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Quem passou essa noite pela Praça da Bandeira, em Piripá, se deparou com uma escuridão que assola o logradouro. Um morador da cidade flagrou a praça às escuras e enviou para a redação do Folha Regional de Condeúba denunciando a situação. 

No momento da foto, acontecia uma edição de um encontro semanal de homens na Igreja Matriz Nossa Senhora de Santana, que tinha iluminação normal. As residências próximas da praça também não sofriam com o black-out, no momento do flagra.

Tentamos entrar em contato com a COELBA, mas o serviço de comunicação social só funciona em horário comercial e os funcionários do atendimento não souberam informar sobre o apagão.

Em nota, um funcionário da prefeitura informou que a situação foi normalizada após a constatação da escuridão, que foi ocasionada por atraso de outro funcionário, responsável por ligar as lâmpadas.

Atualizada 11/11/2015 as 14:24

A pedido da Procuradoria Regional da República da 1ª Região (PRR1), o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) condenou e bloqueou os bens do ex-prefeito de Piripá/BA, Luciano Ribeiro Rocha, por improbidade administrativa em razão de irregularidades na compra de uma unidade móvel de saúde, no esquema que ficou conhecido como Operação Sanguessuga.

A ação civil pública foi proposta pelo MPF em Vitória da Conquista (BA) a partir de irregularidades apontadas da Controladoria Geral da União (CGU). No relatório, foi identificado o pagamento no valor de R$130.250,00 feito pela prefeitura de Piripá à empresa Unisaúde Veículos Especiais LTDA, já envolvida em escândalos na compra de ambulâncias, quando o valor constante no edital de licitação era 25% menor, ou seja, R$104.250,00.

De acordo com a CGU, o veículo licitado deveria ser um ônibus equipado com consultórios para atendimento médico ginecológico, odontológico e oftalmológico. O veículo adquirido foi um “microônibus” sem os equipamentos oftalmológicos. Além disso, um cheque no valor de R$20.250,00 destinado ao pagamento do veículo, emitido pela própria prefeitura e endossado pelo ex-gestor, foi posteriormente depositado na sua conta pessoal.

O réu já havia sido condenado pela Justiça Federal Vitória da Conquista/BA e recorreu ao TRF, que manteve a indisponibilidade dos bens, até o limite da condenação imposta. Luciano Rocha também foi condenado ao ressarcimento de R$46.300,00 mais o valor do equipamento oftalmológico não instalado, ao pagamento de multa de dez mil reais, à suspensão dos direitos políticos por cinco anos e à proibição de contratar com o Poder Público pelo prazo de cinco anos.

Operação Sanguessuga – Deflagrada em 2006 pela Polícia Federal, investigou uma organização criminosa especializada no fornecimento fraudulento de unidades móveis de saúde, ambulâncias, odontomóveis, veículos de transporte escolar, unidades itinerantes de inclusão digital e equipamentos médico-hospitalares a prefeituras municipais de todo o país.

Por todo o dia, o FRC divulgará os resultados das eleições do conselho tutelar das cidades da região, que aconteceram nesse domingo 04/09. Confira o resultado da votação em Piripá:

Eleitos

1º - VAGNER RIBEIRO DONATO – 388 VOTOS
2º - REGIANE CASTRO DA ROCHA ALVES – 292 VOTOS
3º - RITA DE CÁSSIA NOVAIS VIEIRA DONATO – 246 VOTOS
4º - ANA MARIA VIEIRA SANTOS – 195 VOTOS
5º - SARA ROCHA SOARES PEREIRA – 173 VOTOS

Suplentes

6º - JÂNIO VIEIRA DIAS – 148 VOTOS
7º - GRAZIELE JESUS CRUZ – 143 VOTOS
8º - MARIA DE CASSIA BRITO DA COSTA – 127 VOTOS
9º - NELI MATOS SILVA DE ALMEIDA – 109 VOTOS
10º - VALDIRENE RIBEIRO DE SOUSA – 103 VOTOS
11º - NANCI CONCEIÇÃO TELES – 81 VOTOS

BRANCOS - 57 VOTOS
NULOS - 38 VOTOS

Informações da PMP

A presidente da Câmara Municipal de Piripá, Ana Nubia Barbosa Rocha, do PTdoB, (Conhecida por Ana de Toni), teve as suas contas aprovadas com ressalva pelo Tribunal de Contas dos Municípios no último dia 15 de setembro. O processo 08869-15, referente ao exercício financiero de 2014, gerou uma uma multa no valor de R$ 1.000,00 (Mil reais) à vereadora. Segundo o Tribunal, "Os técnicos do TCM constataram algumas falhas contábeis, as quais foram esclarecidas em sua grande maioria, remanescendo questionamentos em relação a gastos elevados com assessoria jurídica." Ainda cabe recurso da decisão.

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