brasileiro Revolucionário), em 1968, ano em que deixou o PCB após 26 anos.


Na obra, Gorender conta que ele e os demais integrantes do PCB que se opunham a Luís Carlos Prestes foram expulsos no sexto Congresso do partido, em dezembro de 1967. A mesma resolução que excluiu Gorender também expulsou os militantes Carlos Marighella, Mário Alves, Joaquim Câmara Ferreira e Apolônio de Carvalho, entre outros.


Depois disso, Gorender se dedicou à criação do PCBR. A nova organização contava com Apolônio de Carvalho, veterano da Guerra Civil Espanhola, e Mário Alves, desaparecido desde 1970. No mesmo ano, ele acabou preso em São Paulo, período que durou dois anos e foi marcado por sessões de tortura.


Solto, passou a se dedicar mais à vida intelectual, com a publicação de vários livros e artigos, chegando a professor do Instituto de Estudos Avançados da USP.
"Objetivamente, a esquerda não tinha condições sequer mínimas para o enfrentamento pelas armas com a ditadura militar. O que conseguiu fazer, em termos concretos, foi protestar com atos de violência, em resposta à violência terrorista institucionalizada pelos generais", escreveu, no posfácio de "Combate nas Trevas".