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Atenção

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Um grupo composto por três pais, cujos filhos estudam na rede municipal de ensino de Condeúba, e que preferiram não se identificar, procurou a redação do Jornal Folha de Condeúba para fazer uma grave denúncia sobre a Merenda Escolar.

O deputado estadual e ex-prefeito de Vitória da Conquista, José Raimundo Fontes, que vai concorrer novamente a uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) pelo PT na coligação “Pra Bahia Avançar Mais" nestas eleições de 2014 teve um crescimento bem acima da média no que se refere aos seus bens.

Uma carta fictícia denunciando a venda da Copa de 1998 é uma das correntes mais lidas da internet. O documento dizia que o Mundial havia sido comprado, por isso o Brasil perdeu a final para a França por 3 a 0, em uma decisão cercada de polêmicas. Várias conspirações foram criadas e agora já está no ar até uma versão sobre a Copa de 2014.

Após o fracasso da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, a agenda de campanha dos candidatos à majoritária e à proporcional tende a se intensificar nos próximos dias. As peças publicitárias, os discursos e as estratégias que estavam sendo trabalhadas para serem impulsionadas, quando houvesse mais interesse do eleitorado agora conquistam maior ritmo e começam a ganhar as ruas da capital e do interior.

Uma van capotou após colidir com um veículo de passeio na manhã desta quinta-feira (10). O acidente aconteceu por volta das 7h, na Avenida Paulista, no Bairro Senhorinha Cairo em Vitória da Conquista. Quatro pessoas ficaram feridas.

Na noite de quarta-feira, 9, por volta das 19h20m, três indivíduos invadiram a residência do senhor Marcionílio Nazaré, popularmente conhecido na cidade como Maçú, com o intuito de assaltá-lo. A quadrilha agrediu o idoso a golpes de facão.

A Polícia Federal (PF) realizou nesta quarta-feira, 9, a maior apreensão de cocaína da região Nordeste. Foram 761 kg de cocaína e 130 kg de maconha que estavam enterrados em uma casa em Imbassahy, no município de Mata de São João, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).

Aparentemente, a segunda semifinal da Copa do Mundo de 2014 teve como influência direta a pífia atuação da seleção brasileira contra a Alemanha, quando foi humilhada ao levar goleada por 7 a 1 no Mineirão. Nem Holanda nem Argentina se arriscaram durante os 120 minutos de jogo desta quarta-feira, no Itaquerão, dando a entender que preferiam evitar entrar para a história das Copas de forma negativa do que conquistando a vaga na final com futebol ofensivo. O resultado foi um jogo fraco tecnicamente, sem grandes momentos de emoção, e que só foi decidido nos pênaltis. Após o 0 a 0, Messi abriu a série Argentina com gol. E aquele que já foi eleito quatro vezes o melhor do mundo terá a chance de, enfim ganhar uma Copa, e logo na casa do principal rival de sua seleção. Vitória da Argentina por 4 a 2 nas cobranças e vaga na decisão.

A Copa terá um duelo entre América do Sul e Europa em seu jogo final. Os sul-americanos, com a Argentina, buscarão empatar o número de conquistas em 10 a 10; os europeus, com a Alemanha, tentarão se consolidar como os maiores campeões. O Maracanã, assim como em 1950, será o palco da decisão – a partir das 16h do próximo domingo. Ou o mundo terá o carrasco do Brasil como campeão, ou uma seleção azul celeste. De qualquer maneira, 64 anos depois, a história terá contornos iguais. E a consagração de uma geração formada há oito anos ou do melhor jogador da última década.

Fases do jogo: 22 horas depois do Brasil levar sete gols da Alemanha, houve quem se decepcionasse com o 0 a 0 do 1° tempo entre Holanda e Argentina. O problema é que, diferentemente do duelo de terça-feira, no Itaquerão não havia uma seleção que saísse de seu estilo de jogo, e muito menos de forma tão negativa com a seleção brasileira. Assim, a Holanda seguiu como foi por toda a Copa, jogando com cinco defensores e esperando o ataque rival para roubar a bola e buscar Robben, que perdeu o duelo para Demichelis e Garay nas poucas arrancadas que teve chance, enquanto os argentinos atacavam mais, mas sempre na base da individualidade - claro, principalmente com Messi. O craque da Argentina tentou por algumas vezes sua jogada preferida, a arrancada com a esquerda, mas a zaga holandesa soube como detê-lo.

Na segunda etapa, o panorama do jogo pouco mudou. Cada seleção criou apenas uma chance real de perigo - e ambas foram anuladas pela arbitragem, por impedimentos corretamente marcados. A partir dos 10 minutos finais, o clima modorrento imperou - quebrado apenas por Robben, aos 45 minutos, travado por Zabaleta na entrada da pequena área. Restou a prorrogação. E nada de alguma mudança surgir. A Holanda até tentou atacar mais, saindo um pouco de seu padrão tático, mas o momento de maior susto no tempo extra foi quando Cillessen, o goleiro holandês, driblou Palacio na área, correndo risco enorme para o momento decisivo da partida.

Nos pênaltis, Romero se consagrou: pegou as cobranças de Vlaar e Sneijder e, como os argentinos converteram suas quatro cobranças, foram à final com Maxi Rodriguez acertando o último.

O melhor: Vlaar - O zagueiro holandês atuou mais na sobra do seus companheiros no sistema 5-3-2 montado por Van Gaal. Dessa maneira, era ele que sempre se aproveitava de quando os holandeses conseguiam cercar Messi e cia.: após um ou dois dribles, Vlaar chegava para marcar um adversário já desequilibrado e efetuava o desarme. Nas bolas aéreas e lançamentos longos ele também mostrou ótimo senso de antecipação. Só foi falhar nos pênaltis, quando bateu o 1° holandês e perdeu, parado por Romero - contando os 120 minutos de jogo, porém, ele foi decisivo para que tudo fosse decidido nas cobranças.

O pior: Sneijder - O meia holandês mais apareceu por cobranças de falta tortas, para longe do gol ou fora do alcance de seus companheiros, quando tentou cruzar, e por reclamar ao extremo com a arbitragem. Em qualquer lance duvidoso Sneijder era o primeiro a aparecer aos berros e gesticulando muito contra o trio turco que apitou a semifinal. Como joga praticamente sozinho no setor de criação holandês, a bola pouco chegou a Robben e Van Persie (depois Huntelaar), já que Sneijder não foi capaz de superar a marcação argentina. Para completar, ainda perdeu seu pênalti na disputa final.

Chave do jogo: Quem avançasse com a bola rolando faria isso com seu estilo de jogar. Então, seria difícil criticar qualquer seleção por inventar em hora tão decisiva - ou elogiar qualquer time por encontrar novas maneiras de jogar no momento mais importante da Copa. O jeito "mais justo" de decidir quem avançaria em jogo tão fechado no campo das táticas foi a disputa de pênaltis.

Toque dos técnicos: Louis Van Gaal queimou sua terceira substituição no começo da prorrogação, impossibilitando a repetição da já histórica tática que usou contra a Costa Rica nas quartas de final: o uso de um novo goleiro para a disputa de pênaltis. Em vez disso, optou por tentar aumentar a ofensividade de seu time ao tirar De Jong, vindo de contusão, e colocar Clasie, meia.

Já Sabella manteve seu estilo: mexeu por duas vezes no ataque, colocando Agüero e Palacio, e só na prorrogação fortaleceu o meio, para que a bola chegasse com mais qualidade em seus jogadores de frente, ao colocar Maxi Rodriguez.

Para lembrar:

Diferentemente de todos os outros jogos da Copa, pouquíssimas camisas da seleção brasileira foram vistas nas arquibancadas do Itaquerão. Se foi por causa do frio - 19°C no início da partida - ou se graças a derrota de 7 a 1 para a Alemanha na última terça, provavelmente jamais será possível saber.

Os torcedores argentinos não perderam a chance de fazer piada com a goleada de 7 a 1 sofrida pelo Brasil. Com faixas e cantos, provocaram os rivais durante o duelo contra a Holanda.

Em 2008, a Argentina foi campeão olímpica e eliminou a Holanda nas quartas de final por 2 a 1, na prorrogação. Daquele time, nove estão entre os 23 argentinos na Copa (Messi, Garay, Lavezzi, Zabaleta, Gago, Di María, Mascherano, Agüero e Romero)  – ou seja, uma base que joga junto, no mínimo, há seis anos. Diferentemente do Brasil, que em 2008 ficou com o bronze e, daquele time, apenas quatro nomes sobreviveram para a Copa-2014 (Marcelo, Hernanes, Thiago Silva e Ramires).

HOLANDA 0 (2) X (4) 0ARGENTINA

Data: 9 de julho de 2014
Horário: 17h00 (de Brasília)
Local: Itaquerão, em São Paulo (SP)
Árbitro: Cuneyt Cakir (TUR)
Assistentes:  Bahattin Duran (TUR) e Tarik Ongun (TUR)
Cartões amarelos: Martins Indi, aos 43 min. do 1°t, Huntelaar, aos 15 min. do 1°t da pror (HOL); Demichelis, aos 3 min. do 2°t (ARG)

HOLANDA: Cillessen; Kuyt, Vlaar, Martins Indi (Janmaat, no intervalo), De Vrij e Blind; Wijnaldum, De Jong (Clasie, aos 16 min. do 2°t) e Sneijder; Robben e Van Persie (Huntelaar, aos 5 min. do 1°t da pror.)
Técnico: Louis Van Gaal

ARGENTINA: Romero; Zabaleta, Garay, Demichelis e Rojo; Mascherano, Biglia, e Enzo Perez (Palacio, aos 35 min. do 2°t); Messi, Lavezzi (Maxi Rodriguez, aos 9 min. do 1°t da pror.)e Higuain (Agüero, aos 36 min. do 2°t)
Técnico: Alejandro Sabella

A corrida para a quitação do licenciamento anual continua. Sendo assim, os proprietários devem ficar atentos à data de vencimento para evitar transtornos futuros.

Um dia 13 de julho de 64 anos atrás faria o Brasil chorar seu drama maior, o Maracanazo. Pois este 8 de julho de 2014 faz ele jorrar lágrimas para a maior das suas humilhações. De joelhos! A derrota mais vexatória do país celebrado mundialmente por ser o do futebol. O estádio do Mineirão viu o triste capítulo de 50 ficar esmaecido, ao menos por ora, na história. Vai ser difícil lembrar daquele 2 a 1 para o Uruguai diante do que fez a Alemanha nesta semifinal.