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Quinta, 19 Julho 2018
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Na sua terceira edição, o Leilão Prime já é considerado um dos maiores eventos da região Sudoeste da Bahia voltados à comercialização de animais equinos da raça Mangalarga Marchador, que acontecerá em Caetité, no dia 19 de maio, às 19h, no Espaço Farias. O evento conta com a participação de criadores especializados, amantes dedicados à raça, com a exposição de 25 lotes da mais alta qualidade genética.

As primeiras edições renderam bons negócios e as expectativas dos criadores e do público para o próximo final de semana são ainda mais otimistas. Os promotores do evento garantem surpreender. “Com o sucesso das edições anteriores, a tendência natural é sempre melhorar a criação dos animais e também a realização do encontro. Teremos ótimas oportunidades de negócios”, salientou Leonardo Oliveira, um dos idealizadores do Leilão Prime – encontro com o objetivo de valorizar, expor e comercializar animais, além de integrar os criadores da região que tanto se dedicam à grande paixão pelo Mangalarga Marchador e que, na sua avaliação, não perdem em nada para os renomados criadores nacionais.

Um ex-vereador de Dom Basílio, no sudoeste baiano, não imaginava que usar um ônibus escolar da prefeitura para transportar convidados do casamento da filha dele pudesse também trazer consequências. O fato, exemplo de uso irregular de transporte público, não passou impune pela Promotoria e Justiça de Livramento de Nossa Senhora, na mesma região de Dom Basílio. Publicado nesta quarta-feira (9), um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) impõe ao ex-vereador Vilson Neves dos Santos a devolução dos custos do uso do ônibus escolar.

“Nena”, como o ex-edil é conhecido, terá 30 dias para pagar as despesas. Caso desobedeça ao acordo, os custos serão transferidos para o ex-prefeito João Dias Pereira, que autorizou o uso do veículo. Se os dois não quitarem o débito, o Ministério Público irá acioná-los na Justiça por improbidade administrativa [crime contra a administração pública].

Conforme o promotor Millen Castro de Moura, o caso ocorreu em 2 de julho de 2016. À época, o transporte escolar fez viagens de ida e volta entre o Povoado Boqueirão das Neves, na zona rural da cidade, e a Praça da Matriz, no Centro da cidade, que geraram custo de R$ 294.

"Quem está aberto em abril, eu aconselho vir urgente acertar. Quem não vier, à noite estarei na porta. Nem se for 2h da manhã eu vou bater para cobrar." "Senhores porteiros da rua Marconi: a Conceição, do 4º andar, o prazo dela acaba no domingo. A partir de segunda ela não entra mais no prédio, só se for para retirar as coisas."

As frases acima estão no grupo de WhatsApp de moradores e coordenadores do MMPT (Movimento Moradia Para Todos).

A autora dos áudios é Ednalva Franco, líder do movimento que controla quatro prédios -na Bela Vista, na Mooca e nas ruas Marconi e Capitão Salomão.

Filiada ao PT desde 1990, Ednalva é assessora da deputada estadual Marcia Lia (PT-SP) e conhecida ativista sem-teto de São Paulo. É Ednalva que aparece num episódio de 2013 do "Profissão Repórter" saindo com uma SUV nova da garagem de um prédio na República.

"Porteiros, eu vou passar todos os nomes das pessoas que o prazo acaba até domingo. Inclusive a Luciana, do 309", diz ela em outra mensagem do grupo. "Vou passar toda a lista pra vocês na portaria assim que eu terminar."

Depois que escrevi sobre o modelo de negócio dos líderes de grupos sem-teto, ex-moradores me procuraram denunciando abusos, ameaças e cobrança de aluguel de R$ 200 a R$ 500 por parte dos coordenadores.

"Além do aluguel, a coordenadora sempre inventa uma taxa nova para o pessoal pagar", diz um ex-morador do edifício São Manuel, na rua Marconi, que não se identifica por temer represálias. Ele avalia que os alugueis só desse prédio rendem pelo menos R$ 35 mil por mês ao movimento.

Conta ainda que era obrigado a participar de atos em defesa do ex-presidente Lula. "Quando tinha um ato, eu colocava a camiseta do movimento e ficava perto dela [Ednalva]. Fazia questão que ela me visse várias vezes, para marcar presença. Depois trocava a camiseta e ia embora."

Conversei com Ednalva Franco sobre as denúncias. Ela admitiu a autoria das mensagens e afirma que cobra uma taxa de no máximo R$ 200 por morador.

Alega que o dinheiro serve para custear o escritório e a creche do movimento, além do salário de porteiros, a manutenção dos elevadores, extintores e outras despesas. Negou expulsar moradores por falta de pagamento, apesar do conteúdo evidente dos áudios.

"Se o morador não tiver dinheiro para pagar a contribuição, nós chamamos para conversar e parcelamos até ele arranjar um emprego", diz.

O ex-morador contesta. "Ela e o marido costumavam gritar de madrugada com quem estava devendo. A creche não funciona há muito tempo. E, na Marconi, o elevador quebrava toda hora e ficava meses sem conserto."

Sobre a exigência de participação em protestos, Ednalva afirma que "cada movimento social tem suas regras. Apresentamos nossa rotina quando a pessoa ingressa no movimento. A partir de então, se quiser continuar, precisa seguir as regras do grupo".

Invadido em 2012, o edifício São Manuel é considerado uma ocupação-modelo dos sem-teto. Recebe oficinas culturais, reuniões políticas e já abrigou um escritório coletivo de doutorandos da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP.

O ex-morador, porém, reclama da falta de liberdade (o portão fecha à 0h; depois desse horário só é possível entrar ou sair do prédio às 6h) e da quantidade dos eventos de conscientização política. "Nenhum morador aguenta mais tanta reunião", diz.

A testemunha que ligou o vereador Marcello Siciliano (PHS) do Rio e o miliciano Orlando Oliveira de Araújo ao assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol) e do motorista Anderson Gomes, afirmou que um policial da 6ª BPM do Rio (Olaria) e um ex-PM do estado estavam no Cobalt usado na execução de Marielle. Além do PM e do ex-PM, outros passageiros do Cobalt são ligados ao miliciano Orlando, que atua na Zona Oeste e que, de acordo com a testemunha, participou da trama para matar Marielle, junto com Siciliano.

De acordo com informações do jornal O Globo, os dois homens já se envolveram em outra execução com semelhanças à de Marielle em junho de 2015 - e ela também teria ocorrido a mando de Orlando de Curicica, de acordo com o Ministério Público do Rio. A Secretaria de Segurança pediu à Justiça do Rio em 25 de abril a transferência de Orlando para um presídio de segurança máxima, mas a medida até agora não foi autorizada.

 

Uma plantação de maconha foi descoberta pela polícia no município de Esplanada, no litoral norte baiano, nesta quarta-feira (9). Avaliada em R$ 2,2 milhões, a droga foi incinerada pelos agentes da Coordenação de Operações Especiais (COE) e do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco) da Polícia Civil.

A plantação, que pesou cerca de 1,5 tonelada, foi encontrada em um povoado da zona rural na localidade São José do Operário com utilização de drone. Os policiais civis chegaram até a droga após a Operação Conhecer, Operar e Aproximar (COA), promovida em Portão, município de Lauro de Freitas, no ano passado.

Um dos presos informou que a maconha vendida era plantada na cidade de Esplanada. Com as informações repassadas e apoio do Draco, o plantio foi monitorado e erradicado.

De acordo com a polícia, informações apontam que a plantação é de João Cleison Carvalho, o 'Didi, capturado este ano em Maceió por policiais baianos. O 'Didi' é apontado como líder de uma quadrilha que atua naquela região.

 

De acordo com levantamento feito pela Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), o Governo da Bahia não aumentou o efetivo de policiais civis e militares nos últimos anos. Em recente postagem nas redes sociais, o governador Rui Costa (PT) declarou ter sido o governador que mais contratou policiais, alcançando o total de 6.800. No entanto, segundo o levantamento, a conta omite o número de servidores que se aposentaram no estado, nos últimos anos.

De acordo com informação oficial, do quadro de pessoal, anexo à Proposta Orçamentária de cada exercício, no estado, a Secretaria de Segurança Pública da Bahia tinha no ano de 2006 o total de 37.223 servidores ativos, 10.112 inativos, um celetista e 404 cargos em comissão, somando 47.740 servidores.

Em 2017, conforme quadro da proposta orçamentária de 2018, existem 40.166 servidores ativos, 16.696 inativos, um celetista e 745 cargos em comissão sem vínculo, totalizando 57.608 servidores e mais 2.336 cargos em comissões ocupadas por servidores estatutários. “Se tínhamos em 2006 o número de 37.223 servidores ativos e, em 2017, alcançamos 40.166, onde estão somente 6.800 novos policiais?

O governador não contou o número de 6.574 servidores da Polícia Militar e Civil que foram para inatividade, portanto não pode se autointitular como o governador que mais fez contratos de policiais. Onde está o aumento no número de policiais”, questionou o líder da Bancada, Luciano Ribeiro (DEM).

 

Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (9) a operação Prato Feito, que tem como alvo cinco grupos suspeitos de desviar recursos da União destinados à educação em municípios dos estados de São Paulo, Paraná, Bahia e Distrito Federal. O esquema envolveria 85 pessoas: prefeitos, ex-prefeitos, vereadores e agentes públicos e privados, suspeitos de fraudar 65 contratos, que somam mais de R$ 1,6 bilhão, segundo a Controladoria Geral da União.

Nesta manhã são cumpridos 154 mandados de busca e apreensão, além de afastamentos preventivos de agentes públicos e suspensão de contratação pública com 29 empresas e seus sócios. A investigação foi iniciada em 2015, com base em informações sobre possíveis fraudes em licitações de merenda escolar em municípios paulistas apontadas pelo TCU (Tribunal de Contas da União).

Os grupos criminosos são suspeitos de atuar em 30 municípios, contatando prefeituras por meio de lobistas para direcionar licitações na área da educação, segundo os investigadores. Os recursos federais eram destinados à compra de merenda escolar, uniformes, material didático e outros serviços.

Os investigados devem responder por crimes de fraude a licitações, associação criminosa, corrupção ativa e corrupção passiva, com penas que variam de 1 a 12 anos de prisão.

A Polícia Federal deflagou a 51ª fase da Operação Lava Jato, denominada Deja Vú, no Rio de Janeiro, Espirito Santo e São Paulo. São quatro mandados de prisão preventiva, dois de prisão temporária e 17 de busca e apreensão. A PF investiga a prática de corrupção, associação criminosa, fraudes em contratações públicas, crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e de lavagem de dinheiro, dentre outros.

Os presos serão encaminhados à Superintendência da PF, em Curitiba. O nome da operação é "Deja Vú" porque investiga o pagamento de vantagens indevidas à membros da Petrobras para a obtenção de contratos superfaturados, além de pagamentos indevidos realizados pelo Grupo Odebrecht à políticos e agentes públicos para a obtenção de contratos. Os pagamentos eram realizados através de repasses no exterior com a utilização de empresas off-shore e movimentação no país com operadores financeiros.

Os mandados serão realizados na capital do Rio, em Parati, em Niterói, em Miguel Pereira, em Jacuecanga, em Petrópolis, em Duque de Caxias e em Areal no estado do Rio. Em Espírito Santo, a busca será em Vitória e em São Paulo em Guaratinguetá.

 

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa (PSB) acabou de anunciar nesta terça-feira (8) que não vai ser candidato a presidente da República. Em sua conta no Twitter, ele disse a “decisão foi estritamente pessoal”. “Está decidido. Após várias semanas de muita reflexão, finalmente cheguei a uma conclusão. Não pretendo ser candidato a Presidente da República”, anunciou.

 

Os Correios fecharão 513 agências nos próximos meses e demitirão 5.300 funcionários. A informação é da Coluna do Estadão. De acordo com a publicação, a medida foi aprovada em fevereiro e é mantida em sigilo pela empresa.

Só em São Paulo, 167 agências serão fechadas – 90 na capital e 77 no interior.