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Por: Oclides da Silveira

Estamos numa sinuca, por isso, somos obrigados a nos questionar com as seguintes perguntas: Pra que os políticos, se eles não têm desempenhado suas funções adequadamente? Será que não está na hora de rever os parlamentos? Será que o altíssimo custo operacional desses parlamentares para o País, compensa e justifica suas manutenções? Pois bem, vamos aos fatos:

Elege se um Prefeito, um Governador ou o Presidente da República, o que nem sempre se elege a maioria do seu grupo político para o Legislativo, logo a sua primeira e grande preocupação é ter a maioria no Parlamento com a justificativa da boa governabilidade.


Daí por diante, ele sai em busca daqueles parlamentares que foram eleitos em outros partidos políticos, ali começam as ofertas e as “negociatas espúrias” na calada da noite ou por traz das cortinas, para se conseguir a tão e mal fadada maioria no Parlamento, e muitas vezes conseguem até os dois terços, que é o desejo maior dos governantes. Isto feito, as vozes das Câmaras Municipais, das Assembléias Legislativas, da Câmara Federal e do Senado, passam a aprovar tudo que o chefe do seu respectivo Poder Executivo mandar para aquelas Casas de Leis.


Perguntamos: Onde ficam os compromissos assumidos por aqueles parlamentares que foram eleitos para defender os direitos do povo e depois esses próprios parlamentares passam a falar amem para o chefe do seu respectivo Poder Executivo? O qual foi eleito por uma proposta contrária a sua e do seu grupo político. Esquecendo assim, que na época de suas campanhas eleitorais, não foram colocado para seus eleitores, que eles se eleitos fossem, estariam dando apoio ao governante que se elegesse, independentemente de proposta ou bloco partidário.


Ora! Isto é um afronto à sociedade em geral, que não coaduna com este tipo de negociata e se consultada fosse, com certeza não aprovaria tais medidas tomadas por esses parlamentares e ou grupos políticos. Logo esta é uma resposta que está nas ruas, do porque a classe política é tão desmoralizada pelo povo.
Lembramos de algumas diligencias tomada para conter o excesso de gastos do dinheiro público deste País, foi através do Judiciário, que baixou uma portaria reduzindo o número de vereadores nas Câmaras Municipais. O que foi recomposto pelo Congresso Nacional a partir da legislatura de 2013, ignorando assim, a medida de contenção de despesas tomada pelo Judiciário.

O que gerou uma grande polêmica entre os Poderes Legislativo e Judiciário, destarte, eles vem operando em constantes crises. Outro fato interessante são as denuncias feitas pela imprensa, e apurada pela Justiça do mau uso de dinheiro público pelos Governos, tais como os escândalos dos oito Ministros de Estado que foram demitidos por Dilma Rousseff.

Os escândalos feitos pelo contraventor Carlinhos Cachoeira com dinheiro público, envolvendo até Governos de Estados. A roubalheira do dinheiro público aprontada pelos quadrilheiros do caso que ficou famoso no mundo inteiro como “Mensalão”. O escândalo descoberto pela “Operação Porto Seguro envolvendo os irmãos Vieira. Os escândalos denunciados constantemente pela imprensa da lavagem de dinheiro público pelas chamadas ONGs.


Até hoje a Justiça não consegue prender esses quadrilheiros exatamente por empecilho criado pelos políticos. Haja vista, o que o Governo Dilma Roussef pretendia com a famosa PEC 37 que visava tirar poder de investigação do Judiciário, e que só foi impedida por conta das grandes manifestações de ruas. Mais uma vez perguntamos: A final de contas, onde está o tão propagado funcionamento harmônico e independente dos três Poderes? Que só o encontramos no papel, por que na pratica jamais isto tem existido!

 

O Folha de Condeúba coloca este espaço à disposição de todos que queiram opinar ou discutir sobre os assuntos que tratam nossas matérias. Partilhe suas opiniões de forma responsável e educada e respeite a opinião dos demais. Não nos responsabilizamos por qualquer dano causado pelos comentários, é de inteira responsabilidade do seu autor.

 

Uma polêmica está tomando conta da cidade de Condeúba. O prefeito do município, José Augusto Ribeiro (PT), mais conhecido como Guto, autorizou a demolição de muros que cercavam terrenos adquiridos legalmente, Sem sequer esperar amanhecer o dia, o ato de demolição foi iniciado na madrugada, por volta de três horas da manhã. O restante do entulho da demolição como blocos e portões que haviam em alguns terrenos nem sequer foram disponibilizados para os proprietários, causando-os prejuizos.

O programa Resenha Geral de hoje (03) recebeu o advogado dos proprietários desses lotes, Ubirajara Ávila (foto), que deu os detalhes de como a ação foi feita.

“Os proprietários foram notificados e que deveriam desocupar os lotes. Fizemos um requerimento, através de mandado de segurança, para que o gestor de abstivesse da ação. Conseguimos uma liminar positiva, mas em plena madrugada e em dia de feriado, o gestor autorizou a demolição”.

Ainda de acordo com o advogado, medidas judiciais já estão sendo tomadas para que os moradores sejam ressarcidos.

“Se conseguirmos, a prefeitura terá que ser a responsável pelo valor da obra de reparos dos moradores. Os proprietários estão abalados e já estão autorizados para que possam começar a reerguer os muros”, finaliza.

Com Informações do Blog da Resenha Geral

 

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Antes mesmo da abertura das agências do Banco do Brasil e Bradesco para o atendimento ao público, bandidos fortemente armados com armas de grosso calibre invadiram as agências para mais um audacioso assalto em menos de 8 meses do último assalto em Tanque Novo, no sudoeste baiano, na manhã desta quarta-feira (03). Segundo narraram alguns moradores da cidade, era por volta das nove horas da manhã quando vários tiros começaram a ser disparados na agência.

Por telefone, o major Arthur Mascarenhas, comandante da CIPE/Sudoeste, informou ao site Brumado Notícias que os bandidos tentaram assaltar anteriormente o Banco Bradesco, mas não tiveram êxito. Em seguida, foram ao Banco do Brasil, momento em que as guarnições da Caesg chegaram ao local. Mas os bandidos formaram um escudo humano e atiraram contra os policiais. 

Alvejaram uma viatura e mais 3 carros estacionados na Avenida Princesa Isabel, mesma avenida dos bancos. Os tiros atingiram também uma moto que teve o motor perfurado de um lado a outro. Segundo informações colhidas no local um guarda do Bradesco ficou ferido com um tiro no pé.

Os elementos (em torno de 10 homens emcapuzados) fugiram por uma estrada vicinal, levando vários funcionários como reféns e liberando-os em seguida.  Na sequência, os bandidos ainda atearam fogo em um veículo na cidade de Botuporã. Neste momento, a Cipe/Sudoeste continua realizando buscas na região para capturar a quadrilha.

Com informações do site Brumado Notícias e Cultura FM

"A justiça foi feita" gritam alguns cidadãos de Condeúba. O Prefeito do Município, José Augusto Ribeiro (GUTO), PT, motivado, ainda não se sabe porque, nem se pode afirmar contundentemente que foi por vingança política como se especulam nas ruas em boatos, determinou a demolição de diversos muros que cercavam terrenos adquiridos de forma lícita. O pior é que a demolição se deu em plena madrugada do dia 1º de julho, numa atitude que flerta com a deslealdade.

Os donos das propriedades constituíram o Advogado Ubirajara Ávila que manejou Mandado de Segurança para coibir o ato ilegal de determinar a desocupação dos imóveis, obtendo decisão liminar favorável julgada pelo juiz PAULO LORENA, juiz plantonista, e todos comemoraram em Condeúba.

O Dr. Ubirajara, consignou que atos como este não são tolerados pela justiça de nosso país, principalmente nesses tempos em que os jovens têm ocupado as ruas - tempos de mudança em que velhas práticas políticas não podem mais ser toleradas.

A onda de insatisfação e o sentimento de "Estou sendo enganado" que toma conta de maior parte dos braslieiros, levando-os às ruas em protestos, não é diferente em Condeúba. Apesar de meios comunicações tendenciosos que tentam denegrir a imagem de pessoas sérias e sobretudo, manipular a verdade através de notícias sensacionalistas, o povo agora tem um ponto de vista diferente, sabendo digerir exatamente o que existe por trás de cada atitude tomada.

Na verdade ainda se têm esperanças de que todos esses protestos levem uma reflexão para os políticos e que se tenha mais coerência entre o político durante a campanha eleitoral, sua personalidade e promessas e o político em plena exerção do seu cargo eletivo e a integridade moral para que se mantenha na mesma linha de pensamento praticada em campanha.

 

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O vereador do município baiano de Caetité Álvaro Montenegro Cerqueira de Oliveira, conhecido como Nem de Dácio (PR), foi condenado pela Justiça Federal a 2 anos e 4 meses de prisão por colocar no ar uma rádio pirata. Segundo o site Brumado Notícias, o regime de prisão será aberto e a pena pode ser cumprida com a realização de serviços comunitários e pagamento de multa.

O Juiz da Vara Crime de Caetité, Ronaldo Alves Neves Filho, já recebeu uma carta precatória da 17ª Vara da Justiça Federal da Bahia que determina a escolha da forma e do local da pena. A Justiça determinou ainda o cancelamento do título eleitoral do político, que é irmão da primeira dama do município, Cléia Montenegro Alencar. Por causa da condenação, Nem de Dácio deve ser afastado da função pública e não poderá se candidatar pelos próximos oito anos.

Fonte: Bahia Notícias

Por Elizeu Brito

 

O Brasil apagou a seleção espanhola na vitória por 3 a 0 neste domingo (30 de junho), no estádio do Maracanã, e garantiu o título da Copa das Confederações. Com dois gols de Fred e mais um de Neymar, a equipe do técnico Luiz Felipe Scolari venceu os atuais campeões mundiais e garantiu pela quarta vez o campeonato, conquistado também em 1997, 2005 e 2009.

Com a conquista, exatamente 11 anos após o pentacampeonato mundial de 2002, o técnico Luiz Felipe Scolari resgatou de vez a confiança da torcida local a uma temporada do Mundial de 2014. Também deu aos seus adversários a mensagem que queria: os verdadeiros toureiros do futebol são brasileiros (apesar da 22ª colocação no ranking da Fifa), e não espanhóis. Do outro lado, o colega Vicente del Bosque tentará recuperar a sua equipe de um raro tropeço contundente desde os triunfos na Copa do Mundo de 2010 e nas Eurocopas de 2008 e 2012.

Justamente por esses últimos títulos, era a Espanha a favorita a tourear no Maracanã neste fim de semana. Não foi o que se viu. Acuados pelo apoio de milhares de torcedores, os visitantes não resistiram à pressão do Brasil, que abriu o placar logo no princípio, ampliou ainda no primeiro tempo e sacramentou o resultado no segundo, com direito a pênalti perdido por Sergio Ramos e a Piqué expulso. No final, só faltou o público cantar “Touradas em Madri”, sucesso na voz de Braguinha, como havia feito quem presenciou a goleada por 6 a 1 sobre os espanhóis no antigo Maracanã, em 13 de julho de 1950.

O técnico Luiz Felipe Scolari não usa as mesmas reverências exageradas de seus jogadores ao falar sobre a Espanha, adversária da Seleção Brasileira na final da Copa das Confederações, no Maracanã. Neste sábado, véspera da partida, Felipão nem sequer seguiu o senso comum de apontar o time europeu como favorito à conquista do título.

“Não considero a Espanha favorita”, adiantou, antes de fazer os seus elogios à equipe comandada por Vicente del Bosque. “É uma seleção que impôs o seu futebol nos últimos seis anos, ganhando duas Eurocopas e um Mundial com praticamente a mesma equipe. Eles têm algumas vantagem sobre nós, mas contamos com a credibilidade dos nossos torcedores. Vamos buscar aquilo com que sonhamos desde o início do campeonato”, avisou.

Com a insistência para que gastasse mais algumas palavras favoráveis à Espanha, Felipão foi enfático: “A Espanha é espetacular, mas tem alguns defeitos, como qualquer outra seleção”.

O treinador não inveja nem mesmo o estilo espanhol de jogar futebol, com constante troca de passes e predomínio absoluto de posse de bola. Ele chegou a fazer referência à derrota brasileira para a Itália na Copa do Mundo de 1982 para lembrar que “só jogo bonito não ganha jogo”. “O resultado fica para a história. O jogo bonito passa. Essa é a minha filosofia, gostem ou não”, disse.

 

Com um título de Copa das Confederações sobre o jogo bonito espanhol, Felipão com certeza teria muito mais partidários de sua filosofia. Para isso, tentou começar a ganhar a final do Maracanã já com o seu discurso otimista.

“A Espanha pode ter alguma superioridade sobre nós, mas reunimos totais condições de passar por cima disso com competência e espírito”, bradou Luiz Felipe Scolari.

fonte: gazeta esportiva

A presidente Dilma Rousseff perdeu apoio dos eleitores, em meio a protestos que acontecem nas principais cidades do país, e, se as eleições presidenciais fossem hoje, ela teria provavelmente de enfrentar o segundo turno, segundo nova pesquisa Datafolha, publicada na edição deste domingo (30) do jornal "Folha de S.Paulo".

Segundo a pesquisa, Dilma teria hoje 30% das intenções de votos para a disputa presidencial de 2014, em um cenário de disputa que inclui Marina Silva (Rede), Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB). Nesta simulação, a petista tinha 51% das intenções de voto na pesquisa anterior, realizada nos dias 6 e 7 deste mês. Ou seja, a presidente perdeu 21 pontos em três semanas.

Em segundo lugar aparece Marina Silva, que subiu de 16% para 23%. Aécio foi de 14% para 17%. Campos oscilou de 6% para 7%. Os três adversários juntos pularam de 36% para 47%.

O número de eleitores que dizem não saber quem escolher ou que afirmam votar em branco, nulo ou nenhum subiu de 12% para 24%.

A pesquisa foi realizada na quinta (27) e sexta (28) com 4.717 pessoas, em 196 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Cenários com Barbosa e Lula
O Datafolha também inclui Joaquim Barbosa, nas simulações. Em seu melhor cenário, o  presidente do Supremo Tribunal Federal (STF, aparece com 15% das intenções de voto, empatado com Aécio e atrás de Marina (18%) e Dilma (29%). Campos pontua 5%.

No cenário com Lula sendo o candidato do PT, ele poderia vencer no primeiro turno, segundo o Datafolha, apesar de também ter caído. Na simulação em que a disputa inclui Marina, Barbosa, Aécio e Campos, Lula teria 45% e os quatro adversários somariam 43% e ficam empatados tecnicamente com o ex-presidente.

Em outro cenário, sem Barbosa na disputa, Lula tem 46% das intenções contra 37% de Marina, Aécio e Campos somados, o que apontaria para uma vitória no primeiro turno.

Aprovação da gestão Dilma cai 
Pesquisa divulgada pelo Datafolha neste sábado (29) mostra que a aprovação do governo Dilma caiu para 30%. O número de eleitores que consideram o governo bom ou ótimo caiu 27 pontos percentuais desde o início dos protestos no país. Há três semanas, a aprovação era de 57%. De acordo com o instituto, é a maior queda de popularidade registrada desde o início da gestão Dilma.

É a segunda vez desde que a presidente assumiu o cargo, em 2011, que sua avaliação cai acima da margem de erro da pesquisa. Em março, o índice de aprovação do governo atingiu 65%.

O percentual de pessoas que consideram a gestão Dilma ruim ou péssima passou de 9% para 25%, segundo a pesquisa. A nota média da presidente, numa escala de 0 a 10, caiu de 7,1 para 5,8.

Os entrevistados pelo Instituto Datafolha também avaliaram o desempenho da presidente em relação aos protestos. O levantamento apontou que, para 32%, a postura de Dilma foi ótima ou boa. Outros 38% julgaram como regular e 26% avaliaram como ruim ou péssima.

Diante das manifestações em centenas de cidades brasileiras, a presidente Dilma Rousseff fez um pronunciamento na TV no dia 21 de junho e propôs aos 27 governadores e aos 26 prefeitos de capitais convidados por ela para reunião no Palácio do Planalto, no dia 24, a adoção de cinco pactos nacionais: por responsabilidade fiscal, reforma política, saúde, transporte, e educação.

Fonte: datafolha

Quatro pessoas morreram e uma ficou ferida em um acidente automobilístico por volta das 8 horas desta sexta-feira (28), em Belo Campo. No carro, um Renault Clio prata, estavam três mulheres e dois homens. O acidente aconteceu em uma estrada vicinal que liga o município do Sudoeste Baiano ao povoado Lagoa do Canto.

Segundo informações da Polícia Militar, o condutor teria perdido o controle do veículo, que derrapou na pista de chão de terra e bateu em uma árvore antes de capotar. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) participou do resgate. Apenas o motorista do veículo, ainda não identificado, sobreviveu e segue no Hospital Municipal de Belo Campo.  

A Polícia Técnica também compareceu ao local do acidente para efetuar a perícia. Os corpos de José Carlos da Rocha, Daniela Silva Rocha, Angélica de Jesus Silva e Marli Freitas Santos foram encaminhados ao Instituo Médico Legal (IML) de Vitória da Conquista.

Fonte / Foto: Blog do Anderson

guerra-civil-no-rio1Escrito por Cel. Gelio Fregapani

'Os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina.'

Falta ainda homologar no Congresso e unir as várias reservas indígenas em uma gigantesca, e declarar sua independência. Isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.

Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola. Talvez desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial.

O MST se desloca como um exército de ocupação. As invasões do MST são toleradas, e a lei não aplicada. Os produtores rurais, desesperançados de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja: a convulsão social. Este conflito parece inevitável.
O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos.

Pela primeira vez em muito tempo, está havendo alguma discussão sobre a segurança nacional. Isto é bom, mas sem identificarmos corretamente as ameaças, não há como nos preparar para enfrentá-las.

A crise econômica e a escassez de recursos naturais poderão conduzir as grandes potências a tomá-los a manu militari, mas ainda mais provável e até mais perigosa pode ser a ameaça de convulsão interna provocada por três componentes básicos:

— a divisão do povo brasileiro em etnias hostis;
— os conflitos potenciais entre produtores agrícolas e os movimentos dito sociais;
— e as irreconciliáveis divergências entre ambientalistas e desenvolvimentistas.

Em certos momentos chega a ser evidente a demolição das estruturas políticas, sociais, psicológicas e religiosas, da nossa Pátria, construídas ao largo de cinco séculos de civilização cristã. Depois, sem tanto alvoroço, prossegue uma fase de consolidação antes de nova investida.

Isto ainda pode mudar, mas infelizmente os rumos que seguimos apontam para a probabilidade de guerra intestina. Em havendo, nossa desunião nos prostrará inermes, sem forças para nos opormos eficazmente às pretensões estrangeiras.

A ameaça de conflitos étnicos, a mais perigosa pelo caráter separatista

A multiplicação das reservas indígenas, exatamente sobre as maiores jazidas minerais, usa o pretexto de conservar uma cultura neolítica (que nem existe mais), mas visa mesmo a criação de "uma grande nação" indígena. Agora mesmo assistimos, sobre as brasas ainda fumegantes da Raposa-serra do Sol, o anúncio da criação da reserva Anaro, que unirá a Raposa/São Marcos à Ianomâmi. Posteriormente a Marabitanas unirá a Ianomâmi à Balaio/Cabeça do Cachorro, englobando toda a fronteira Norte da Amazônia Ocidental e suas riquíssimas serras prenhes das mais preciosas jazidas.

O problema é mais profundo do que parece; não é apenas a ambição estrangeira. Está também em curso um projeto de porte continental sonhado pela utopia neomissionária tribalista. O trabalho de demolição dos atuais Estado-nações visa a construção, em seu lugar, da Nuestra América, ou Abya Yala, idealizado provavelmente pelos grandes grupos financistas com sede em Londres, que não se acanha de utilizar quer os sentimentos religiosos quer a sede de justiça social das massas para conservar e ampliar seus domínios. O CIMI, organismo subordinado à CNBB, não cuida da evangelização dos povos indígenas segundo o espírito de Nóbrega, Anchieta e outros construtores de nossa nação. Como adeptos da Teologia da Libertação, estão em consonância com seus colegas que atuam no continente, todos empenhados na fermentação revolucionária do projeto comuno-missionário Abya Yala.

O processo não se restringe ao nosso País, mas além das ações do CIMI, a atuação estrangeira está clara:

— Identificação das jazidas: já feito;
— atração dos silvícolas e criação das reservas sobre as jazidas: já feito;
— conseguir a demarcação e homologação: já feito na maior parte;
— colocar na nossa Constituição que tratados e convenções internacionais assinados e homologados pelo congresso teriam força constitucional, portanto acima das leis comuns: já feito;
— assinatura pelo Itamarati de convenção que virtualmente dá autonomia à comunidades indígenas: já feito.

Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas em uma gigantesca e declarar a independência, e isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.

O perigo não é o único, mas é bastante real. Pode, por si só, criar ocasião propícia ao desencadeamento de intervenções militares pelas potências carentes dos recursos naturais — petróleo e minérios, quando o Brasil reagir.

'Quase tão problemática quanto a questão indígena é a quilombola'

A UnB foi contratada pelo Governo para fazer o mapa dos quilombolas. Por milagre, em todos os lugares, apareceram "quilombolas". No Espírito Santo cidades inteiras, ameaçadas de despejo. Da mesma forma em Pernambuco. A fronteira no Pará virou um quilombo inteiro.
Qual o processo? Apareceram uns barbudos depiercings no nariz, perguntando aos afro-descendentes: "O senhor mora aqui?" "Moro." "Desde 1988?" (o quilombola que residisse no dia da promulgação da Constituição teria direito à escritura). "Sim". "Quem morava aqui?" "Meu avô." "Seu avô por acaso pescava e caçava por aqui?" "Sim" "Até onde?" "Ah, ele ia lá na cabeceira do rio, lá naquela montanha." "Tudo é seu." E escrituras centenárias perdem o valor baseado num direito que não existe. Não tenho certeza de que isto não seja proposital para criar conflitos.

Tem gente se armando, tem gente se preparando para uma guerra. Temos de abrir o olho também para esse processo, que conduz ao ódio racial. Normalmente esquerdistas, talvez desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial.

Certamente isto vai gerar conflitos, mas até agora o movimento quilombola não deu sinal de separatismo.

'Os Conflitos Rurais — talvez os primeiros a eclodir'

O MST se desloca como um exército de ocupação, mobilizando uma grande massa de miseráveis (com muitos oportunistas), dirigidos por uma liderança em parte clandestina. As invasões do MST são toleradas e a lei não aplicada. Mesmo ciente da pretensão do MST de criar uma "zona livre", uma "república do MST" na região do Pontal do Paranapanema, o Governo só contemporiza; finge não perceber que o MST não quer receber terras, quer invadi-las e tende a realizar ações cada vez mais audaciosas.

É claro que os produtores rurais, desesperançados de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja; a convulsão social, contando, talvez, com o apoio de setores governamentais como o Ministério do Desenvolvimento Agrário. Segundo Pedro Stédile: "O interior do Brasil pode transformar-se em uma Colômbia. A situação sairá de controle, haverá convulsões sociais e a sociedade se desintegrará."

Este conflito parece inevitável. Provavelmente ocorrerá num próximo governo, mas se ficar evidente a derrota do PT antes das eleições, é provável que o MST desencadeie suas operações antes mesmo da nova posse.

'O ambientalismo distorcido, principal pretexto para uma futura intervenção estrangeira'

Já é consenso que o ambientalismo está sendo usado para impedir o progresso, mesmo matando os empregos Caso se imponham os esquemas delirantes dos ambientalistas dentro do governo, com as restrições de uso da terra para produção de alimentos, um terço do território do País ficará interditado a atividades econômicas modernas.

Há reações, dos ruralistas no interior do País, nas elites produtivas e até mesmo em setores do governo, mas as pressões estrangeiras tendem a se intensificar. Se bem que raramente o meio ambiente serviu de motivo para guerra, hoje claramente está sendo pretexto para futuras intervenções, naturalmente encobrindo o verdadeiro motivo, a disputa pelos escassos recursos naturais.

No momento em que a fome ronda o mundo, o movimento ambientalista, a serviço do estrangeiro, mas com respaldo do governo e com apoio de uma massa urbana iludida, chama de "terra devastada" àqueles quadrados verdejantes de área cultivada, que apreciamos ver na Europa e nos Estados Unidos, e impede a construção de hidrelétricas para salvar os bagres. Com a entrada da Marina Silva na disputa eleitoral, nota-se, lamentavelmente, que todos os candidatos passarão a defender o ambientalismo, sem pensar se é útil para o País.

A três passos da guerra civil

O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos.
Várias fontes de conflito estão para estourar, dependendo da radicalização das más medidas, particularmente do Ministério da Justiça:

— Roraima não está totalmente pacificada;
— o Mato Grosso do Sul anuncia revolta em função da decisão da Funai em criar lá novas reservas indígenas;
— no Rio Grande, os produtores rurais pretendem reagir às provocações do MST;
— Santa Catarina ameaça usar a PM para conter a fúria ambientalista do ministro Minc, que queria destruir toda a plantação de maçã.

Uma vez iniciado um conflito, tudo indica que se expandirá como um rastilho de pólvora. Este quadro, preocupante já por si, fica agravado pela quase certeza de que, na atual conjuntura da crise mundial o nosso País sofrerá pressões para ceder suas riquezas naturais — petróleo, minérios e até terras cultiváveis — e estando dividido sabemos o que acontecerá, mais ainda quando uma das facções se coloca ao lado dos adversários como já demonstrou o MST no caso de Itaipu.

Bem, ainda temos Forças Armadas, mas segundo as últimas notícias, o Exército (que é o mais importante na defesa interna) terá seu efetivo reduzido. Será proposital?
Que Deus guarde a todos vocês.

O cel. Gelio Fregapani é escritor, atuou na área do serviço de inteligência na região Amazônica, elaborou relatórios como o do GTAM, Grupo de Trabalho da Amazônia.

Fonte: Conservadorismo Brasil.