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Em declarações feitas pelo prefeito de Caculé, José Roberto Neves (Beto Maradona), ao site Brumado Notícias, o prefeito anuncia um abono salarial a todos os professores da rede pública municipal de ensino.

Segundo informou o gestor, a sua administração iria conceder o abono na próxima quinta-feira (15), em que é comemorado o dia do professor, mas devido a questões contábeis, o benefício será incluído no pagamento dos salários em dezembro. “A nossa administração, através da Secretaria de Educação, continuará valorizando os nossos professores, pois temos convicção de que só teremos um mundo melhor com uma educação de qualidade e valorizada”, disse o gestor caculeense.

Maradona ainda ressaltou que na próxima quinta (15) será realizada uma confraternização entre os servidores da educação de Caculé, em alusão ao dia dos professores. “Estarei presente ao evento para poder parabenizar cada professor de nosso município e ressaltar a qualidade de cada educador, que eleva a educação da cidade”. Durante o evento, o prefeito anunciará o abono salarial aos docentes. O gestor não revelou valores.

Agências bancárias em vários estados do país amanheceram cobertas de cartazes e devem ficar fechadas a partir desta terça-feira (6). Após assembleias realizadas na semana passada, os bancários decidiram entrar em greve por tempo indeterminado, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).

Em Condeúba os dois bandos da cidade aderiram às paralisações. Ambos começaram essa terça-feira em funcionamento, primeiramente o Banco do Brasil e seguida o Bradesco suspenderam as operações. A previsão é que ambos acatem às paralisações nacionais e sigam o cronograma.

Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os clientes poderão fazer saques, transferências e outras operações por canais alternativos de atendimento, como caixas eletrônicos, internet banking, aplicativos no celular (mobile banking), telefone, além de casas lotéricas, agências dos Correios, redes de supermercados e outros estabelecimentos credenciados.

Os bancários pedem reajuste salarial de 16% com piso de R$ 3.299,66. A Fenaban apresentou uma proposta de reajuste de 5,5%, com piso de R$ 1.321,26 a R$ 2.560,23. Na última sexta-feira (2), o Comando Nacional enviou um oficio à Fenaban, para oficializar a aprovação de greve nacional unificada pela categoria.

A Petrobrás anunciou na noite desta terça-feira um reajuste nos preços da gasolina e do diesel, válidos a partir desta quarta-feira. O preço da gasolina nas refinarias subirá 6% e o do diesel, 4%. Esse é o primeiro reajuste de preços nos combustíveis na gestão de Aldemir Bendine, que assumiu a petroleira em fevereiro com a missão de recuperar a empresa.

Ainda não há estimativas oficiais sobre o impacto do reajuste para os consumidores. O último reajuste de preços de combustíveis, anunciado em novembro pela ex-presidente Graça Foster, gerou, na época, impacto entre 2% e 2,5%.

De acordo com comunicado da empresa, os preços sobre os quais incidem o reajuste não incluem tributos federais, como Cide e PIS/Cofins. Isso significa que a alíquota dos impostos vai incidir sobre o novo valor, o que pode gerar um impacto maior na bomba de gasolina.

Situação frágil

A decisão foi tomada pela diretoria da empresa na noite desta terça-feira, após reunião em que a pauta principal foi a frágil situação financeira da estatal, agravada pelo efeito da depreciação cambial. Também foram analisadas propostas para novo corte de investimentos. Em junho, a companhia anunciou redução de 37% nos investimentos no período entre 2015 e 2019. Um novo corte, entretanto, não foi definido.

Após discutir o tema com os diretores da companhia, o presidente Aldemir Bendine se reuniu com o novo presidente do conselho de administração da empresa, Nelson Carvalho. Nesta quarta-feira ocorrerá a primeira reunião do colegiado sob o comando de Carvalho, que assumiu o cargo após o afastamento de Murilo Ferreira, no início do mês, por divergências com a cúpula da estatal sobre o tamanho do ajuste necessário para a Petrobrás.

Autonomia e inflação

O reajuste, anunciado de surpresa um dia antes do encontro, é também uma tentativa de sinalizar ao mercado que a companhia possui autonomia para definir sua política de preços. Analistas não esperavam um reajuste neste ano, apesar da fragilidade da companhia. A avaliação é que o cenário político instável, a baixa popularidade do governo e a crise econômica retardariam a decisão. O reajuste terá impacto direto na inflação. A projeção atual dos analistas ouvidos pelo Banco Central é de que a inflação feche 2015 em 9,46%.

Apesar da preocupação com a economia, prevaleceu o diagnóstico sobre a gravidade da situação da companhia. No dia 10 de setembro, a estatal perdeu o grau de investimento da agência de classificação de risco Standard &Poor’s, afetando seu acesso ao crédito no mercado internacional. Desde então, com o agravamento da crise política, a alta do dólar para acima dos R$ 4 agravou ainda mais a situação da petroleira, uma vez que 80% de sua dívida é cobrada em moeda estrangeira. As projeções indicam que a dívida da companhia pode ultrapassar os R$ 500 bilhões.

Ingerência política

O endividamento explodiu desde 2010, quando o governo passou a conter reajuste de preços como forma de evitar uma alta da inflação no País. Por isso, a estatal precisou revender o combustível a preços mais altos que o custo de importação do petróleo, em um momento em que as cotações do óleo estavam acima de US$ 110.

A ingerência política teria causado, no primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, uma perda para a companhia de cerca de R$ 80 bilhões, segundo estimativas da própria estatal.

Ao longo deste ano, entretanto, com a queda à metade da cotação internacional do petróleo, os combustíveis no País passaram a ser vendidos com preços mais caros do que em outros países. A variação positiva para a companhia chegou, em alguns momentos, a mais de 40%, segundo estimativas de analistas. Entretanto, com a desvalorização do real, a situação voltou a piorar e a estatal precisou fazer caixa para manter investimentos prioritários. Para melhorar o caixa, a companhia já vinha reajustando preços de gás canalizado e liquefeito (GLP) para o consumo industrial, principalmente.

Do Estadão

O dólar comercial atingiu os R$ 3,90 nesta quinta-feira (10), pressionado por preocupações com a economia do Brasil após o país perder o grau de investimento pela agência internacional de risco Standard & Poor's
Essa forte valorização do dólar comercial reflete na cotação nas casas de câmbio, que vendem o dólar turismo, valor que é sempre maior que o divulgado no câmbio comercial.

O G1 pesquisou o preço para o valor do dólar em 5 casas de câmbio na tarde desta quarta.

Na RMP Câmbio, em São Paulo, o valor para cada dólar em espécie era de R$ 4,11 e no cartão pré-pago, de R$ 4,37 já com o IOF incluso. Na Confidence, os valores eram de R$ 4,12 e R$ 4,34, respectivamente, e na Cotação, de R$ 4,12 e R$ 4,33. Na AVS, em Curitiba, o preço do dólar em espécie era de R4 4,10 e no cartão, de R$ 4,30. Na Casa Aliança, no Rio de Janeiro, os valores eram de R$ 4,03 e R$ 4,27.

Informações do G1

Com operações em alta pelo quinto dia consecutivo, o dólar atingiu cotação de R$ 3,809 nesta quinta-feira (3). O valor da moeda americana não alcançava esse valor desde 10 de dezembro de 2002 – o maior valor registrado desde o início do plano real foi de R$ 3,99, em setembro do mesmo ano.

A alta foi motivada pela preocupação do mercado com a possível demissão do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e com a potencial aprovação de novos gastos públicos pelo Congresso Nacional. Com a alta, o dólar turismo em espécie ultrapassou a barreira dos R$ 4 em casas de câmbio e, nesta quarta (2), era comercializado por R$ 4,27 em cartões pré-pagos.

Por Gustavo Chierighini, fundador da Plataforma Brasil Editorial.

Caro leitor, desta vez trago a mistura que sempre me instigou para poder pensar sobre prognósticos econômicos, previsões sérias (e também para aquelas traçadas nos botecos da vida). Refiro-me à mistura de componentes políticos e econômicos, cujo engendramento garante a tração necessária para a construção da civilização moderna.

É nos gabinetes empoeirados das instituições do poder público, às vezes ridiculamente mobiliados e em meio a ganchos com inúmeros carimbos, que a vida econômica é decidida em uma nação como a nossa, tão estatal, tão cartorial e tão desprovida da voz e da atitude das classes produtivas. Por aqui, economia e política estão mais ligadas do que queremos aceitar.

Classes essas cada vez mais estigmatizadas e que se acovardam entre críticas suaves e ambiguidades inexplicáveis, talvez justamente por se dar conta do poder esmagador que vem destes escaninhos empoeirados.

Você pode espernear, parar de ler o texto ou quem sabe me condenar ao abismo dos articulistas não lidos, mas também pode ficar tranquilo, pois jamais rotularei qualquer crítico como “membro da elite de alguma cor ou etnia”. A crítica é importante e precisa ser feita. A interpretação dela também.

Quando empreendedores (e não importa se é a manicure da esquina ou um cotista atuante de um fundo de private equity), executivos, profissionais liberais e a sociedade em geral constroem uma narrativa majoritária sem destaque para o processo político, o resultado costuma ser desastroso.

Se o processo político deixa de receber atenção ao longo da trajetória da nação, tornando-se foco apenas quando da divulgação de pesquisas de intenção de voto em ano eleitoral, o que se monta para o futuro é justamente o problema que poderia ter sido evitado se houvesse mais engajamento. A ausência de prioridade política refletirá na economia.

O fato é que prosperidade econômica, redução de mazelas sociais, estabilidade e liberdade são ativos que precisam ser defendidos por uma sociedade atuante, e que não tolere maluquices ou a manipulação de experimentos perigosos.

Nem tanto ao céu e nem tanto à terra, penso eu. O caminho do meio, onde o senso político centrista se impõe, parece mais coerente e interessante para pavimentar um futuro pelo qual vale a pena o sacrifício de cada dia.

Para voltar o foco para o presente e pousar neste conturbado ano de 2014, entendo que o Brasil conta com algumas excelentes instituições, invisíveis e sem orçamento público, que se colocam de forma implacável diante de determinadas situações, como o processo inflacionário. O resultado é um país onde as urnas secam em votos para políticos que se descuidam da elevação dos preços, e isso é uma conquista cultural das melhores.

Mas não podemos parar por aqui. O momento eleitoral talvez seja o mais apropriado para iniciar (e já com um recado claro, traduzido em votos) a edificação de uma sociedade que, assim como no caso da inflação, também não tolere radicalizações, sectarismos e a instigação do ódio entre classes e raças.

Ou assumimos esse compromisso ou, do contrário, no lugar de união, paz, liberdade e prosperidade, colheremos mais frustação, tensões desnecessárias, miséria e atraso econômico e social. Obrigado e até o próximo.

 

Bahia Notícias

Os governadores eleitos pelo PT na Bahia, Rui Costa, no Ceará, Camilo Santana, e no Piauí, Welington Dias, começam a articular o retorno da Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF), de acordo com reportagem da Folha. O extinto tributo era cobrado automaticamente a cada transmissão de valores em bancos.

A proposta dos petistas já tem o consentimento da presidente Dilma Rousseff e será apresentada em um encontrado regional de governadores nordestinos no dia 9, na Paraíba. "A presidente disse que é preciso avaliar a conjuntura política", diz Rui sobre a ressalva feita por Dilma. O coro para a volta da CPMF retorna com a perda de receita para governos dos estados e prefeituras.

Os gestores têm interesse em encontrar novas fontes para financiar a saúde, um dos itens mais caros do orçamento público. 

 

A probabilidade de a economia brasileira já estar em recessão é de 90%, aponta estudo entregue com exclusividade ao Broadcast pelo Banco Cooperativo Sicredi. O trabalho tomou como premissa o critério de classificação de recessões do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

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