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Sexta, 21 Setembro 2018
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Denominada de Blackout, a 38ª fase da Operação Lava Jato é uma referência ao sobrenome de dois dos operadores financeiros do esquema: Jorge Luz e Bruno Luz. Eles são pai e filho, respectivamente. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), registros de reuniões na Petrobras mostram Jorge ao lado do também operador Fernando Baiano e o ex-diretor da área internacional da petroleira, Nestor Cerveró.

Segundo o jornal O Globo, Jorge usava de seu bom trâmite entre políticos do PMDB, PT e PP para criar oportunidades de bons negócios para empresas nacionais e multinacionais e, em troca, recebia uma comissão, que era dividida com parlamentares envolvidos no esquema.

Em operações já descritas na investigação, ele chegou a fechar contrato direto de uma de suas empresas, a Gea Projetos, com a diretoria de Abastecimento, então comandada por Paulo Roberto Costa, delator da Lava-Jato, no valor de R$ 5,2 milhões. Em depoimentos, Costa contou que só foi mantido diretor, no segundo mandato de Lula, por intermédio de Luz, a pedido do PMDB.

assalto à transportadora de valores Brink's, na Zona Oeste do Recife, acabou em tiroteio, na madrugada desta terça-feira (21). De acordo com a polícia, cerca de 30 bandidos fortemente armados participaram da ação criminosa. Houve explosões e três policiais militares ficaram feridos. Ninguém foi preso. Segundo o comandante da PM, coronel Ivanildo Maranhão, os criminosos conseguiram levar a quantia que estava no cofre, mas o valor não foi informado.

O grupo fez cinco pontos de bloqueios para facilitar a ação crimonosa, de acordo com a PM e a Companhia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU).

Por volta das 3h20, moradores do bairro da Estância começaram a ouvir muitos tiros. Houve relatos de fumaça em importantes avenidas da área. Grampos de metal foram colocados nas vias do entorno da transportadora de valores. Houve ainda relatos de tiros nos bairros do Caçote, Areias, Jardim São Paulo, Ibura, Barro, Mangueira e Jiquiá, na mesma área.

Veja
A Polícia Federal (PF) em Minas Gerais apreendeu na noite desta quarta-feira (15), em Pará de Minas (MG), a 84 km de Belo Horizonte, um avião Cessna Aircraft que transportava 430 quilos de pasta base de cocaína. A ação contou com apoio da Polícia Militar do município. Por estar guardada em sacos de origem boliviana, a PF acredita que a droga tenha vindo do país vizinho.

Segundo a PF, a aeronave teria aterrissado no Aeroporto de Pará de Minas por volta de 18h e iria passar a noite em um hangar do local, ainda carregada com a droga. A PF ouviu o responsável pelo hangar e realizou perícias na aeronave, que não tinha identificação nas asas e apresentava alongamento de suas extremidades, para levar mais combustível e aumentar a autonomia de voo.

Além dos cerca de 415 tabletes da pasta base, foi apreendido um pacote com cerca de um quilo de folhas semelhantes às de coca. A Polícia Federal descobriu ainda que o piloto do avião havia fugido para Belo Horizonte e se hospedado em um hotel nas proximidades da rodoviária da capital, onde foi preso em flagrante por agentes federais.

Se condenado pelo crime de tráfico internacional de drogas, o piloto poderá cumprir até 25 anos de prisão e permanecerá à disposição da Justiça Federal de Divinópolis (MG).

Paraná

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu um homem de 33 anos que transportava 545 quilos de cocaína em São José dos Pinhais, no Paraná. Foi a maior apreensão realizada neste ano em todo o país. O caso aconteceu por volta das 19h de ontem, horário em que o motorista seguia em uma caminhonete Ford Ranger pela BR-277. A rodovia liga Curitiba à cidade de Foz do Iguaçu, perto da divisa com Paraguai e Argentina.

Ao avistar a viatura da PRF, o motorista fez uma manobra brusca de retorno, o que levantou a suspeita dos policiais. Houve perseguição e, na tentativa de fuga, o suspeito chegou a bater de raspão em outro carro. Pouco depois, ele foi alcançado e preso pela PRF. Os policiais encontraram tabletes de cocaína em cima dos bancos e também no compartimento de carga do veículo.

Aos policiais, o homem afirmou que morava em São Paulo e que havia recebido a droga na região de Joinville, em Santa Catarina. O destino da carga seria a cidade de Paranaguá, no Paraná, segundo a PRF. O homem foi encaminhado à Superintendência da Polícia Federal de Curitiba e pode pegar até 15 anos de prisão por tráfico de drogas. O veículo também foi apreendido.

(Com Estadão Conteúdo)

Bahia Notícias
O Senado aprovou, em dois turnos, a PEC 50/2016, que autoriza a realização de vaquejadas e rodeios no Brasil. A medida foi votada na tarde desta terça-feira (14) e foi aprovada, no segundo turno, com 53 votos favoráveis, nove contrários e duas abstenções.

A PEC, de autoria do senador Otto Alencar (PSD-BA), recebeu 28 assinaturas, entre elas dos colegas baianos Roberto Muniz (PP) e Lídice da Mata (PSB). “A gente precisa aperfeiçoar essa atividade da vaquejada – geradora de emprego e renda - e discutir o que é cuidar do bem-estar animal, sem negar a possibilidade de uma manifestação cultural”, defendeu Muniz.

“Pior que derrubar um boi é derrubar o preconceito contra a cultura do Nordeste”, afirmou o senador Roberto Muniz, em seu discurso de defesa da proposta. Ele se mostrou preocupado “com o desprezo que a cultura urbana tem com o meio rural”. Após votação em dois turnos, a emenda constitucional já pode ser apreciada pela Câmara dos Deputados.

Após a piora do quadro de saúde da ex-primeira Marisa Letícia, a equipe médica do Hospital Sírio-Libanês confirmou a ausência de atividade cerebral na manhã desta quinta-feira (2).

Por meio de uma publicação em redes sociais, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva agradeceu “todas as manifestações de carinho e solidariedade recebidas” e informou que a família autorizou a doação dos órgãos de Marisa, internada desde o último dia 24 de janeiro após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Sete criminosos são mortos e um é baleado durante troca de tiros com policiais civis, na madrugada desta quinta-feira (2), em Mata Verde, no Norte de Minas. Segundo a PC, a quadrilha, que é de São Paulo, é investigada por explosões de caixas na região e estava sendo monitorada.

“Começamos a investigar crimes de explosão de bancos e chegamos aos membros da quadrilha. Sabíamos que eles iriam tentar explosões em Mata Verde, entre terça e sexta-feira. Escalamos 40 policiais civis das Regionais de Montes Claros e Janaúba. Na madrugada de hoje, estes policiais, armados e bem posicionados, perceberam o momento em que oito homens chegaram em frente aos bancos da cidade, em uma caminhonete. Eles desceram do veículo e, de imediato, foi dada voz de prisão. Eles atiraram contra os policiais civis e houve confronto", explicou o delegado Renato Nunes Henrique, Chefe do Departamento da Polícia Civil de Montes Claros. Nenhum policial ficou ferido.

Ainda de acordo com ele, os bandidos estavam armados com fuzis, carabinas, metralhadoras e pistola. A polícia apreendeu dinamites, alavanca e picareta, que eram utilizados nas explosões. A perícia da Polícia Civil está no local.

O delegado informou ainda que a quadrilha é suspeita de explodir um caixa eletrônico de um banco e uma agência dos Correios em Montezuma, na madrugada da última quarta-feira (01). Eles também teriam explodido caixas em Monte Azul e São João do Paraíso.

*As informações do G1

A pesidente do Supremo Tribunal Federal, a ministra Cármen Lúcia, homologou, nesta segunda-feira (30), as 77 delações de executivos e ex-executivos da Odebrecht.

Agora, o material será encaminhado para a Procuradoria Geral da Républica, que vai analisar os documentos para decidir sobre quais pontos irá pedir investigação. De acordo com o site O Antagonista, as delações ficaram em segredo de Justiça. Antes, havia a expectativa de que os depoimentos fossem publicados neste mês de fevereiro.

Na última sexta-feira (27), juízes auxiliares do gabinete do ministro Teori Zavascki concluíram as audiências com os 77 executivos e ex-executivos da empreiteira Odebrecht que fecharam acordo de delação premiada no âmbito da Operação Lava Jato. Com informações do portal G1.

Todo trabalhador que possui carteira assinada tem de 8% a 11% do salário recolhidos e destinados à Previdência Social. Essa prática deve ser feita pelo empregador, que desconta a contribuição do rendimento do funcionário e a comprova por meio da folha de pagamento, além de complementar o percentual até 20% do valor. Porém, é preciso ficar atento aos descontos e verificar se eles realmente estão sendo direcionados ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), para não ser pego de surpresa, como acontece com muitos servidores públicos, que sofrem o desconto mas depois que descobre que o órgão onde trabalha não repassa os recolhimentos à Previdência. O órgão que desvia esse dinheiro está cometendo um crime e pode até ser preso. apontam especialistas.

De acordo com a presidente do IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário), Jane Berwanger, essa é uma obrigação legal do órgão, para garantir ao funcionário o direito à contagem de tempo para a aposentadoria, ao auxílio-doença, ao salário-maternidade e a outros benefícios. Caso o empregado perceba que as cobranças não foram repassadas, ele não deve ser prejudicado. “Basta que o trabalhador comprove o vínculo com o órgão, que o INSS não poderá penalizá-lo pelo recolhimento não repassado.”

Para tais comprovações, o segurado poderá se utilizar de holerites e comprovantes de pagamentos em e-mails e até à própria carteira de trabalho em boas condições. Segundo Jane, “o INSS jamais poderá alegar que não houve contribuição mediante às provas”.

A Previdência Social informa que, no caso de os recolhimentos não serem contabilizados no CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais) do segurado, espécie de extrato das contribuições, ele deverá procurar, diretamente ou por meio do sindicato da sua categoria, a Receita Federal, que também é responsável pela fiscalização das contribuições previdenciárias, e o Ministério do Trabalho, quanto ao não cumprimento das obrigações trabalhistas, como o FGTS.

O advogado especialista em Direito Previdenciário Patrick Villar, da Villar Advocacia, considera que é possível que a partir das cobranças sem o repasse ao INSS possa haver uma ação contra o órgão, mas que isso em nada poderá afetar o trabalhador. “A situação pode ser considerada crime de apropriação indébita previdenciária, conforme prevê o artigo 168 do Código Penal”, alerta.